terça-feira, 28 de junho de 2016

Como viver em um mundo de Corrupção?

SALMOS 4
3 Saibam que o Senhor escolheu o piedoso; o Senhor ouvirá quando eu o invocar.
4 Quando vocês ficarem irados, não pequem; ao deitar-se reflitam nisso, e aquietem-se.
Como viver com Integridade em um Mundo de Corrupção?

 – Hermisten Maia

“A prática do suborno confere ao homem a sensação de ser senhor da história. Na pressuposição de que todo homem tem seu preço, posso reger o meu destino. Deste modo, meus recursos se constituem em meu Deus, por meio do qual manipulo quaisquer situações adversas. O meu poder de persuasão, sedução, barganha e compra é a minha lei. A soberania de Deus é banida, o seu trono e cetro me pertencem. Desta forma, pensa poder dizer: “As minhas mãos dirigem meu destino”. Fútil e perigosa ilusão. Deus continua no controle. Vê todas as coisas, e não se agrada dessa prática.”



Somos tentados a buscar uma teologia que se enquadre às nossas próprias expectativas. Por isso, o que um povo crê diz muito acerca de seus valores éticos. Corações justificadas buscarão conhecer ao Deus da justiça, enquanto corações corruptos buscarão adorar a um deus corrupto.

Sirva, siga, obedeça os estatutos e mandamentos de Deus, viverás e vencerás neste mundo.

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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Até Quando??

SALMOS 4
2 Até quando vocês, ó poderosos, ultrajarão a minha honra? Até quando estarão amando ilusões e 
buscando mentiras?.

“Ó homens, até quando tornareis a minha glória em vexame…?” 

Que honras o povo de Israel, em cegueira, tributou ao seu Rei tão esperado?

1) Eles Lhe ofereceram uma procissão de honra, da qual tomaram parte oficiais romanos, sacerdotes judeus, homens e mulheres, enquanto Ele mesmo carregava a sua cruz. Este é o triunfo que o mundo oferece Àquele que veio para vencer os inimigos imediatos do homem. Gritos de menosprezo foram as únicas aclamações que Ele recebeu; e escárnios agressivos foram os seus únicos louvores. 

2) Eles O presentearam com o vinho de honra. Em vez de Lhe darem o cálice de ouro do vinho generoso, Lhe ofereceram o entorpecente gole mortal de um criminoso, mas Ele o recusou porque preservaria ileso o paladar por meio do qual provaria a morte. Após o Senhor Jesus haver clamado: “Tenho sede” (João 19.28), eles Lhe deram vinagre misturado com fel em uma esponja, que, fixada em um caniço de hissopo, fizeram chegar-Lhe à boca. Oh! que detestável hospitalidade manifestada para com o Filho do Rei. 

3) Eles Lhe deram uma guarda de honra, que demonstrou sua estima por Ele lançando sortes sobre as suas vestes, das quais se havia apoderado como sua recompensa. Tais eram os guarda-costas do adorado do céu – um quarteto de jogadores brutais. 

4) Um trono de honra foi encontrado para Ele na cruz sangrenta. Na verdade, a cruz era a completa expressão dos sentimentos do mundo para com o Senhor Jesus. Eles pareciam dizer: “Filho de Deus, esta é a maneira segundo a qual o próprio Deus deveria ser tratado, se pudéssemos tocá-Lo”. 

5) O título de honra era apenas nominal – “Rei dos Judeus”. No entanto, a nação judia, em cegueira, repudiou francamente aquele título e chamou o Senhor Jesus de “Rei dos Ladrões”, preferindo a Barrabás e colocando-o no lugar de maior vergonha, entre dois ladrões. Deste modo, a glória do Senhor Jesus foi transformada em vergonha pelos filhos dos homens, mas esta glória ainda alegrará os olhos dos santos e dos anjos, para sempre.

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domingo, 26 de junho de 2016

Prepare-se...

HEBREUS 13
13 Portanto, saiamos até ele, fora do acampamento, suportando a desonra que ele suportou.
14 Pois não temos aqui nenhuma cidade permanente, mas buscamos a que há de vir.

O Senhor Jesus, ao carregar a sua cruz, saiu da cidade para sofrer. 

O motivo que o cristão tem para sair do arraial do pecado e das religiões não é o intenso desejo de ser diferente, e sim o exemplo de seu Senhor. 

O discípulo tem de seguir o seu Mestre. Cristo não era do mundo (João 17.14). Sua vida e seu testemunho eram um constante protesto contra a conformação com o mundo. 

Nunca houve tal superabundância de afeição pela humanidade como a que encontramos n'Ele, entretanto, Ele estava separado dos pecadores. Semelhantemente, o povo de Cristo deve sair ao encontro dEle. Este povo deve assumir sua posição “fora do arraial”, como vivas testemunhas da verdade. 

Eles devem estar preparados para trilhar o caminho estreito e reto. Devem ter corações destemidos, persistentes, como de leões, amando a Cristo em primeiro lugar, e depois a verdade dEle, ambos acima de tudo no mundo. O Senhor Jesus quer que seu povo saia fora do arraial, para sua própria santificação.

Você não pode experimentar crescimento na graça, em qualquer nível, enquanto estiver conformado com o mundo. 

A vida de separação talvez seja um caminho de tristeza, porém é o caminho de segurança. A vida de separação pode lhe causar muitas dores e fazer de cada dia uma batalha, mas, apesar disso, é uma vida feliz. 

Nenhuma alegria pode sobrepujar a alegria do soldado de Cristo. Jesus se revela de modo tão gracioso e proporciona refrigério tão agradável, que o guerreiro sente mais calma e tranquilidade em sua luta diária do que os outros em seus momentos de descanso.

O caminho de santidade é um caminho de comunhão. É assim que esperamos receber a coroa, se formos capacitados, pela graça divina, a seguirmos fielmente a Cristo até fora do arraial. 

A coroa de glória seguirá a cruz da separação. Um momento de vergonha será compensado pela honra eterna. Um pouco de testemunho não parecerá nada, quando estivermos para sempre com o Senhor (1 Tessalonicenses 4.17).

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sábado, 25 de junho de 2016

Qual o peso da tua consciência??

LUCAS 23
26 Enquanto o levavam, agarraram Simão de Cirene, que estava chegando do campo, e lhe colocaram a cruz às costas, fazendo-o carregá-la atrás de Jesus.

Vemos na atitude de Simão em levar a cruz uma figura do ministério da Igreja durante todas as gerações. 

A Igreja é um instrumento que leva a cruz, após Jesus. Ele não sofreu para excluir o sofrimento do cristão. Ele levou a cruz, não para que você escapasse dela, e sim para que pudesse suportá-la. 

Cristo o isenta do pecado, mas não do sofrimento. Porém, devemos nos confortar com este pensamento: em nosso caso, assim como no de Simão, é a cruz de Cristo, e não a nossa, que estamos levando. 

Quando você for perseguido por causa de sua piedade, quando o seu cristianismo lhe trouxer a provação de zombaria cruel, lembre-se: não é a sua cruz, e sim a de Cristo, que você está levando. 

Oh! quanto deleite temos em levar a cruz de nosso Senhor Jesus! Você está levando a cruz após Ele. Você tem uma bendita companhia. Seu caminho está marcado pelas pisadas de seu Senhor. As marcas de sangue do ombro ferido de Jesus estão sobre o fardo mais pesado.

É a cruz do Senhor Jesus; Ele vai adiante de você, assim como um pastor vai à frente de suas ovelhas. Tome a sua cruz dia após dia e siga a Jesus. Também não esqueça que a está levando em companheirismo com Cristo. Você carrega a parte leve, enquanto Ele, a pesada. 

Alguns pensam que Simão carregou apenas uma parte da cruz, e não toda ela. Isto é bem possível; Cristo deve ter levado a parte mais pesada, aquela onde ficariam os braços e Simão deve ter carregado a ponta. 

Certamente é assim que acontece com você. Você está levando apenas a parte mais leve e final da cruz. Cristo tomou a parte mais pesada. E não esqueça que, embora Simão tenha levado a cruz apenas por breve espaço de tempo, isso lhe outorgou honra duradoura. 

De modo semelhante, a cruz que levamos está planejada apenas para breve espaço de tempo; depois, receberemos a coroa, a glória. 

Nós deveríamos amar a cruz e, ao invés de tremer diante dela, tomá-la por cara, visto que para nós tem “eterno peso de glória, acima de toda comparação” (2 Coríntios 4.17).

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sexta-feira, 24 de junho de 2016

A Perfeição é Cristo.

2 CORINTIOS 5
21 Deus tornou pecado[10] por nós aquele que não tinha pecado, para que nele nos tornássemos justiça de Deus.
10 Pois todos nós devemos comparecer perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba de acordo com as obras praticadas por meio do corpo, quer sejam boas quer sejam más.

Ó crente entristecido, por que você chora? Está lamentando as suas próprias corrupções? Olhe para o seu perfeito Senhor e lembre-se de que você é completo n'Ele. 

Aos olhos de Deus, você é tão perfeito como se nunca houvesse pecado. E, mais do que isso, o Senhor de nossa justiça vestiu-lhe com a roupa divina, de modo que você tem uma justiça mais do que humana – você tem a justiça de Deus. 

Você que está lamentando por causa de algum pecado ou corrupção inata, lembre-se: nenhum de seus pecados pode condená-lo. Você aprendeu a odiar o pecado, mas também aprendeu que o pecado não está mais em você -ele foi colocado em Cristo. 

A sua firmeza não está em você mesmo – está em Cristo. O fundamento de sua aceitação diante de Deus não está em você mesmo, está em seu Senhor. Você é tão aceito diante de Deus hoje, com todos os seus pecados, como o será quando estiver diante do trono dEle, livre de toda a corrupção.


Aproprie-se deste precioso pensamento: a perfeição está em Cristo! Você está completo n'Ele. Vestido com as roupas de seu Senhor, você é tão santo quanto Ele. Cristo, que morreu e ressuscitou, está assentado à destra de Deus, intercedendo por nós (Romanos 8.34). 

O que você tem de temer? Que o seu rosto sempre leve um sorriso. Viva perto de seu Mestre. Viva nos subúrbios da Cidade Celestial. Logo, quando o seu tempo chegar, você será levado ao lugar onde Jesus está assentado e reinará juntamente com Ele, assim como Ele venceu e assentou-­se à direita de seu Pai. 

Tudo isso acontecerá porque “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus” (2 Coríntios 5.21).

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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Ele carregou os seus pecados.

JOÃO 19
16 Finalmente Pilatos o entregou a eles para ser crucificado. Então os soldados encarregaram-se de Jesus.
17 Levando a sua própria cruz, ele saiu para o lugar chamado Caveira (que em aramaico é chamado Gólgota).

O Senhor Jesus estivera em agonia durante toda a noite. Passou toda a manhã no pátio de Caifás. 

Fora enviado às pressas até Pôncio Pilatos, e deste, a Herodes, que, por sua vez, O devolveu a Pilatos. Assim, poucas forças Lhe restavam; e nenhum tempo de refrigério ou de descanso Lhe foi concedido. Eles ansiavam pelo sangue de Jesus e O levaram à morte, sobrecarregado com sua própria cruz. 

Oh, como aquela procissão podia partir um coração! Que minha alma chore. O que aprendemos aqui, enquanto vemos nosso bendito Senhor sendo conduzido? Não percebemos aquela verdade prenunciada pelo bode expiatório? Você lembra como o sumo sacerdote trazia o bode expiatório e colocava ambas as mãos sobre a cabeça dele, confessando os pecados do povo, para que fossem postos sobre o animal e removidos do povo? Depois, o bode era levado para longe, ao deserto. Ele levava embora os pecados do povo e, assim, se fossem procurados não poderiam ser encontrados.

Agora, vemos Jesus sendo trazido diante dos sacerdotes e dos governantes, os quais O declararam culpado. Deus mesmo imputou-Lhe o nosso pecado -“o SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos” (Isaías 53.6). “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus” (2 Coríntios 5.21). 

Na qualidade de substituto da nossa culpa, levando sobre Si o nosso pecado, representado na cruz, podemos ver o grande Bode da Expiação sendo levado pelos oficiais de justiça designados por Deus. 

Amado, você tem a certeza de que Ele carregou seu pecado? Existe uma maneira pela qual você pode dizer se Ele levou ou não o seu pecado. Já confessou os seus pecados e passou a crer em Jesus?

Então, o seu pecado não está mais sobre você. Foi completamente transferido para Cristo, que o levou sobre os seus ombros, como um fardo mais pesado do que a cruz. Não deixe que este quadro suma de sua mente até que você tenha se alegrado em sua libertação e até que tenha adorado o amável Redentor em quem suas iniquidades foram depositadas.

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quarta-feira, 22 de junho de 2016

Socorro, Senhor meu Deus!.

SALMOS 12
1 Salva-nos, Senhor! Já não há quem seja fiel; já não se confia em ninguém entre os homens.

"Socorro, SENHOR!".

A oração em si mesma é notável, pois é curta mas, oportuna, concisa e sugestiva. 

Davi lamentou a escassez de homens fiéis; por isso, levantou a sua voz a Deus em súplica. Quando a criatura falhou, Davi correu ao Criador. Evidentemente, Davi sentiu a sua própria fraqueza, pois, do contrário, não teria clamado por ajuda. 

Entretanto, ao mesmo tempo, ele decidiu, sinceramente, se esforçar em benefício da causa da verdade, pois a palavra “socorro” é inaplicável onde nós mesmos nada fazemos. Há muita exatidão, clareza de percepção e intrepidez nesta petição de duas palavras -muito mais, na realidade, que nas longas e incoerentes expansões de certos crentes. O salmista sabia o que estava procurando e onde poderia encontrá-lo.


Senhor, ensina-nos a orar desta maneira bendita. Esta súplica é conveniente em aflições providenciais, para crentes que estão sendo provados e descobrem que todos os socorros humanos lhes falharam. 

Estudantes de doutrinas difíceis podem obter ajuda por elevarem este clamor ao Espírito Santo, o grande Ensinador. Guerreiros espirituais em conflitos interiores podem recorrer ao trono da graça, em busca de reforço; e as palavras desta súplica podem ser um modelo para a petição deles. Por meio desta súplica, aqueles que trabalham na obra do Senhor podem obter graça em tempos de necessidade. 

Os interessados que estão em dúvidas e alarmados podem apresentar a Deus esta mesma súplica poderosa. De fato, em todos os casos, ocasiões, circunstâncias e lugares, esta súplica será conveniente a almas necessitadas.

“Socorro, SENHOR!” será adequado na vida e na morte, no sofrimento e no trabalho, na alegria e na tristeza. Encontramos o nosso socorro no Senhor Jesus. Não devemos ser negligentes e deixar de clamar a Ele. 

O caráter de Deus nos assegura que Ele não abandonará o seu povo. Seu parentesco como Pai e Esposo nos garante auxílio. O dom do Senhor Jesus é um penhor de todas as coisas boas. E sua infalível promessa permanece: “Não temas, que eu te ajudo” (Isaías 41.13).

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