segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Razões para não Desistir. (V).

Talvez você tenha dúvidas sobre o que a Bíblia diz em relação à tristeza da alma ou ao desespero humano. Talvez tenha até medo de dizer a Deus o que você está sentindo.


Como outras passagens bíblicas, o Salmo 13 nos anima a nos abrir com Deus e a contar a ele a nossa dor. Deus não ficará irritado conosco por dizer a ele como nos sentimos.


A Bíblia, aliás, traz diversos personagens que, como nós, em algum momento da vida, se sentiram desesperançados e angustiados. Entre eles, salmistas e profetas, ou seja, homens e mulheres que caminharam com Deus, e até o próprio Jesus! Então, não nos recriminemos por isso!


Alguns desses personagens lamentaram, gritaram e choraram. Outros se mostraram cansados e fatigados. Eles quase desistiram de tudo! Mas a resposta de Deus para cada um deles — e para nós hoje — não muda; ela é a mesma sempre: “... você é precioso aos meus olhos e digno de honra... eu o amo... Não tenha medo, porque eu estarei com você” (Isaías 43.4-5, Nova Almeida Atualizada).


O salmista escreve: “Tu viste quando os meus ossos estavam sendo feitos, quando eu estava sendo formado na barriga da minha mãe, crescendo ali em segredo...” (Salmo 139.15). Deus nos criou com amor. Ele conhece cada detalhe de nós, incluindo nossas inquietações. Nos momentos mais escuros, ele ainda está conosco. 


A verdade é essa: DEUS NOS AMA. Somos muito importantes. Nossa existência tem valor e sentido. Por isso, não desistamos! A Palavra de Deus pode fortalecer nossa fé nos dias da angústia e trazer luz aos lugares mais escuros da nossa vida e da vida daqueles que amamos. 


Não desistamos! Há muitas razões para continuar, para acreditar, e nós não estamos sozinhos. A mudança pode acontecer. Deixemos que ela comece agora.

LEIA:

Sl 13 / Is 43:4-5 / Sl 139:15 / Sl 139:23-24 / Sl 10:14

domingo, 27 de fevereiro de 2022

Razões para não Desistir (IV).

A era em que vivemos, dominada, dentre outras coisas, pela tecnologia, mudou — e muito — a forma como interagimos com o mundo. Embora tenha encurtado distâncias, permitindo uma comunicação mais fácil e veloz, ela pode aumentar o nosso distanciamento em relação às pessoas e seus sentimentos, desumanizando as relações.


O texto de Mateus 25 fala de um grande julgamento, quando Jesus reunirá todas as pessoas e lhes perguntará se elas se preocuparam com quem tinha alguma necessidade. Naquele dia, Jesus questionará o cuidado que nós tivemos (ou deixamos de ter) com aqueles que precisavam de nós. Ele se importa com as pessoas e não quer que sejamos frios nem ignoremos o sofrimento de quem está à nossa volta.


Certa vez, Jesus curou um homem num sábado. Na época, sua atitude foi tida como revolucionária e subversiva, já que o sábado era entendido como um dia santo, no qual se devia descansar. Ao realizar uma cura naquele dia sagrado, Jesus deixou um exemplo de preocupação genuína com as pessoas. Ele nos ensinou a cuidar das necessidades dos nossos irmãos e irmãs, antes de qualquer outra coisa. Esse é o verdadeiro cumprimento da vontade de Deus. Esse é o sentido do amor de Deus.


Cuidemos para não nos tornar indiferentes em relação ao que as pessoas sentem, pensam ou sofrem. Com empatia, é possível manter amizades profundas e verdadeiras, para além do mundo virtual. E essas amizades são a chave para que encontremos esperança! São elas que nos ouvirão e estenderão a mão quando precisarmos. E para elas poderemos dar nossa ajuda e apoio, quando necessário.


Ouvidos e corações atentos podem salvar vidas e ser, aos que precisam, uma razão para não desistir.

LEIA:

Mt 25:31-46 / Mt 12:9-13 / 1Co 13

sábado, 26 de fevereiro de 2022

Razões para não Desistir (III).

Às vezes, a tristeza é tão grande que parece insuportável. Percebemos que a vida é dura e desejamos que se abrevie.


Pode ser difícil falar sobre isso, porque tem gente que relaciona esse sentimento com fraqueza ou falta de fé. Outros acham que ele nasce de uma mente vazia ou ociosa. Esqueça o que eles dizem! 


Jó, em sua dor, expressou inúmeras vezes, de formas bem intensas e claras, o desejo de morrer. Embora jamais tenha atribuído a Deus a sua condição, ele não queria seguir sofrendo — nem no corpo, nem na alma.


Os amigos de Jó o julgaram, culpando-o por sua situação. Mas a história nos mostra que eles estavam completamente enganados. 


A Bíblia nunca disse que aquele que crê em Deus está livre de sofrimentos. É um equívoco pensar assim. Parte da experiência humana é aceitar a inevitabilidade do sofrimento em algum momento da vida, e contar com o apoio de Deus e das pessoas que estão ao redor para vencer essa situação.


A Palavra de Deus diz que todo aquele que busca, encontra, e a quem bate, a porta será aberta. Se precisarmos de apoio, é preciso esforçar-nos para pedi-lo. Busquemos entes queridos ou amigos; busquemos ajuda especializada; compartilhemos o que está dentro do peito. 


Se você está vendo alguém nessa situação, mas que não consegue se aproximar e pedir ajuda, tome a iniciativa. Ofereça seu ombro e seu apoio sem acusações. Não seja como os amigos de Jó. Ouça, não julgue.


Lembre-se: “O amigo ama sempre e na desgraça ele se torna um irmão” (Provérbios 17.17). Essa é outra razão para não desistir!

LEIA:

Jó 7:4 / Jó 7:7-8 / Mt 7/;7-8 / Pv 17:17

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

Razões para não Desistir (II).

Em algumas fases da vida, nós nos retraímos, ficamos introspectivos, olhamos mais para dentro de nós. Isso é normal e permite a autoavaliação, o autoconhecimento, a elaboração das coisas que vivemos. É, inclusive, saudável e necessário parar um pouco nossas atividades e refletir sobre o que estamos fazendo, como estamos vivendo ou o que pensamos sobre o nosso futuro. 


No entanto, afundar-nos num período de introspecção demasiadamente longo, fechar-nos para todo o resto, isolar-nos e evitar lugares e pessoas dos quais gostamos é algo diferente, que precisa ser visto como um alerta. 


Jesus teve um tempo de profunda reflexão no Getsêmani. Ali, ele expressou a tristeza de sua alma, o medo que sentia e a angústia que parecia querer consumi-lo. Talvez as lágrimas tenham escorrido pelo rosto dele, naquele momento de escuridão. A Bíblia nos conta que ali, prestes a ser crucificado, ele se sentiu profundamente sozinho. 


Mas, o que Jesus fez? Sua atitude talvez nos ajude a ver essa situação sob outra perspectiva. 

Naquele momento angustiante, ele tomou duas atitudes importantes: 

  1. Ele se rodeou de amigos; e 

  2. Ele orou a Deus, expressando sua sensação de desamparo, seu medo e sua dor. 


Talvez os amigos não tenham conseguido livrá-lo de sua tristeza. Mas Jesus os manteve perto, para apoiá-lo e estar com ele. Por meio da oração, ele se conectou com o Pai, a fim de atravessar a cruz com fé e coragem. 


Jesus, que passou pela dor e venceu, nos convida: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mateus 11.28). Jesus oferece trocar a nossa carga — nossas decepções, nosso rancor, nossas lembranças dolorosas, nossos pensamentos destrutivos — pela dele, que é leve. Ele nos diz para depositar tudo aos pés da cruz do Calvário, porque ele já pagou o preço para que hoje tivéssemos vida. Ele decidiu sofrer para que fôssemos felizes. Ele aceitou ser preso para que fôssemos libertos. Essa é a maior razão para não desistir! 

LEIA:

Mt 26/;36-46 / Mt 11:28-3 / Is 61:1-3

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

Razões para não Desistir (I).

As palavras de Sl 6.6-7, o texto-chave de hoje, lhe parecem familiares? 

“Estou cansado de chorar. Todas as noites a minha cama se molha de lágrimas, e o meu choro encharca o travesseiro... os meus olhos estão inchados de tanto chorar, e quase não posso enxergar...” (Nova Tradução na Linguagem de Hoje). 


O choro e a tristeza fazem parte da experiência humana. Embora desejemos uma vida feliz, isenta de sofrimentos, há momentos em que experimentaremos a dor. E a Bíblia não mascara essa realidade. 


O Livro de Eclesiastes, que traz as reflexões de um sábio Pregador, nos conta que, na vida, há um tempo determinado para todas as coisas: há tempo de nascer e tempo de morrer; há tempo de plantar e tempo de colher; há tempo de rir e tempo de chorar; há tempo de saltar de alegria e tempo de derramar-se em lágrimas. 

O Evangelho de João também nos diz que o próprio Jesus chorou. Como nós, ele também sofreu e se angustiou. 

Mas a Palavra de Deus garante que é possível atravessar esses períodos de deserto e dor abraçados à esperança viva de que Deus, o nosso Criador, nos ama e tem um plano para nós: “Eu é que sei que pensamentos tenho a respeito de vocês, diz o SENHOR. São pensamentos de paz e não de mal, para dar-lhes um futuro e uma esperança” (Jeremias 29.11). 


Há um futuro certo e feliz preparado para nós. Essa é a vontade de Deus. Essa é uma razão para não desistir! 

LEIA:

Sl 6:6-7/Ec 3:1-8/Jo 11:35Jr 29-11

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

A Armadura de Deus (V).

Definimos a  com este significado simples: agir como se Deus estivesse falando a verdade. 


A verdade é a articulação sobre a qual uma vida cheia de fé repousa. Se você não conhece a verdade, nunca saberá de fato como agir de acordo com ela. Então, a verdade sobre o caráter de Deus e a Sua Palavra nos dá a estrutura que permite que a fé floresça e prospere. 


O que faz a fé em Deus valer a pena é a verdade que está Nele. Sem a verdade, não temos nada sólido para apoiar o escudo da fé. Por isso, saber a verdade de Deus e a verdade sobre Deus tal qual é revelada em Sua Palavra é crucial se quisermos viver por fé responsavelmente e experimentar os benefícios de estar protegidos por nossos escudos. 


Qualquer discussão acerca da fé seria incompleta sem destacar a importância de ouvir a voz de Deus de maneira clara e precisa. Se não tivermos cuidado, a fé pode facilmente se tornar um comportamento tolo — imprudente, impulsivo, até mesmo descuidado e perigoso, tudo em nome da fé. Mas a fé real sempre deve ser construída diretamente nos alicerces da Palavra escrita de Deus à medida que o Seu Espírito lhe dirige a aplicá-la para a sua vida. 


Como você descreveria a diferença entre a fé e a tolice? O que impede que alguém cruze a linha entre as duas? Como cristãos, temos o privilégio de conhecer o direcionamento de Deus para nós à medida que o buscamos em oração. Ele será fiel em nos mostrar a verdade, em nos dar o direcionamento para o próximo passo que precisamos dar. Além disso, estar confiante e afirmado nesse próximo passo é crucial para nos ajudar a nos manter equilibrados enquanto buscamos um estilo de vida protegido pelo escudo da fé. 


Visto que você conhece a verdade de Deus ou da promessa de Deus em relação a um assunto, é hora de dar os passos de maneira que sejam coerentes com isso. Escute com atenção — os sentimentos nunca podem ser o fator determinante das suas ações. 

Os sentimentos mudam e estão sujeitos a estímulos externos. Ações de fé devem estar ancoradas em algo mais sólido e fixo. Nosso Deus é verdadeiro e digno de ser seguido. Ele está sempre ali — ganhando de Satanás em força — para ouvir as nossas orações apreensivas, reafirmar as suas promessas audaciosas e nos dar aquele fôlego a mais que precisamos para continuar caminhando firme em sua direção. 

Escudos ao alto, soldados. Estamos andando por fé.

LEIA:

Jo 10:27

terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

A Armadura de Deus (IV).

Ao longo da história da guerra, uma das táticas praticadas projetadas para máxima destruição foi a realização de ataques surpresas com flechas flamejantes. Essas flechas acesas em suas extremidades, se agitavam no ar em direção aos alvos pretendidos (por exemplo, as carroças e barracas de lona de um acampamento militar), incendiando tudo. 


E isso foi eficaz. Se flechas suficientes atingissem esses alvos, toda a brigada de soldados estaria ocupada tentando conter o incêndio antes que ele queimasse todos os equipamentos e suprimentos. Distraídos pelas chamas, os homens tornavam-se vulneráveis por ficarem preocupados, distraídos demais para lidar com qualquer ataque ao acompanhamento que seu próximo inimigo planejasse em seguida. 

As flechas flamejantes não foram planejadas à princípio para matar ou destruir; elas foram planejadas para distrair. 

Seu inimigo quer distrair . Para então conseguir te cegar. E escute-me — ele não está atirando estas flechas indiscriminadamente. É uma estratégia premeditada. Ele estudou as suas tendências e hábitos, seus medos e fraquezas mais profundos e concentra-se nessas áreas em particular. Ele sabe que não pode lhe destruir. Você está eternamente seguro em Jesus. Mas ele pretende desviar sua atenção, criando incêndios interiores em sua vida — como insegurança, intimidação, ansiedade, preocupação ou ocupações. Ele quer que você esteja sem foco, enquanto ele se aproxima de mansinho por trás. 


Em Efésios 6, Paulo expressa o cinto, a couraça e os sapatos como um uniforme espiritual que deve ser usado pelos cristãos em todos os momentos. Minuto a minuto. Dia a dia. Mas a respeito do escudo da fé, ele ordena que seja “levado”. 


Veja da seguinte maneira: uma enfermeira pode usar uniforme diariamente para trabalhar porque é o uniforme dela. Mas quando surgir a necessidade, ela irá pegar um estetoscópio, um aparelho de pressão sanguínea ou inúmeras ferramentas para usar em seu paciente. Da mesma forma, devemos sempre usar nosso uniforme diário, dado divinamente, mas também estar preparadas para “levar” outras coisas quando necessário. 


A primeira dessas peças de armadura é o escudo da fé. No momento em que sentimos a primeira flecha flamejante infiltrando-se em nossa vida de alguma forma, ativamos a fé como um escudo de proteção sobre nossas vidas. 


Não perca a ironia aqui. O inimigo envia flechas flamejantes em sua vida especificamente quando você está sendo chamada a andar em fé. Essas flechas são destinadas intencionalmente a impedir você de fazer a única coisa que consegue apagá-las: andar em fé! A Fé faz com que as flechas ardentes fracassem.  


O que Deus está pedindo para você fazer? Faça! Em Fé.

LEIA:

Ef 6:10-20


segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

A Armadura de Deus (III).

Um soldado romano "vestido" com algo mais semelhante a um cinturão do que um cinto. A maioria dos estudiosos concorda que mais do qualquer outra peça de vestimenta ou equipamento de um soldado, este cinturão — com intrincada decoração e elaboradas fivelas — distinguia um soldado de um civil. Não era nada opcional, acessório secundário, como algo que você ou eu poderíamos adicionar a uma roupa. Era estratégico, com foco primário destinado ao traje. Pense naquelas largas cintas lombares que os funcionários da UPS® e FedEx® usam ao redor de suas cinturas quando carregam pesados pacotes. O robusto cinturão de couro do soldado romano foi feito para contornar o torso e fornecer apoio essencial enquanto ele executava os movimentos rápidos e exigentes da guerra. 

A verdade é seu apoio. Ela fornece o apoio essencial que você precisa quando está no meio de uma guerra espiritual. 

Lembre-se, o abrangente dispositivo do inimigo é o engano. Ele pincela a realidade com cores atraentes e sedutoras, seduzindo-nos para longe dos princípios preto e branco. Ele propaga fantasias, fazendo com que coisas temporais e insignificantes pareçam imensamente valiosas e favoráveis. Sua embalagem é tão esperta que, a menos que saibamos o que é a verdade — quero dizer realmente saber, saber em nosso íntimo —, nós facilmente cairemos como presas em suas armadilhas. 


A verdade — aquela que podemos basicamente definir como a opinião de Deus em qualquer assunto — é o nosso padrão. A verdade é quem Deus é, o que Ele diz que é, o que é melhor resumido para nós na pessoa de Jesus Cristo. 


A verdade de Deus. A verdade bíblica. Sem uma aliança concreta e uma afirmação para com esta verdade — com a verdade real — você ficará fraco e suscetível as coisas que podem parecer corretas e soar corretas, mas que, na verdade, não são. Mas com o padrão da verdade no lugar, você pode ajustar qualquer outra coisa na sua vida — suas ambições, escolhas e sentimentos; sua mente, vontade e emoções — até que tudo esteja alinhado corretamente. Quando você tem uma essência forte, estável e que te dá suporte, você não pode facilmente ser desviado pelas astutas mentiras do inimigo. Vista-se com a verdade e você estará pronto para a palavra "vá". 


O verdadeiro teste virá quando os ideais e filosofias da nossa cultura balançam na direção oposta e ainda assim nós escolhemos permanecer firmes e fortes nos imutáveis padrões de Deus. O tempo é chegado para nós, para sermos homens e mulheres cingidos, na verdade.

LEIA:

Sl 119-160

domingo, 20 de fevereiro de 2022

A Armadura de Deus (II).

Paulo não estava pedindo em oração para que os cristãos de Efésios pudessem receber as abundantes heranças de riqueza espiritual, bençãos, poder e autoridade, mas que eles percebessem que eles já as tinham. Como cristãos, eles já possuíam tais coisas, assim como nós já as temos. Mas até que eles percebessem, que bem isso poderia trazer? 


De fato, a armadura espiritual que ele descreve em Efésios 6 é meramente uma repetição — uma maneira diferente de descrever — do que Paulo já havia explicado anteriormente na primeira parte da carta. Como eles poderiam "vestir" ou "tomar posse" daquilo que eles não sabiam terem? O primeiro passo para eles poderem — para nós podermos — utilizar os recursos espirituais que recebemos é ter os olhos espirituais abertos para podermos enxergá-los. 


A passagem de Eliseu e a cegueira de seu servo em 2 Reis 6 é, absolutamente, uma das minhas passagens favoritas na Bíblia. O cenário era de uma batalha prestes a acontecer entre o irado rei da Síria e a nação de Israel. 


O servo de Eliseu teve uma visão. A princípio, ele pôde ver apenas o inimigo, o que o deixou sem nenhuma outra reação, além de medo e ansiedade. Então ele imediatamente ficou atento a uma realidade espiritual transformadora: à disposição dele e trabalhando a seu favor estava mais que ele jamais teria imaginado. O que seus olhos físicos puderam ver não era páreo para o que ele não podia ver. A oração de Eliseu ajudou-o a ficar ciente de todos os recursos e força a seu lado para lutar contra o inimigo. 

Para ser confiante e vitorioso, você precisa ter habilidade de "enxergar"

Em Efésios 1, Paulo salienta apenas alguns dons que Deus nos deu. Há muitos mais, e cada um deles se conecta especificamente com sua armadura ou armas espirituais. A primeira chave para entender como tudo se encaixa na sua habilidade para derrotar o inimigo é a visão. Você não pode usá-las se você não consegue reconhecê-las completamente, se você não está ciente da sua disponibilidade e de sua importância para travar uma guerra com o inimigo. 


A vitória começa aqui. Começa hoje. Começa com uma oração por visão. Então, junte-se a Paulo em pedir ao Senhor para abrir seus olhos por completo, para que você não apenas possa detectar as atividades do inimigo, mas também esteja inteiramente ciente do que Deus dá a você para desarmá-lo e derrotá-lo em sua vida.

LEIA:

2 Reis 6



sábado, 19 de fevereiro de 2022

A Armadura de Deus (I).

 As coisas mais preocupantes em sua vida — coisas que você percebe com os cinco sentidos — não são o seu problema real. Tudo o que ocorre no mundo físico e visível está diretamente conectado à luta travada no mundo invisível e espiritual. O seu inimigo real — o diabo — quer que você ignore a realidade espiritual por trás da realidade física. Porque enquanto você estiver focado no que consegue ver com seus olhos físicos, ele pode continuar a andar livremente sob a superfície. Quanto mais negligenciá-lo, mais danos ele estará livre para fazer. O inimigo pode ser invisível, mas não é fictício. Ele é muito real, e muito persistente, travando batalhas contra nós, constantemente.


Ser um cristão não lhe dá imunidade contra os ataques do inimigo, mas lhe dá acesso ao poder do Pai — o poder que te defende e reverte o que foi feito contra você. Se você quer vencer a luta — se deseja juntar-se a mim para mudar as situações, alfinetar o inimigo e paralisar o impacto dele, na sua vida — a solução é perceber que você está conectado a força mais espiritual do que a que está vindo contra você.


Paulo escreveu Efésios não apenas para chamar a atenção para a batalha espiritual que existe no reino invisível, mas principalmente com o propósito de revelar a força inerente em cada pessoa em um relacionamento com Deus através de Cristo. Em Efésios, Paulo destaca um dos mais importantes, porém negligenciados, aspectos da nossa armadura espiritual: a oração.


Paulo considerava a oração tão crucial para obter vitória sobre o poder de Satanás em nossas vidas que, como um estudioso observou, "Efésios tem proporcionalmente mais de 55% dos versículos diretamente relacionados a oração", assim como Romanos, a carta mais longa de Paulo.¹ Ele até irrompe em oração várias vezes enquanto escreve. E quando ele ora… irmãos, ele é estratégico, certificando-se de contar aos leitores exatamente sobre o que está orando. Ele sabia que a oração consegue mudar a trajetória de sua vida toda. A vitória na guerra espiritual é inseparável da oração.


Leia Efésios 1:18-21 e 3:14-19. De todas as coisas que Paulo ora, qual delas você mais precisa pedir a Deus hoje? 

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Pessoas Difíceis.

 

Estamos terminando este plano com, talvez, o aspecto mais difícil de amar o próximo. Inevitavelmente, vamos encontrar pessoas que são mais difíceis de amar. As pessoas nesta categoria podem ter crenças ou pontos de vista diferentes dos nossos, e muitas vezes podemos ficar frustrados quando elas não concordam conosco. 

Não precisamos ficar neste lugar de frustração. Na verdade, podemos pegar os conhecimentos dos dias anteriores deste plano bíblico e realmente aplicá-los aqui! Aqui estão três maneiras de amar pessoas difíceis:

Mostre compaixão. Nem sempre conhecemos a formação ou as experiências de alguém. Podemos fazer suposições, mas muitas vezes é muito precipitado pensar que podemos saber por que alguém age de tal forma sem realmente conhecê-lo. Então, vamos mostrar compaixão pelas pessoas em vez de tirar conclusões precipitadas que podem ser falsas. 

Concentre-se nas semelhanças. Sempre haverá alguém com quem não concordamos. Na verdade, provavelmente não há ninguém no planeta com quem concordemos totalmente. Podemos restringir o que nos divide, ou podemos simplesmente escolher nos concentrar em onde estamos unidos. 

Ore. Esta é a coisa mais valiosa que você pode fazer, mas não é a única coisa. Orar pelas pessoas com as quais não concordamos irá amolecer nossos corações em relação a elas. Começaremos a realmente querer o que é melhor para elas. Mas, também devemos orar por nós mesmos, para que exibamos o fruto do Espírito ao interagirmos com os outros. 

Algumas das pessoas com quem não concordamos podem ser pessoas que não conhecemos e nunca encontraremos, enquanto outras estão em nossas famílias e grupos de amigos.  Independentemente de como estejamos próximos daqueles de quem discordamos, ainda somos chamados a amá-los como nosso próximo. Quando amamos uns aos outros como Jesus ensinou, estamos mostrando ao mundo que somos Seus discípulos. 

À medida que concluímos este plano, vamos nos concentrar menos em quem é o próximo e mais em ser aquele que amará quando surgir a oportunidade. Você nunca sabe como seu ato gentil e amoroso pode alegrar o dia de alguém. Na verdade, isso pode até mudar suas vidas. 

Peça a Deus para abrir seus olhos para as necessidades ao seu redor. Há uma abundância delas, e se todos nós fizermos nossa parte, todos os próximos em todos os lugares serão amados.

LEIA:

Jo 13:34-35 / Gl 5:22-23

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Desconhecidos.

 

Em Lucas 10, Jesus conta uma história sobre um homem que foi atacado e deixado para morrer na beira da estrada. Um sacerdote viu o homem e cruzou a rua para evitá-lo. Outra pessoa que trabalhava no templo fez a mesma coisa. Mas, um samaritano, que era desprezado por muitos judeus, viu o homem e foi ajudá-lo. Poderia ser suficiente ajudar o homem ferido a se levantar e ter certeza de que ele estava bem. Mas, este bom samaritano foi além ao cuidar de suas feridas, levando-o para uma pousada na cidade próxima e, em seguida, deixando dinheiro para o dono da pousada continuar a cuidar dele. Este samaritano não conhecia o homem quando se deparou com ele, mas ele escolheu amar este desconhecido. 

Passamos por pessoas que não conhecemos todos os dias. Com frequência somos tentados a ignorar a pessoa comum, porque não queremos ser incomodados ou não achamos que podemos fazer a diferença. A fim de amar as pessoas que não conhecemos, precisamos orar diariamente e pedir a Deus olhos para ver as pessoas que precisam de um toque Dele.

Aqui estão algumas maneiras práticas de mostrar amor as pessoas que não conhecemos:

Faça uma coisa pequena. Quando você se depara com as pessoas, você não tem ideia do que está acontecendo em suas vidas. Elas podem estar tendo o melhor dia ou podem ter acabado de receber as piores notícias de suas vidas. Talvez Deus nos permita notar a mãe com filhos malcriados na loja, ou notamos um homem que parece ter muito pouco. Um simples sorriso ou um pequeno presente nosso pode mudar o dia deles. 

Tenha olhos para ver. Encontramos tantas pessoas que não conhecemos a todo dia: em lojas, restaurantes, na igreja, e em uma variedade de outros lugares. Mesmo que não tenhamos um relacionamento pessoal com elas, ainda podemos amá-las como nossos próximos. Mostrar bondade para com estranhos é uma tremenda forma de servir.

Realmente, existem inúmeras maneiras de amar o próximo que não conhecemos. Na verdade, esta pode ser uma das coisas mais genuínas que fazemos, porque se não conhecemos as pessoas e escolhemos amá-las na prática, elas nunca serão capazes de nos retribuir. Talvez você pague pelo café da pessoa na fila atrás de você, doe sangue que irá beneficiar aqueles que estão cronicamente doentes ou forneça comida para alguém em outro país. Esses atos simples são maneiras maravilhosas de amar as pessoas que não conhecemos. 

LEIA:

Lc 10:25-37 / Hb 13:1-2

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

As Pessoas que Conhecemos.

Todos temos pessoas em nossas vidas de quem somos mais próximos. Pode parecer fácil amar as pessoas que conhecemos bem, mas na realidade, às vezes não é. Amar ao próximo significa amá-lo nos dias fáceis e nos dias difíceis. Aplaudimos o sucesso dele e o confortamos quando falha. 

Aqui estão algumas formas práticas de como podemos amar as pessoas de quem somos próximas:

Diminua o sofrimento delas. Quando conhecemos bem alguém, sabemos quando as coisas estão bem e quando não estão. Quando alguém está  passando por alguma dificuldade, podemos ser uma parte da solução. É fácil dizer coisas como, “Deixe-me saber se você precisar de alguma coisa,” mas sinceramente, a maioria das pessoas não irá te dizer. Você pode expressar sua ajuda assim: “Vou levar o jantar para sua família esta noite. Que horas pode ser?”

Conceda graça. Uma das maneiras mais importantes de amar o próximo é fazer concessões por seus defeitos. Escolher conceder graça significa perdoar aqueles que nos ofendem. Afinal, Deus perdoou tanto a cada um de nós que não é sensato justificar a falta de perdão para com os outros. Através do processo de perdoar os outros, nos livramos de nutrir amargura. 

Encoraje-os. Com nossas palavras e ações, fazemos uma de duas coisas: construir ou destruir. O mundo nem sempre é amigável, então vamos ser mensageiros de boas notícias para as pessoas em nossas vidas. Nunca sabemos como uma palavra ou ato gentil mudará o dia de alguém; e potencialmente seu futuro. 

Para as pessoas que conhecemos, podemos encontrar inúmeras maneiras de demonstrar amor a elas. Talvez fazer uma tarefa para alguém que não pode sair de casa, ajudar em alguma atividade em sua casa ou passar um tempo realmente escutando e ouvindo-as quando as coisas estão difíceis. Vamos aprender a colocar as necessidades dos outros antes das nossas com mais regularidade. Quando fazemos isso, estamos agindo como Jesus agiu, pois não há amor maior do que quando nos colocamos de lado e fazemos algo por outra pessoa.

LEIA:

Jo 15:12-13 / Rm 15:2 / Gl  6:2 / Fp 2:3 / Cl 3:13-14

domingo, 13 de fevereiro de 2022

Quem é meu Próximo?

 

Ame o próximo. Seja você familiarizado com a Bíblia ou não, provavelmente já escutou esta frase. Este mandamento foi escrito primeiramente em Levítico 19:18 no Antigo Testamento, e vem logo depois de lermos que não devemos buscar vingança ou guardar rancor das pessoas. 

Quando pensamos sobre o próximo, no sentido literal, pensamos que é alguém que, na verdade, mora próximo de nós. A fim de saber o que 'próximo' realmente significa, precisamos voltar ao texto Hebraico original de Levítico 19:18. A palavra para 'próximo' é plesion, e significa amigo ou qualquer outra pessoa. Basicamente, devemos amar a todos!

O membro da família contestador

O homem amigável na mercearia

A senhora frustrante na rua

A doce criança em outro país

A pessoa que votou diferente de você


É um mandamento sublime, não é? Mas, é essencial, tanto que Jesus o tornou o segundo mandamento mais importante!

“Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?” Respondeu Jesus: “‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento’. Este é o primeiro e maior mandamento. E o segundo é semelhante a ele: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’.  Mateus 22:36-39 NVI

É um mandamento muito desafiador, e até parece um pouco inatingível. Poderia parecer mais realista se o versículo falasse, “Ei, ame os próximos quando eles estiverem sendo legais com você e quando tudo estiver indo bem. Mas se eles te chatearem ou fizerem algo para aborrecê-lo, então você não precisa amá-los. Você está livre para isso.” Mas Jesus foi muito claro: devemos amar o próximo todo o tempo. 

Então, como realmente amamos o próximo? Amamos a Deus em primeiro lugar e depois a nós mesmos. Amar a Deus primeiro significa que recebemos Seu amor por nós, porque Ele nos amou primeiro. O amor de Deus por nós é incondicional. É difícil compreender esse tipo de amor e ainda mais difícil de demonstrar. É provavelmente por isso que muitas vezes chegamos ao nível de amar outras pessoas apenas quando nos parece conveniente. Amar a nós mesmos não é nenhum tipo de amor egocêntrico. Amar a nós mesmos significa que vemos nosso valor porque Jesus o fez, o suficiente para morrer na cruz por nós! Aprender a amar a nós mesmos por causa do valor que temos em Jesus nos ajudará a amar o próximo. 

Quando amamos o próximo, estamos sendo as mãos e os pés de Jesus. 

LEIA:

Lv 19:18 / Mt 22:34-40 / 1Jo 4:7-19

sábado, 12 de fevereiro de 2022

Jesus.

 

Jesus estava presente e ele não pensava como Felipe e nem como André. Ele pensava como filho de Deus e isso mudou tudo.

Eles tinham uma situação difícil para enfrentar, mas Jesus sabia em quem Ele cria. Jesus sabia do poder do seu Pai. Precisamos pensar como filhos de Deus para enfrentar os problemas da nossa vida. Jesus nos ensina a pensarmos independentemente das circunstâncias. Ele nos mostra que mesmo quando algo parece ser grande, o nosso Deus é maior. Mesmo quando algo parece ser impossível, para Deus tudo é possível. 

Jesus sabia o que esse mundo poderia oferecer, mas ele confiava naquilo que o seu Pai poderia fazer. Ele não se desesperou. Ele deu graças e deixou Deus agir.

Precisamos ter a mente de Cristo e pensar constantemente no Pai. Se focarmos nas coisas deste mundo ou nas nossas limitações, vamos estar sempre desesperados. Não podemos limitar os nossos pensamentos só àquilo que conseguimos ver: temos que ter fé e acreditar. 

Dê graças, ore, se comprometa com Deus. Peça perdão, obedeça e deixe Deus agir. Se você tem um relacionamento genuíno com Deus, entregue o controle para Ele. Entregue seu comportamento, suas emoções e seus pensamentos. 

Não foque nas coisas terrenas e nem nas coisas deste mundo, mas firme seus pensamentos nas coisas do alto. Se olharmos para as coisas terrenas veremos apenas dois peixinhos e cinco pães, mas se olharmos para as coisas do alto, vamos ver uma multidão satisfeita e doze cestos cheios. 

Quando estiver ansioso: ore.

Quando estiver triste: louve.

Quando estiver confuso: leia a Palavra.

Não deixe seus pensamentos negativos desencorajarem você de viver o que Deus tem preparado para você. Os pensamentos dele são maiores!

LEIA:

Jo 6:10-14 / Fp 4:8 / Is 55:8-9 / Hb 3:1

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

André.

 A Bíblia nos diz que André tomou a palavra e disse: "Aqui está um rapaz com cinco pães de cevada e dois peixinhos, mas o que é isto para tanta gente?”

André até tinha algo para oferecer, mas não acreditava ser o suficiente. As vezes nós só vamos ter dois peixinhos e cinco pães. Nada mais. 

A vida vai ficar muito complicada, os problemas muito grandes, e vai parecer que o que temos nunca será o suficiente. Ficamos com pouca esperança. 

André até tinha algo, mas ele mesmo não tinha fé que seria o suficiente. Quantas vezes nós não apresentamos a Deus algo achando que não será o suficiente? 

As vezes é dinheiro mesmo, algo material. Mas às vezes é o pouco da confiança que temos para salvar um casamento. Um pouco de conhecimento para passarmos naquela importante prova. Um pouco de talento para ser usado na casa de Deus ou na nossa vida profissional. 

A Palavra de Deus diz que precisamos ser fiéis no pouco e que precisamos dar o nosso melhor para Deus. Deus não vê a quantidade, Ele vê a intenção do coração. 

Não pense que não é o suficiente ou que você não é bom o bastante. Faça o seu melhor, prossiga e apresente tudo o que você tem e é para Deus. Dois peixinhos, um coração sincero e a sua fé são o suficiente para o agir de Deus. 

LEIA:

Jo 6:8-9 / Mt 25:21 / Jr 17:10 / Sl 37:5

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

Felipe.

 “O que vamos fazer?” Essa foi a grande pergunta dos discípulos. Jesus fez a pergunta para Felipe e ele respondeu: “Duzentos denários não comprariam pão suficiente para que cada um recebesse um pedaço!” 

Felipe já havia pensado nos recursos para resolver o problema. Ele foi naquilo que é material, naquilo que é palpável. Ele olhou para a multidão, olhou para o problema e fez o que normalmente nós também sempre fazemos: foi racional. Ele pensou de forma lógica e, realmente, logicamente não tinha como resolver essa questão.

Existem situações na nossa vida em que não conseguiremos ver a resposta de forma racional e lógica. Mas conseguiremos ver as respostas pela fé.

A Bíblia fala de algumas coisas que não fazem sentido no mundo em que vivemos. A Bíblia fala para o fraco dizer que é forte, manda amar os nossos inimigos e nos diz que o Criador morreu no lugar da criatura. Não faz sentido. Não é lógico!

Mesmo quando não faz sentido, Deus é poderoso para fazer. Mesmo quando parecer impossível ou fora da nossa realidade, acredite e exercite os seus pensamentos a acreditarem no sobrenatural de Deus. Quando temos fé, não podemos pensar só naquilo que é natural. Deus não trabalha dentro dos limites da lógica humana e sua loucura é mais sábia que a sabedoria humana.

LEIA:

Jo 6:5-7 / 1Co 1:25 / Cl 3:2

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

Os Nossos Pensamentos.


O pensar é um processo cognitivo que nos faz compreender o mundo. É através dele que percebemos tudo a nossa volta. 

Na psicologia damos muita importância para os nossos pensamentos, pois eles são os grandes responsáveis pelo nosso comportamento. Por exemplo: um evento acontece, então vamos processar as informações desse evento com os nossos pensamentos, logo esse pensamento deve gerar uma emoção que pode gerar um comportamento, uma ação. 

Podemos observar esse processo em algumas situações da nossa vida. Quando pensamos que ninguém gosta de nós, ficamos tristes, desanimados e acabamos nos fechando ou nos afastando de pessoas. 

A forma como pensamos determina a maneira como enfrentamos os desafios que encontramos na vida.

Gostaria de fazer esse devocional baseado na passagem de João 6 em que Jesus e os discípulos estavam com uma grande multidão e encontraram um problema: não tinham comida para alimentar todos. 

Os discípulos se depararam com um problema. Jesus já tinha em mente o que iria fazer, mas queria ver o que se passaria na mente dos seus discípulos. Imagino aquele momento de tensão entre eles quando ouviram a pergunta de Jesus: "Onde compraremos pão para esse povo comer?”

A multidão estava se aproximando e eles não tinham como ver a resposta para esse problema. Muitas vezes não temos como ver respostas de algumas situações que acontecem na nossa vida. Ficamos com medo, ansiosos, tristes. Essa vida vai nos proporcionar muitos desafios e por isso pensar como Jesus é essencial. 

LEIA:

Jo 6:1-5 / Sl 94:11 / Ef 4:22-24 / 1Co 14:20

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

VOE NAS ALTURAS COMO ÁGUIAS.

 

Ser uma pessoa de fé não significa que você não irá nunca ter medo. No entanto, quanto mais você permite que o Deus do universo esteja encarregado de sua vida e reconheça sua necessidade por uma dependência completa Dele, menos amedrontado você irá se tornar. Com Deus, você nunca andará na escuridão e nunca andará sozinho. Com Deus, você irá voar alto como águias. Você correrá e não perderá suas forças. Andará e não se cansará.


Quando você põe sua esperança e confiança em Deus, pode superar qualquer obstáculo em seu caminho ou situação em sua vida. E isso inclui o medo. Quando o Senhor te dá uma promessa na Palavra Dele, acredite nisso e a sua força será renovada. Permaneça corajoso enquanto você espera por Ele lhe livrar de tudo que está te deixando apavorado. 


Que o Senhor possa te erguer nas altura das águias e te trazer a um lugar de forças renovadas. Que você descanse em Seus braços poderosos e permaneça em Sua Palavra, então você terá a Sua paz, que excede todo o entendimento, ao invés do medo. 

LEIA:

Is 40:31 / Sl 56:3-4 / Jo 14:27

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

DEUS É O SEU REFÚGIO.


Você consegue lembrar quando esteve correndo em direção a braços seguros quando era uma criança com medo de algo ou alguém? Talvez seu protetor foi sua mãe ou pai, sua irmã ou irmão, parente, professor, ou amigo. Quão confortável você se sentiu assim que foi envolvido em um imenso, tranquilo, e seguro abraço?


Deus disse que nós poderíamos enfrentar dificuldades em nossas vidas, mas Ele também disse que Ele seria nosso refúgio e nossa força. Ele é o nosso escudo, nossa ajuda sempre presente nos tempos de sufoco. Seus braços estão bem abertos e prontos para aconchegar você nos cuidados Dele. Lance suas preocupações e apreensões para Ele. Não há nenhuma situação que você irá enfrentar que esteja fora do controle de Deus. 


Portanto, você não precisa ter medo. Seu Pai Celestial, que ama você além dos limites, está com você. Se lembra como Jesus acalmou a tempestade quando os discípulos estavam no barco, aterrorizados? Deus foi o refúgio deles. Lembra quando os israelitas lutaram contra exércitos muito mais poderosos que eles, e venceram, enquanto eles marchavam para a Terra Prometida? Deus foi o refúgio deles. Deus é seu refúgio também!

LEIA:

2Sm 22:31 / Sl 46:1-3 / Dt 33:27 / Sl 18:2

domingo, 6 de fevereiro de 2022

DEUS ESTÁ NO BANCO DO MOTORISTA.

 

Quem você quer ter no banco do motorista durante a pandemia do COVID-19 ou durante qualquer outra situação apreensível, na verdade? Poderia ser a mídia, políticos, agências do governo, o setor de saúde, comunidades e famílias? Claro, todos os setores estão envolvidos na preparação e na resposta da pandemia, e todos nós deveríamos estar trabalhando juntos. Apesar disso, nós não podemos esquecer do papel que nosso Deus soberano age em tudo isso.


Deus está no controle. Ele sempre esteve e sempre estará. Ele tem estado na estrada das tribulações tantas vezes antes, e Ele sabe o caminho e o resultado. Não há perigo, problema, situação ou circunstância que Deus não esteja antes no controle. Deus está sempre atento por sua segurança e Ele estará contigo seja lá aonde você for.

LEIA:

Sl 46:1 / Js 1:9

sábado, 5 de fevereiro de 2022

O MEDO É UM MENTIROSO.

 

Ter medo de algo que pode nos prejudicar é da natureza humana, mas o medo não vem de Deus. O medo é uma das armas mais populares do inimigo que ele usa contra nós. Como cristãos, sabemos que Deus não nos dá o espírito de medo. Ele nos fornece o espírito de poder, de amor e de uma mente sã. Podemos vencer o medo da incerteza, sabendo que Deus está no controle e que Ele caminhará conosco nesse período difícil. 

Zach Williams é um músico cristão e tem uma ótima música intitulada "Fear is a Liar" (O Medo é um Mentiroso).


O refrão é o seguinte: 


“O Medo, ele é um mentiroso


Ele vai tirar seu ar


Parar seus passos


O Medo, ele é um mentiroso


Ele vai roubar seu descanso


Roubar sua felicidade


Lance seu medo no fogo


Porque o medo é um mentiroso.”

LEIA:

2Tm 1:7 / Is 41:10 / 1Pe 5:8

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

NÃO BALANCE O BARCO.


Parece que você está no meio de uma tempestade incontrolável e com risco de vida, com medo do surto de coronavírus? O medo pode ser como uma enorme onda de água pronta para consumi-lo, balançando o barco. O medo, como uma onda gigante, pode ser poderoso e implacável. Você sabia que o lugar mais calmo para se estar quando você está no meio de ondas é embaixo delas? Não importa o tamanho da onda acima da superfície, a água será mais calma no fundo.

Jesus é como a água calma sob uma onda. Ele é a calma que pode remover seus medos. De fato, Jesus foi exatamente isso quando estava no barco com os discípulos. Os discípulos ficaram com medo quando o mar rugiu, enquanto Jesus dormia pacificamente no barco. Eles imploraram que Jesus fizesse alguma coisa, pois se concentraram na tempestade.

Antes de acalmar a tempestade, Jesus perguntou aos discípulos que estavam com falta de fé: "Por que vocês têm medo?" Deus tem poder sobre todas as tempestades da sua vida, então mantenha seus olhos Nele. Quando você se sentir sobrecarregado, tenha fé que Ele tem o poder de levá-lo através da tempestade. 

LEIA:

Mt 8:23-27 / Sl 56:3-4