sexta-feira, 31 de março de 2017

Eu só preciso da graça de Deus.

2 CORÍNTIOS 12
9 Mas ele me respondeu: “A minha graça é tudo o que você precisa, pois o meu poder é mais forte quando você está fraco.” Portanto, eu me sinto muito feliz em me gabar das minhas fraquezas, para que assim a proteção do poder de Cristo esteja comigo.

Uma qualificação primária para servirmos a Deus com alguma medida de sucesso, e para fazer o trabalho de Deus bem e triunfantemente, é um senso de nossa própria fraqueza. 

Quando o soldado de Cristo avança para a batalha com orgulho, pensando: “Sei que vencerei; meu braço direito e minha espada vencedora trarão a vitória”, a derrota não está muito distante. 

Deus não irá com esse homem, que marcha em sua própria força. Aquele que conta com a vitória desta maneira está vendo as coisas de modo errado, pois: “Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos” (Zacarias 4.6)

Aqueles que vão à guerra se orgulhando de sua bravura, retornarão com as bandeiras arrastadas no chão e a sua armadura manchada com desgraça. Aqueles que servem a Deus têm de servi-Lo na maneira e no poder dele, pois, se não o fizerem deste modo, Deus nunca aceitará o serviço deles. 

O que o homem faz sem o auxílio da força divina, Deus nunca pode reconhecer. Deus lança fora os meros frutos da terra. Ele colherá apenas a semente plantada do céu, regada pela graça e amadurecida pelo sol do amor divino.

Deus esvaziará tudo o que você tem antes de implantar as coisas dele mesmo. Ele primeiro esvaziará seus celeiros antes de enchê-los com o melhor trigo. O rio de Deus está cheio de água, mas nenhuma gota desse rio jorra de fontes terrenas. Deus não terá nenhuma força usada em suas batalhas, exceto a força que Ele mesmo infunde. 

Você está lamentando a sua própria fraqueza? Tenha coragem, pois é necessário haver conscientização de sua fraqueza, antes que o Senhor lhe dê a vitória. A escassez de vigor é apenas uma preparação para que seja cheio; o seu abatimento é tão-somente um preparo para a sua exaltação. Quando sou fraco, então sou forte, A graça é meu escudo e Cristo minha canção.

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quinta-feira, 30 de março de 2017

Instantaneamente Ele ouve tuas orações.

ATOS 9
11 E o Senhor lhe disse: – Apronte-se, e vá até a casa de Judas, na rua Direita, e procure um homem chamado Saulo, da cidade de Tarso. Ele está orando.

As orações são instantaneamente observadas no céu. 

No momento em que Saulo começou a orar, o Senhor o ouviu. Isto traz descanso à alma atribulada que ora. Freqüentemente, uma pessoa aflita e triste dobra os joelhos, mas pode expressar o seu lamento apenas na linguagem de suspiros e lágrimas. Contudo, esse gemido tem feito todas as harpas do céu vibrarem em músicas. 

Essas lágrimas são apanhadas por Deus e entesouradas no céu. “Recolheste as minhas lágrimas no teu odre” (Salmos 56.8) implica que são apanhadas enquanto fluem. 

O suplicante cujos temores obstruem as palavras será entendido pelo Altíssimo. O suplicante pode tão-somente erguer os olhos embaçados, mas oração é o cair de uma lágrima. 

As lágrimas são diamantes do céu, e os suspiros, parte da música da corte de Deus. Elas são contadas juntamente com as mais sublimes melodias que chegam à Majestade, no céu. Não pense que a sua oração, embora seja fraca ou inconstante, será desconsiderada. 

A escada de Jacó é alta, mas a nossa oração subirá as suas voltas cintilantes e repousará sobre o Anjo da aliança. Nosso Deus não somente ouve a oração, mas tem prazer em ouvi-la. Ele “não se esquece do clamor dos aflitos” (Salmos 9.12)

É verdade que Deus não atenta a olhos altivos e palavras imponentes; não leva em conta a pompa e o esplendor de reis. Deus não ouve o volume da música marcial. Ele não atenta ao triunfo e arrogância dos homens. Mas, onde houver um coração repleto de tristeza, lábios tremendo com agonia, um profundo gemido ou suspiros de arrependimento, ali o coração de Deus estará. 

Ele registra isso no livro de recordações. Ele coloca as nossas orações, como folhas de rosas, entre as páginas de seu livro de lembranças, e, quando o livro for aberto, no final, exalará uma preciosa fragrância. A fé não pede sinal dos céus, Para mostrar que a oração foi ouvida, Nosso Sacerdote está em seu lugar santo, E do trono da graça, ela é respondida.

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quarta-feira, 29 de março de 2017

Eu, o Senhor, não mudo. E você?

MALAQUIAS 3
6 O SENHOR diz: – Eu sou o SENHOR e não mudo. É por isso que vocês, os descendentes de Jacó, não foram destruídos.
7 Vocês são como os seus antepassados: abandonam as minhas leis e não as cumprem. Voltem para mim, e eu voltarei para vocês. Mas vocês perguntam: “Como é que vamos voltar?”

É bom para nós que, em meio a toda a instabilidade da vida, existe Alguém que não pode ser afetado pelas mudanças. 

Alguém cujo coração nunca se altera e em cuja face não há rugas. Todas as outras coisas têm mudado. O próprio sol, no passar dos séculos, tem diminuído o seu esplendor. O mundo está envelhecendo. O enrolamento dos vestidos desgastados já começou. A terra e os céus terão de passar em breve. 

Eles perecerão e ficarão velhos, como uma roupa, mas existe Alguém que possui a imortalidade, cujos anos não têm fim, e em cuja pessoa não existe qualquer mudança. O marinheiro sente deleite quando, depois de haver estado no mar durante muitos dias, caminha novamente sobre a terra firme. 

Isto é semelhante à satisfação de um cristão que, em meio a todas as mudanças desta vida turbulenta, deposita a sua confiança nesta verdade: “Eu, o SENHOR, não mudo”

A estabilidade que tem o barco quando este, em fim, chega ao porto é como aquela que a esperança do cristão proporciona-lhe quando ela fixa-se nesta verdade gloriosa. Em Deus, “não pode existir variação ou sombra de mudança” (Tiago 1.17). Os atributos de Deus no passado são os mesmos hoje. Seu poder, sabedoria, justiça e verdade são todos imutáveis. Ele sempre tem sido o refúgio e fortaleza de seu povo no dia da tribulação (Naum 1.7). 

Deus ainda é o auxílio seguro dos seus servos. Ele é imutável em seu amor. Deus tem amado o seu povo “com amor eterno” (Jeremias 31.3)

Ele o ama agora com tanto amor como sempre o amou. Quando todas as coisas terrenas forem liquidadas, no último conflito, o amor dele ainda vestirá “o orvalho da tua mocidade” (Salmos 110.3). 

Preciosa é a certeza de que Deus não muda! A roda da providência gira, mas seu eixo é amor eterno. Morte e mudança estão sempre ocupadas, O homem enfraquece, e a idade avança; Mas a misericórdia de Deus está presente; E sua sabedoria, e seu amor sempre nos alcança!

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terça-feira, 28 de março de 2017

A sua casa, é um igreja???

FILEMON 
2 e à igreja que se reúne na sua casa. Esta carta vai também para a nossa irmã Áfia e para Arquipo, nosso companheiro de lutas.

Existe uma igreja em sua casa? Os pais, filhos, amigos, empregados são todos membros dessa igreja? Ou alguns ainda permanecem não-convertidos?

Como um pai se alegraria intensamente e os olhos de uma mãe se encheriam de lágrimas santas, se todas as pessoas de sua casa fossem salvas, desde o mais novo ao mais velho. Oremos por esta grande misericórdia, até que Senhor a conceda para nós. Talvez o maior de todos os desejos de Filemom era que toda a sua família fosse salva. Todavia, esse desejo não lhe foi dado completamente, a princípio. 

Filemom tinha um servo ímpio, Onésimo, que, cometendo um delito contra seu senhor, fugiu de seu serviço. Mas as orações de Filemom acompanharam o servo; e, como Deus o quis, Onésimo foi levado a ouvir a pregação de Paulo. O coração dele foi transformado; ele retornou a Filemom, não somente para ser um servo fiel, mas também um irmão amado, sendo assim adicionado outro membro à igreja na casa de Filemom. 

Existe ainda algum membro da família não-convertido e distante do lar? Faça súplicas especiais em favor dele, a fim de que retorne ao lar, alegrando todos os corações com as boas novas a respeito do que a graça de Deus realizou! 

Há alguma pessoa não convertida, presente no lar, hoje? Oh! que ela seja alvo dessas súplicas! Se existe uma igreja em sua casa, coloque­-a em ordem. Realize as atividades comuns da vida com santidade, diligência, bondade e sinceridade. 

No entanto, uma igreja envolve mais do que apenas as atividades normais da família. Neste caso, o culto familiar tem de ser mais dedicado e sincero. O amor entre os membros da família tem de ser mais intenso e firme, e a conduta fora do lar tem de ser mais santificada e semelhante à de Cristo. 

Não precisamos temer que a pequenez de nosso número nos removerá da lista de igrejas, pois o Espírito Santo inscreveu, neste caso, a igreja formada por uma família no memorial inspirado. Como igreja, aproximemo-nos ao grande Cabeça da única igreja, e peçamos-Lhe graça para brilhar diante dos homens para a glória do nome dele.

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segunda-feira, 27 de março de 2017

Restauração. Quer experimentar?

SALMOS 51
10 Cria em mim um coração puro, ó Deus, e renova dentro de mim um espírito estável.

Um cristão que caiu em pecado, se há resquício de vida nele, gemerá por restauração. 

Esta restauração exige a mesma atividade da graça manifestada na conversão. Naquela ocasião, precisávamos de arrependimento; na restauração, o arrependimento certamente é necessário. 

Na conversão, precisávamos de fé, a fim de que pudéssemos ir a Cristo; na restauração, somente a mesma fé pode nos trazer de volta ao Senhor Jesus. Na conversão, queríamos uma palavra do Altíssimo, dos lábios do Amado, para acabar com nossos temores; logo descobriremos que, estando agora sob o sentimento de pecado presente, precisamos da mesma palavra. 

Nenhum homem pode ser renovado sem uma manifestação do poder do Espírito Santo, uma manifestação tão verdadeira e autêntica como a que ele teve na conversão, porque a renovação é uma obra poderosa, e a carne e o sangue estão tão envolvidos agora como sempre estiveram.

Ó Cristão, permita que sua fraqueza pessoal seja um argumento para fazê-lo orar sinceramente a seu Deus, suplicando-Lhe ajuda. Lembre-se: quando Davi se sentiu incapaz, ele não cruzou os braços nem calou a boca; ao invés disto dirigiu-se apressadamente ao trono da graça e clamou: “Renova dentro de mim um espírito inabalável” (Salmos 51.10). 

Não permita que lhe faça dormir, a doutrina que afirma ser você, desamparado, incapaz de agir; mas, faça com que este versículo se tome um lema a impulsioná-lo, com extraordinária prontidão, a buscar o grande Ajudador de Israel. “Senhor, renova dentro de mim um espírito inabalável”. Aquele que ora sinceramente a Deus, pedindo-Lhe que faça isso, provará sua honestidade por utilizar os meios pelos quais Deus age. 

Gaste muito tempo em oração. Viva na Palavra de Deus. Mortifique as concupiscência que o afastam do Senhor. Tenha o cuidado de manter-se em vigilância contra futuras manifestações do pecado. 

Assente-se à beira do caminho e prepare-se para quando o Senhor Jesus passar. Reconheça que todo o poder tem de vir do Senhor Jesus; não cesse de clamar: “Renova dentro de mim um espírito inabalável”.

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domingo, 26 de março de 2017

Tú és deste mundo???

JOÃO 15
19 Se vocês pertencessem ao mundo, ele os amaria como se fossem dele. Todavia, vocês não são do mundo, mas eu os escolhi, tirando-os do mundo; por isso o mundo os odeia.

Nestas palavras, encontramos graça distinguidora e consideração discriminadora, pois algumas pessoas são feitas objetos especiais das afeições de Deus. Não tenha medo de se firmar nesta sublime doutrina da eleição. 

Quando sua mente estiver sobrecarregada e oprimida, você perceberá que esta verdade é um frasco de calmante. Aqueles que duvidam das doutrinas da graça ou rejeitam-nas perdem ricos cachos de uvas; perdem os vinhos bem clarificados ou as mais ricas guloseimas

Não existe em Gileade bálsamo comparável a esta bênção. Se o mel do qual Jônatas se alimentou fez os seus olhos brilharem, ao ser apenas tocado, este é o mel que iluminará nosso coração para amar e aprender os mistérios do reino de Deus. Coma e não se preocupe em ficar cheio demais. Alimente-se continuamente, sem temor, desta iguaria especial. 

O alimento da mesa do Rei não prejudicará os súditos dele. Deseje ter uma mente dilatada para que compreenda mais e mais o amor eterno, permanente e discriminador de Deus. Quando você houver atingindo as alturas da eleição, demore-se em refletir sobre a doutrina irmã da eleição -a aliança da graça. 

Os compromissos da aliança da graça são as estupendas muralhas de rocha por trás das quais estamos abrigados. Os compromissos da aliança da graça, juntamente com o Fiador, o Senhor Jesus, são o lugar tranquilo para repouso de espíritos temerosos. Teu juramento, teu pacto, teu sangue, sustenta-me na enchente assoladora; e quando cede cada amparo terreal, Esta tranquilidade é minha força, meu suporte celestial. 

Se Jesus encarregou-se de trazer-me à glória; o Pai prometeu que me daria ao Filho como parte da infinita recompensa do penoso trabalho de sua alma; então, até que Deus se torne infiel ou o Senhor Jesus deixe de ser a verdade, a minha alma está em segurança. Após haver dançado perante a arca da aliança, Davi disse a Mical que a eleição o fez agir daquele modo. 

Venha, ó minha alma, exulte e alegre-se diante do Deus da graça.

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sábado, 25 de março de 2017

Homem? Segundo as Escrituras...

AutorGreg Gilbert
Greg Gilbert é o pastor principal da ­Third Avenue Baptist Church, em Louisville (Kentucky). É formado pela universidade de Yale;

A definição do que é o homem, segundo as Escrituras.

Todas as noites, depois do trabalho, sento-me alguns minutos para ler as notícias do dia. Embora seja um repouso de alguns minutos para o meu corpo e mente, preciso admitir que nesses momentos não encontro muito descanso para o meu coração. Isso porque o que vejo nas manchetes me lembra uma realidade profundamente estabelecida: há algo de errado em nosso mundo e mesmo conosco como seres humanos. Mas o que é isso?
As pessoas têm dado respostas diferentes a essa pergunta. Alguns dizem que os problemas são principalmente econômicos, outros, que são sociais, e ainda outros, que são psicológicos. Certamente, essas respostas podem oferecer alguma compreensão sobre alguns dos sintomas do nosso sofrimento, mas a Bíblia ensina que a doença é muita mais intensa e profunda. Em poucas palavras, o problema é o pecado — rebelião contra o Deus criador que nos criou.
O livro de Gênesis descreve como Deus criou o mundo pelo poder do seu mero comando, e de acordo com Gênesis 1.26-28, o coroamento da obra de Deus foi a criação dos seres humanos. Únicos entre todas as criaturas do universo, os seres humanos são feitos “à sua própria imagem”. Ser criado à imagem de Deus significa muitas coisas. Nós, seres humanos, refletimos o caráter e a natureza de Deus em nossa racionalidade, criatividade, e até mesmo em nossa capacidade de nos relacionarmos com Deus e uns com os outros. Mas a imagem de Deus não se refere simplesmente ao que somos; também se refere ao que Deus nos criou para fazer.
Além de viverem em comunhão com Deus, a Adão e Eva foi dado o encargo de governarem e cuidarem da criação de Deus como seus vice-regentes. Assim, Deus lhes disse que deveriam “subjugar” a terra e “ter domínio” sobre ela — não abusando dela ou tiranizando-a, mas “a cultivando e guardando” (Gênesis 2.15). Ao agirem assim, eles comunicariam a toda a criação o amor, poder e bondade do Criador. Talvez, mais fundamentalmente, isso é o que significa ser a imagem de Deus no mundo: como um antigo rei do Oriente Próximo poderia gravar um “retrato” de si mesmo em uma montanha como um lembrete para o seu povo de quem havia se sentado no trono, Adão representava a autoridade de Deus ao mundo sobre o qual lhe fora dado domínio.
Todavia, a autoridade de Adão sobre a criação não era absoluta; era derivada e circunscrita pelo próprio Deus. As pessoas muitas vezes se perguntam por que Deus colocou a árvore do conhecimento do bem e do mal no jardim. A razão é que a árvore lembrava a Adão e Eva que sua autoridade para governar e subjugar a terra não era absoluta. É por isso que o ato de Adão e Eva comerem o fruto foi um pecado tão trágico. Ao comerem o fruto, Adão e Eva estavam tentando fazer exatamente o que a serpente, com falsidade, lhes disse que podiam: eles estavam tentando “ser como Deus” (Gênesis 3.5). Eles estavam se apoderando de mais poder e autoridade do que Deus lhes tinha dado, tentando, assim, obter o elevado trono de Deus.
As consequências do pecado de Adão foram nada menos que catastróficas. Deus havia prometido que se os humanos comessem do fruto da árvore proibida, certamente morreriam. O que Deus quis dizer não era apenas morte física, mas também — e mais terrivelmente — a morte espiritual. Era uma punição justa e correta. Não somente um Deus perfeitamente santo e justo jamais toleraria tal mal e pecado em sua presença, mas também, ao declararem a sua independência de Deus, Adão e Eva separaram a si mesmos da fonte de toda a vida e bondade. Eles mereciam a ira de Deus por sua rebelião contra ele, e o salário do seu pecado foi nada menos que morte eterna, condenação e inferno.
Pior ainda, quando Adão pecou, ??ele o fez como representante de todos os seres humanos. Paulo escreveu aos romanos: “pela ofensa de um só, morreram muitos” (Romanos 5.15). É por isso que cada um de nós confirma repetidamente o ato de rebelião de Adão contra Deus com nosso próprio pecado. Nós também desejamos estar livres da autoridade e governo de Deus, e assim nos entregamos à busca do prazer e da alegria nas coisas criadas como fins últimos. No processo, declaramos que Deus não é digno da nossa adoração, e assim provamos ser dignos da maldição da morte espiritual que Deus pronunciou no princípio.
Se a história da Bíblia terminasse ali — com seres humanos sob a ira de Deus sem uma possibilidade de fuga — viveríamos numa realidade desesperadora. Mas, louvado seja Deus, a história não acaba aí. Em vez de nos deixar morrer em nosso pecado, Deus age para salvar. Por meio da encarnação, morte e ressurreição do seu Filho, Jesus, ele salva o seu povo dos seus pecados e retifica tudo, de uma vez por todas, finalmente e para sempre.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Fiel, é a palavra.

2 TIMÓTEO 2
11 Esta palavra é digna de confiança: Se morremos com ele, com ele também viveremos;

Fiel é esta palavra. 

Paulo fez quatro destas afirmações -“Fiel é esta palavra”. A primeira ocorre em 1 Timóteo 1.15: “Fiel é a palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores”

A segunda ocorre em 1Timóteo 4.8, 9: “A piedade para tudo é proveitosa, porque tem a promessa da vida que agora é e da que há de ser. Fiel é esta palavra e digna de inteira aceitação”. 

A terceira ocorre em 2 Timóteo 2.11. A quarta afirmação se encontra em Tito 3.8: “Fiel é esta palavra … para que os que têm crido em Deus sejam solícitos na prática de boas obras”

Podemos estabelecer uma conexão entre estas afirmações de fidelidade. A primeira estabelece a graça gratuita de Deus como o fundamento de nossa eterna salvação, ao mostrar-nos a missão do Grande Redentor. 

A segunda revela os dois tipos de bênçãos que obtemos por meio desta salvação – as bênçãos temporais e as eternas. 

A terceira afirmação nos mostra um dos deveres aos quais, como povo escolhido, somos chamados. 

Somos ordenados a sofrer por Cristo, com a promessa de que, “se sofremos, também com ele reinaremos”

A quarta afirmação nos revela a forma ativa do serviço cristão, ordenando a praticarmos com diligência boas obras. Assim temos a raiz da salvação na graça gratuita; depois, os privilégios desta salvação na vida que agora é, e naquela por vir; e também temos os dois grandes ramos do sofrer com Cristo e servir com Cristo, carregados com frutos do Espírito. 

Entesoure estas afirmações. Permita que se tornem as diretrizes de sua vida, seu consolo e sua instrução. O apóstolo dos gentios comprovou que elas eram fiéis, e continuam sendo. Nenhuma palavra deixará de se cumprir. Todas elas são dignas de aceitação. Devemos aceitá-las agora e provar sua fidelidade.

Que estas quatro afirmativas sejam gravadas nos quatro cantos de nossa casa.

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quinta-feira, 23 de março de 2017

Você tem semelhança com Jesus?


ATOS 4
13 Os membros do Conselho Superior ficaram admirados com a coragem de Pedro e de João, pois sabiam que eram homens simples e sem instrução. E reconheceram que eles tinham sido companheiros de Jesus.

Um Cristão deve ter uma notável semelhança com Jesus Cristo. Você já leu escritos belos e eloquentes da vida de Cristo, mas, o melhor relato é a sua biografia viva, exposta nas palavras e ações de seu povo. Seríamos retratos de Cristo, se fôssemos o que professamos e o que deveríamos ser.

Devemos imitá-Lo tão intimamente que o mundo não tenha dúvida de que realmente estamos com Ele. “O cristão verdadeiro foi ensinado por Jesus; ele é como Jesus e tem o mesmo pensamento do Santo Homem de Nazaré. Ele demonstra esta influência em sua vida e ações cotidianas.”

O cristão deve ser semelhante a Cristo em sua ousadia. Nunca se envergonhe de sua fé. Sua profissão de fé jamais os desonrará; cuide para que você nunca a desonre. Seja semelhante ao Senhor Jesus – muito corajoso por seu Deus. Imite o Senhor Jesus em seu espírito de amabilidade.

Pense com amabilidade, fale com ternura e aja com cordialidade, de modo que os homens digam a seu respeito: “Ele tem estado com Jesus”. Imite a Jesus em sua santidade. Ele foi zeloso por seu Deus? De modo semelhante, devemos ser zelosos em fazer o bem.

Estava Jesus sempre negando a si mesmo? Nunca buscando os seus próprios interesses? Faça o mesmo. O Senhor Jesus foi dedicado? Então, seja você também dedicado, fervoroso em suas orações.

O Senhor Jesus submeteu-se à vontade de seu Pai? Então, submeta-se igualmente a Ele. O Senhor Jesus foi paciente. Aprenda a suportar as situações. E, o melhor de tudo, como o mais sublime aspecto da imagem de Jesus, procure perdoar os seus inimigos, assim como Ele o fez.

Aquelas maravilhosas palavras do Senhor Jesus -“Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23.34) – devem sempre retinir em seus ouvidos.

Perdoe assim como você foi perdoado. Amontoe brasas de fogo na cabeça de seu inimigo por meio de sua amabilidade para com ele.

Lembre-se: ser bom para com os maus é semelhança divina. Em todas as situações e de toda maneira, viva de tal forma que os outros digam sobre você: “Ele está com Jesus”.

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quarta-feira, 22 de março de 2017

A dor do outro,te interessa???

JÓ 6:2-3
“Oh! Se a minha queixa, de fato, se pesasse, e contra ela, numa balança, se pusesse a minha miséria, esta, na verdade, pesaria mais que a areia dos mares”.

Vemos aqui Jó expressando sua dor através de uma metáfora. E você, como expressa sua dor?

Essa imagem nos dá uma ideia de como Jó enxergava seu sofrimento. Se toda a areia do mar estivesse em um lado da balança e sua “dor” e a “calamidade” no outro, os seus sofrimentos excederiam o peso de toda a areia.

O sofrimento de Jó era muito real para ele. Esse sofrimento era apenas dele e de ninguém mais. Às vezes ouvimos falar do conceito da “soma do sofrimento humano”.

Porém, isso não expressa bem a verdade. Não sofremos em grupos. Não sofremos a dor de ninguém, apenas a nossa própria. Conhecemos somente nossa dor, nosso sofrimento. A dor de Jó, por maior que tenha sido, não foi maior do que a dor que outras pessoas poderiam sofrer.

Algumas pessoas bem-intencionadas poderiam dizer a alguém: “Eu sinto sua dor”. Não sentem; elas não podem sentir. Tudo o que podem experimentar é a própria dor, que pode vir em resposta ao sofrimento de outra pessoa. Mas é sempre e somente isso, a dor própria, não a de outra pessoa.

Ouvimos falar em desastres provocados pelo próprio ser humano ou por outras causas, com alto número de mortes. O número de mortos ou de feridos nos choca.

Mal podemos imaginar um sofrimento de tamanha proporção. Mas no caso de Jó, e também de toda a humanidade caída desde Adão e Eva até o fim deste mundo, todos os seres caídos que já viveram puderam conhecer somente seu próprio sofrimento e não mais que isso.

É evidente que jamais devemos menosprezar o sofrimento individual e, sendo cristãos, somos chamados a aliviar o sofrimento quando e onde pudermos:
“A religião pura e imaculada para com Deus e Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo.” Tiago 1:27.

“Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e foste me ver".

"Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos? E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te? E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.” Mateus 25:34-40.

Entretanto, não importa quanto sofrimento exista no mundo, podemos ser gratos pelo fato de que nenhum ser humano caído sofre mais do que pode suportar.

Reflita sobre a ideia de que o sofrimento humano está limitado apenas a cada indivíduo. Isso pode lhe ajudar a enxergar o problema do sofrimento em uma perspectiva diferente?

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terça-feira, 21 de março de 2017

Pureza e Tentação (II).

“Ao andar na rua não consigo desviar o olhar de mulheres que possuem corpos formosos e usam roupas sensuais. Como dominar desejos e vontades que ferem o caminhar para glorificar a Deus?”
O padrão para nossos pensamentos e atitudes deve ser o que está escrito em Filipenses e Romanos: 
“Por último, meus irmãos, encham a mente de vocês com tudo o que é bom e merece elogios, isto é, tudo o que é verdadeiro, digno, correto, puro, agradável e decente” (Filipenses 4:8)
“Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês. Assim vocês conhecerão a vontade de Deus, isto é, aquilo que é bom, perfeito e agradável a ele” (Romanos 12:2).
Lembre-se que a tentação ocorre na mente. A comunhão diária com Deus e dependência de Sua graça oferecem recursos sobrenaturais para poder resisti-la. Pelo fato do ser humano possuir uma natureza pecaminosa a tentação pode surgir espontaneamente à qualquer momento. Isso pode ocorrer por causa da inclinação natural para o pecado que todos nós temos. 
Vale lembrar que tentação não é pecado, entretanto, dar rédeas soltas ao pensamento da tentação conduz a pessoa a cometer pecado mental e, se ela tiver oportunidade, poderá cometer o ato, que é tão pecado quanto o mental. 
Às vezes a tentação simplesmente brota do coração humano, como Jesus disse: “Porque de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura. Ora, todos estes males vêm de dentro e contaminam o homem” (Marcos 7:21-23)
Por essa razão todos nós devemos depender da graça Divina e confiar unicamente no poder de Deus, pois somente Ele pode purificar o coração humano e habilitar cada pessoa a viver em pureza e santidade. Tentar por si mesmo alcançar a pureza é impossível, conforme destaca o texto abaixo:
'O coração deve ser renovado pela graça divina, ou será em vão procurar pureza de vida. Aquele que tenta edificar um caráter nobre, virtuoso, independente da graça de Cristo, está edificando sua casa sobre areia movediça. Nas cruéis tempestades da tentação certamente será ela derribada. A oração de Davi deve ser a petição de toda alma: "Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto" (Salmos 51:10). E, tendo-nos tornado participantes do dom celestial, devemos prosseguir até à perfeição, sendo ‘mediante a fé’ ‘guardados na virtude de Deus’ (1 Pedro 1:5).'
Se em algum momento da caminhada você experimentar a queda, não se desespere. Volte-se imediatamente para os braços de Cristo, em arrependimento, abandono do pecado e confissão, pois “Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9).

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segunda-feira, 20 de março de 2017

Pureza e Tentação (I).

“Ao andar na rua não consigo desviar o olhar de mulheres que possuem corpos formosos e usam roupas sensuais. Como dominar desejos e vontades que ferem o caminhar para glorificar a Deus?”
É através da constante comunhão com Cristo, de uma real dependência de Sua graça e de Seu poder que o homem pode ser transformado e fortalecido para poder resistir as tentações e vencer pecados acariciados e ter um coração reto diante do Senhor. Deus respeita a vontade humana, mas o cristão deve submetê-la à vontade Divina e viver para glorificar o Pai celeste em todas as coisas (1 Coríntios 10:31)
Através do estudo diário da Bíblia e da oração a mente humana é colocada em sintonia com a mente Divina, o Espírito Santo desperta nobres faculdades da mente, do corpo e do espírito, e com o consentimento e submissão por parte da pessoa, realiza-se uma transformação no coração. O segredo para manter-se alinhado com Deus é permanecer em comunhão com Cristo. 
Jesus disse: “Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” (João 15:5). Tal permanência significa continuidade, mesmo depois da conversão: “Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele, nele radicados, e edificados, e confirmados na fé, tal como fostes instruídos, crescendo em ações de graças” (Colossenses 2:6, 7).
Aquele que se alimenta diariamente da Palavra de Deus, com espírito humilde e sincero, seus pensamentos são alinhados aos pensamentos de Deus. Ao obter o conhecimento da vontade Divina revelada na Bíblia e aplicá-lo à vida prática, Deus realiza uma grande obra. Jesus declarou: “A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz; se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas. Portanto, caso a luz que em ti há sejam trevas, que grandes trevas serão!” (Mateus 6:22, 23)
Sendo assim é responsabilidade pessoal cuidar com os sentidos, com tudo aquilo que se vê ou ouve, pois aquilo que passa pelos olhos e ouvidos pode chegar ao coração. Tendo essa compreensão, qualquer coisa degradante como insinuações sensuais da TV, pornografia, conversas picantes, piadinhas libidinosas, bate-papos sensuais e coisas desse tipo devem ser abandonadas imediatamente se se almeja ter uma mente pura.
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domingo, 19 de março de 2017

Não nos deixeis cair em tentação (II).

COMO VENCER AS TENTAÇÕES?
“E não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal” (Mateus 6:13).

Não vá a lugares impróprios, nem assista coisas impróprias. O termo “impróprio” define tudo aquilo que possa levá-lo a cair. Você conhece suas fraquezas. Logo, faça com Deus um plano estratégico que o ajude a evitar essas situações.

Exercite a sua mente a pensar nas “coisas lá do alto” (Colossenses 3:1, 2).

“Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo tudo o que é puro tudo o que é amável tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento” (Filipenses 4:8). O estudo diário da Bíblia e a prática da oração são formas de desenvolver um relacionamento dinâmico e ativo com Deus. Ao exercitar a nossa mente nas coisas de Deus, o Espírito a habilitará a ouvir a Sua voz e nos ajudará a discernir o bem e o mal.

É claro que as tentações virão fora de ocasião. Haverá situações inevitáveis onde você terá que lidar com as tentações. Para isso, busque atividades e pensamentos alternativos. Por exemplo: Se você está sozinho em casa, e isso o leva a uma tentação, saia para fazer um exercício; e enquanto você se exercita, você conversa com Deus a respeito do problema que enfrenta. Se a mente não consegue se desvincular disso, busque uma atividade prazerosa, que exercite a sua mente para outro caminho. Algo bom para vencer as tentações é fazer o bem aos outros. A satisfação de ajudar alguém, fazendo por ele o que Cristo fez por nós, pode nos dar uma sensação de prazer mais duradoura e benéfica que o pecado.

É importante entendermos que nossa luta não é para vencer a tentação, nem para não cair em pecado. Nossa luta deve ser para estar sempre mais perto de Jesus Cristo, por meio da oração e do estudo de Sua Palavra. O grande problema é que a maioria das pessoas pensa: “Até onde eu posso ir e não cair no abismo”?, quando o nosso pensamento deveria ser: “O que posso fazer para ficar longe do pecado e mais perto de Cristo”? Este ponto é fundamental, pois apenas ao lado do Senhor Jesus estaremos protegidos contra os assaltos da tentação.

Então, quando a tentação vier, seja por influência de Satanás ou pela lei do pecado na sua própria carne, faça isso:
1. Ore a Deus no exato momento e abra o jogo com Ele. Peça o auxílio divino.
2. Não alimente o desejo pecaminoso que vier à sua mente.
3. Afaste-se da tentação o mais rápido possível.
4. Já que você se afastou, permita que o Espírito Santo continue lhe guiando no sentido oposto à tentação.

“Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tiago 4:7)

Essa era a mesma estratégia de Cristo Jesus. Ele já garantiu a vitória. Nós precisamos nos apossar dela pela fé. “Ninguém tem necessidade de se abandonar ao desânimo e desespero. Satanás poderá achegar-se a vós com a cruel sugestão: ‘Teu caso é desesperado. És irremissível.’ Mas há para nós esperança em Cristo. Deus não nos manda vencer em nossas próprias forças. Pede-nos que nos acheguemos bem estreitamente a Ele. Sejam quais forem as dificuldades sob que labutemos, que nos façam vergar o corpo e a alma, Ele está à espera de nos libertar.” 

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sábado, 18 de março de 2017

Não nos deixeis cair em tentação (I).

COMO VENCER AS TENTAÇÕES?
“E não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal” (Mateus 6:13). 

Nossa realidade de pecado nos mostra que a tentação é inevitável. Até Jesus voltar, seremos sempre pecadores por natureza. Nessa realidade há duas fontes de tentação. A primeira é a nossa própria natureza. “Porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias. São estas coisas que contaminam o homem” (Mateus 15:19, 20). 

Naturalmente somos pecadores. As nossas ações são simplesmente um sintoma da doença que permeia o nosso corpo até o nível genético. Porém, a segunda fonte, que agrava essa situação, são as tentações que Satanás e seus agentes lançam contra nós. Jesus permaneceu “no deserto por quarenta dias, sendo tentado pelo diabo” (Lucas 4:1, 2). Paulo nos convida a vestir o “escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno” (Efésios 6:16). Satanás utiliza circunstâncias, pessoas, ocasiões e as nossas próprias fraquezas, e nos influencia, mesmo que não verbalmente, a nos afastar de Deus e pecar.

Por isso, a primeira coisa que precisamos entender é que a tentação é inevitável. Logo, não é pecado. Deus não vai condenar você por ser tentado. Você não precisa pedir perdão a Deus por ser tentado. Além disso, Deus não vai permitir que Satanás e seus anjos lancem sobre você tentação mais forte do que você possa aguentar. Isso é bíblico: “Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar” (1 Coríntios 10:13).

Porém, pecamos quando acalentamos deliberadamente essa tentação em nosso coração, mesmo sem ter cometido um ato pecaminoso. Quando consideramos os prazeres e supostos benefícios de ceder ao pecado, quando acariciamos os pensamentos, damos lugar para que a tentação se consolide em nossa mente. Por isso que Jesus disse: “Aquele que se irar contra seu irmão” ou guardar mágoa contra ele, mesmo tendo dito que o perdoou, “aquele que olhar para uma mulher com intenção impura” (Mateus 5:21, 32), já pecou em seu coração. A partir daí, o ato pecaminoso e as suas consequências são a manifestação externa de atitudes internas já acalentadas, elaboradas e esquematizadas.

Outro aspecto a ser considerado é que Deus não tenta ninguém (Tiago 1:13); quem faz tal coisa é o diabo. Deus apenas permite que algumas dificuldades nos sobrevenham a fim de que nosso caráter seja burilado. O fato de estarmos inseridos em um Grande Conflito faz necessário que os efeitos negativos do pecado fiquem patentes diante de toda a humanidade e do Universo.

Por isso, devemos nos posicionar quanto as nossas tentações. O primeiro passo que devemos dar é o de não darmos espaço ou oportunidade a qualquer tipo de tentação. Como podemos fazer isto? Vigiando nossos olhos, pensamentos e atitudes. O sábio Salomão diz: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida” (Provérbios 4:23). Reivindicando sua honestidade perante seus amigos, Jó disse: “Fiz uma aliança com os meus olhos; como, pois, os fixaria eu numa donzela” (Jó 31:1)? Se você deseja vencer o pecado, não vá a lugares, nem dê ocasião a pensamentos e imagens que possam levá-lo à tentação.

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sexta-feira, 17 de março de 2017

Se acha culpado(a) pelo que fêz? Há perdão para ti?

“Em um dia de desespero, de desorientação, sei lá, nem sei dizer o motivo, resolvi que tiraria a vida da minha bebê de dois meses. Fui para o meu quarto, fechei a porta e coloquei ela no peito para mamar… e, apertei seu narizinho contra meu peito até sufocá-la…até a morte. Eu sei, eu sou um monstro…eu me arrependo amargamente pelo que fiz, e guardo essa dor, essa culpa só pra mim, já que ninguém  sabe o que aconteceu, pois os médicos disseram que foi morte súbita do recém nascido…só quem sabe a verdade sou eu, Deus e você.”
Que drama, hein? Quero falar especialmente com você que não é santo(a), que erra e está sendo esmagado(a) pelo peso da culpa. 
Pra início de conversa, acredite que o Cristo que jamais se distanciou mais de 300 quilômetros do povoado de Nazaré, onde nasceu, está tão perto de você a ponto de ouvir e sentir sua respiração. Olhe para Ele! Veja Sua grande esperança! A única e poderosa força do Universo luta por você, mesmo sendo tão culpado(a). A Trindade é por você (Hebreus 9:14).Nenhum clamor deixa de ser ouvido, pois Deus não perde uma chance de perdoar e amar. 
As mãos que desenharam o céu estrelado acolhem suas lágrimas, saram as feridas e desfazem as nuvens escuras com fortes raios de luz, acabam com a obscuridade de todo coração perturbado. Ele não é uma em muitas opções. É a opção de felicidade! Jesus continua escutando suas orações silenciosas e sentindo suas dúvidas mais profundas. Ele não desiste de você! Transforma seu beco sem saída em uma ponte e lhe oferece descanso.
Os dedos que escreveram em tábuas de pedras (Êxodo 31:18) podem lhe tocar agora e remover todo sentimento de culpa deste coração de carne, sangue e pecado (Isaías 6:7)
Aproveite este momento, não se culpe, pare de olhar para si, derrame-se aos pés do Mestre, liberte a fragrância de sua fé. Ele já lhe estendeu a mão perfurada mesmo antes de você deslizar e se afundar nesse poço de problemas. Ele ouviu seu gemido, lhe perdoou e já esqueceu seus pecados. Aceite a ajuda de um Deus vencedor! Entregue sua causa Àquele que se revestiu das nossas dores, assumiu todas as culpas e diz: “Está consumado, acabou, farei tudo novo!” (Apocalipse, 21).
Há nova chance para um coração aflito. Para quem violentou, esquartejou, matou em vez de amar, mentiu, acusou, corrompeu, roubou, assaltou.  

Para o pior dos pecadores. Deus perdoa, esquece, limpa, cura, lança a culpa no fundo do mar (Isaías 44:22; 43:25; 58:8-9; Miquéias 7:19; 1 João 1:9; Tiago 5:16; Hebreus 8:12; Números 14:18; Atos 17:30).

Desde o Éden corremos do Criador, e o Deus Todo-poderoso corre para nos salvar. Neste instante, Ele está agindo. O Deus que deu uma nova chance para Eva, Davi, Paulo e Pedro pode erguer agora a sua cabeça, olhar dentro de seus olhos e lhe dizer: “Eu não lhe condeno, pois já paguei a penalidade máxima pelo seu pecado e posso oferecer-lhe o perdão”. Esse amor do Mestre é alívio para seu coração? “Vai e não peques mais!” Vai, recomece tudo de novo, siga para um novo tempo. Seja feliz! 

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quinta-feira, 16 de março de 2017

Culpa? Perdão? Graça?

Há exemplos bíblicos de pessoas que venceram por meio da fé em Cristo Jesus. A história da mulher prostituta registrada no evangelho de João capítulo 8 é uma evidência do poder transformador de Deus! Jesus restaurou sua vida e lhe concedeu poder para viver uma vida de vitória! (João 8:1-11; Mateus 26:1-13; Marcos 14:1-9). Ele pode fazer o mesmo em sua vida!
É importante que saibamos que nossa natureza humana é pecaminosa. Isso significa que todos os seres humanos possui uma inclinação natural para o pecado. Entretanto, Deus nos provê um meio para aniquilar o eu, o orgulho, as paixões carnais e o pecado. Deus nos concedeu Seu Filho que viveu uma vida de perfeita obediência aos requisitos da lei de Deus (a lei requer perfeita obediência), pagou o preço do nosso resgate, morrendo em nosso lugar e hoje vive para interceder por cada um de nós.
“Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hebreus 4:15, 16).
“Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1 João 2:1).
Por meio da vida, morte e ressurreição de Cristo, aquele que O aceita como Senhor e Salvador recebe a graça da reconciliação com Deus. Não importa o que tenha acontecido na vida até o presente momento. Deus tem poder para perdoar e transformar.
Como mencionado acima, o ser humano possui uma natureza pecaminosa. Ela existirá até o dia da vinda de Cristo. Entretanto, Cristo nos prometeu “outro consolador” (João 14:16), o Espírito Santo.
Por meio de Sua atuação divina e sujeição da vontade humana à vontade de Deus, a vida é transformada, e uma nova natureza é desenvolvida – a natureza espiritual. Essa não é natural. É um dom de Deus e precisa ser alimentada constantemente, para que não se enfraqueça e dê espaço para que a natureza pecaminosa domine novamente. 
Paulo descreve assim:“Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer. Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais sob a lei. Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia², idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias¹, ciúmes, iras, discórdias, dissensões³, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam. Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (Gálatas 5:17-25).
O segredo da vitória está em permanecer em Cristo e Ele promete: “o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora” (João 6:37). Ele será a nossa força, o nosso escudo, a nossa proteção, o poder motivador para vivermos de acordo com Sua vontade. Paulo teve uma impressionante experiência que deve ser vivida por todo Cristão, pois nisto consiste o segredo da vitória. “Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gálatas 2:19, 20). Todo pecador deve ir à Cristo da maneira em que se encontra. Poderá abrir o coração e compartilhar as dores, medos, traumas, aflições, na certeza de que todo o que vai a Ele não será lançado fora ou rejeitado (João 6:37). Também poderá falar com Deus e receba o Seu abraço. Ele nos ama e aceita-nos como estamos, e se permitirmos, Ele nos transforma dia à dia à Sua imagem.
Hoje é o dia da sua salvação. Essa experiência deve ser renovada todos os dias em nossa vida, através de uma decisão pessoal de caminhar com Cristo. Isso implica em um relacionamento íntimo com Ele. Nesse relacionamento deve haver diálogo:
(1) Oração, falar com Deus, abrir o coração a Ele. Podemos lhE pedir sabedoria para entender Sua Palavra e aplicá-la na nossa vida. A oração é a maneira pela qual falamos com Deus.
(2) Leitura e estudo da Bíblia: É a Palavra de Deus que fala direto ao coração. É o próprio Deus fando conosco. Devemos ter uma postura humilde e sincera de conhecer a vontade divina como ela é revelada nas Escrituras Sagradas.
(3) Frequência aos cultos na igreja para adorar e servir ao Criador: Essa é uma oportunidade muito especial em que um grupo de pessoas que foram alcançadas pela graça de Cristo se reúnem para adorá-Lo. É uma experiência muito fortalecedora e muito importante para o contínuo processo de crescimento na graça de Deus.
(4) Perseverança: Deus nos ama muito e jamais desiste de se relacionar conosco. Como somos pecadores por natureza, devemos perseverar no caminho da fé, pois a experiência da salvação deve ser renovada todos os dias. Então, diariamente precisamos da graça do arrependimento, que provém da bondade de Deus, da maneira como Ele nos impressiona com o Seu amor e por meio de Sua Palavra. Em seguida ao arrependimento vem a confissão. Deus graciosamente nos concede o perdão e podemos experimentar um contínuo crescimento na graça, vencendo as batalhas, dia à dia, pela graça de Cristo.
No passado Deus perdoou o ímpio rei Manassés, que havia levado Judá à idolatria e apostasia. Ele chegara tão longe ao ponto de sacrificar seus filhos em cultos pagãos. “Ele (Manassés), angustiado, suplicou deveras ao SENHOR, seu Deus, e muito se humilhou perante o Deus de seus pais; fez-lhe oração, e Deus se tornou favorável para com ele, atendeu-lhe a súplica e o fez voltar para Jerusalém, ao seu reino; então, reconheceu Manassés que o SENHOR era Deus” (2 Crônicas 32:12, 13). Deus ama a todos nós e deseja nos salvar. Nós até podemos desistir de Deus em algum momento, mas Ele JAMAIS desiste de nós. Jesus declarou qual é a vontade do Pai: “De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (João 6:40).

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²LASCÍVIA;Comportamento de quem apresenta uma inclinação para os prazeres do sexo.
Luxúria; tendência para a lubricidade, para a sensualidade exagerada. Despudor; característica daquilo que está destinado à libidinagem ou do que possui uma inclinação para a sensualidade.
³DISSENSÕES;Falta de entendimento ou divergência de opiniões entre duas ou mais pessoas. Condição de disputa, litígio, desavença: as dissensões entre pais e filhos estragam suas relações. Qualidade daquilo que diverge.