terça-feira, 7 de novembro de 2017

Teu Pai te Chama.


Os discípulos descansaram no sábado, entristecidos pela morte do Senhor, enquanto Jesus, o Rei da Glória, jazia no túmulo. Aproximando-se a noite, soldados se posicionaram para guardar o lugar de repouso do Salvador, enquanto anjos invisíveis pairavam sobre o local sagrado.

A noite passou lentamente e, enquanto ainda era escuro, os anjos vigilantes sabiam que estava quase chegando a hora para o livramento do amado Filho de Deus, seu querido Comandante.

Enquanto esperavam com a mais profunda emoção a hora do triunfo de Cristo, um poderoso anjo veio voando rapidamente do Céu. Seu rosto era como relâmpago, e suas vestes brancas como neve. Sua luz dissipava as trevas por onde passava e fez com que os anjos maus, que triunfantemente reivindicavam o corpo de Jesus, fugissem com terror do seu brilho e glória.

Um dos Anjos do exército celestial, que havia testemunhado a cena da humilhação de Cristo e estivera vigiando Seu lugar de repouso, uniu-se ao anjo vindo do Céu, e juntos desceram ao sepulcro. A terra tremeu e se agitou quando se aproximaram, e houve um grande terremoto.

O terror se apoderou da guarda romana. Onde estava agora o seu poder para guardar o corpo de Jesus? Não pensaram em seu dever nem que os discípulos o pudessem roubar. Sob o resplendor da luz dos anjos, mais brilhantes do que o Sol, a guarda romana caiu como morta ao chão. Um dos anjos segurou firmemente a grande pedra, rolou-a da porta do sepulcro e sentou-se sobre ela. O outro entrou no túmulo e desatou o pano da cabeça de Jesus.

Então o anjo que chegara do Céu, com uma voz que fez a terra tremer, bradou: “Filho de Deus. Teu Pai Te chama! Sai!”.

A morte não mais poderia ter domínio sobre Ele. Jesus ressurgiu dos mortos, como um vencedor triunfante. Com solene temor, os anjos contemplaram a cena. E, ao Jesus sair do sepulcro, aqueles anjos resplandecentes se prostraram em terra, em adoração. E O aclamaram com cânticos de vitória e triunfo.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Deleite-se nas palavras doces...

SALMOS 119
103 Quão doces são as tuas palavras ao meu paladar! Mais que o mel à minha boca.

Nunca reduza o cristianismo a uma questão de exigências, resoluções e força de vontade. É uma questão do que amamos, no que nos deleitamos, do que apreciamos como bom para nós.

Quando Jesus veio ao mundo, a humanidade foi dividida de acordo com o que eles amavam. “A luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más” (João 3.19). Os justos e os ímpios são separados pelo que eles amam: a revelação de Deus ou o caminho do mundo.

Porém, alguém pode perguntar: Como posso me deleitar na Palavra de Deus? Minha resposta seria dupla:

1) Ore por novos paladares na língua do seu coração;

2) Medite sobre as maravilhosas promessas de Deus para o seu povo.

O mesmo salmista que disse: “Quão doces são as tuas palavras ao meu paladar” (119.103), afirmou antes: “Desvenda os meus olhos, para que eu contemple as maravilhas da tua lei” (119.18). Ele orou, pois ter santo paladar na língua do coração é um dom de Deus. Nenhum homem naturalmente tem fome da sabedoria de Deus e se deleita com ela.

Porém, quando você tiver orado, e até enquanto ora, medite nos benefícios que Deus promete ao seu povo e na alegria de ter o Deus Todo-Poderoso como seu ajudador agora e como sua esperança eterna.

Quem não gostaria de ler um livro cuja leitura o mudaria de palha em cedro do Líbano, de uma tempestade de areia do Texas em um jardim havaiano? No fundo, ninguém quer ser palha — sem raiz, sem valor, inútil. Todos nós queremos extrair forças de algum rio profundo de realidade e nos tornar pessoas frutíferas e úteis.

Esse rio de realidade é a Palavra de Deus e todos os grandes santos foram feitos grandes por meio dela.

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domingo, 5 de novembro de 2017

Sua procura terminou.

JOÃO 6
35 Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede.

Esse texto aponta para o fato de que crer em Jesus é um alimentar-se e beber de tudo o que Jesus é.

O texto chega ao ponto de dizer que a sede da nossa alma é satisfeita com Jesus, de modo que não tenhamos mais sede.

Jesus é o fim da nossa busca por satisfação.

Quando confiamos em Jesus da maneira que João intenciona que façamos, a presença e a promessa de Jesus são tão satisfatórias que não somos dominados pelos prazeres sedutores do pecado ( Romanos 6.14). Isso explica por que tal fé em Jesus anula o poder do pecado e capacita para a obediência.

João 4.14 aponta na mesma direção: “Aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna”. De acordo com João 6.35, a fé salvífica é aqui mencionada como um beber da água que satisfaz os anseios mais profundos da alma.

É o mesmo em João 7.37-38: “Levantou-se Jesus e exclamou: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva”.

Por meio da fé, Cristo se torna em nós uma fonte inesgotável de vida satisfatória que dura para sempre e nos conduz ao céu. Isso ele faz enviando-nos o seu Espírito (João 7.38-39).

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sábado, 4 de novembro de 2017

Qual o teu receio?

JEREMIAS 1
8 Não temas diante deles, porque eu sou contigo para te livrar, diz o SENHOR.

Um grande obstáculo para servir ao Senhor, especialmente entre os jovens, é o medo da rejeição e oposição.

Todos os tipos de pensamentos vêm à mente sobre como algumas pessoas podem não gostar da forma como eu faço isso. As pessoas podem discordar ou se ofender. Eu poderia cometer um erro e ser criticado.

O temor do homem é um grande obstáculo ao ministério.

Por isso, Deus diz: Não temas, porque eu estarei contigo e te livrarei. A presença e a aprovação de Deus são mais valiosas do que todos os elogios dos homens. E Deus diz: em todos os seus problemas e através deles, eu te libertarei. Você triunfará no final. Você será mais do que vencedor.

E a mesma coisa é prometida a todos nós em Cristo Jesus hoje:
  • “Ele [Deus] tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?” (Hebreus 13.5-6).
  • “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8.31)
Assim, Deus disse a Jeremias, e diz hoje aos jovens a quem ele está chamando para servi-lo: “Não digas: Não passo de uma criança” (Jeremias 1.7). Por quê?
  • Porque sua vida está enraizada nos propósitos inabaláveis ​​e soberanos de Deus. Você foi escolhido, consagrado, criado e designado para um grande propósito.
  • Porque a autoridade de Deus, não a sua própria, está por trás de seu ir e falar.
• E porque o próprio Deus estará com você para livrá-lo em todas as suas tribulações.

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sexta-feira, 3 de novembro de 2017

É preciso buscar conhecimento.

2 PEDRO 1
3 Visto como, pelo seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude,

Eu estou maravilhado com o poder que a Bíblia dá ao conhecimento.

Considere 2 Pedro 1.3: “Pelo divino poder [de Deus]… têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude”.

Literalmente, todo o poder divino disponível para vivermos e sermos piedosos vem pelo conhecimento! 

Maravilhoso! Que prêmio devemos creditar à doutrina e instrução nas Escrituras! A vida e a piedade estão em jogo.

Não que o conhecimento garanta a piedade. Não. Porém, parece que a ignorância garante a impiedade. Porque, diz Pedro, o poder divino que conduz à piedade é dado pelo conhecimento de Deus.

Aqui há três implicações, um alerta e uma promessa.
  1. Leia! Leia! Leia! Mas cuidado para não perder o seu tempo com baboseira teológica. Leia ricos livros doutrinários sobre “aquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude”.
  2. Medite! Medite! Desacelere. Tire um tempo para pensar sobre a Bíblia. Faça perguntas. Tenha um diário. Permita-se ser humildemente perturbado por coisas intrigantes. Os entendimentos mais profundos vêm de tentar ver a raiz unificadora de dois ramos aparentemente antagônicos.
  3. Discuta. Discuta. Seja parte de um pequeno grupo que se preocupe apaixonadamente com a verdade. Não um grupo que apenas goste de falar e levantar problemas. Mas um grupo que creia que haja respostas bíblicas a problemas bíblicos.
Alerta: “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento” (Oséias 4.6). “Eles têm zelo por Deus, porém não com entendimento” (Romanos 10.2).

Promessa: “E não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior. Pois, para com as suas iniquidades, usarei de misericórdia e dos seus pecados jamais me lembrarei” (Hebreus 8.11-12).

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quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Deste "doce" eu não quero mais.

1 PEDRO 4

1 Portanto, uma vez que Cristo sofreu corporalmente, armem-se também do mesmo pensamento, pois aquele que sofreu em seu corpo rompeu com o pecado,

Primeiro, esse verso confunde. Teria Cristo deixado de pecar? Não! “O qual não cometeu pecado” (1 Pedro 2.22).

Depois, cai a ficha. Quando nos armamos com o pensamento de que Cristo sofreu por nós, percebemos que morremos com ele. “Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça” (1 Pedro 2.24). Quando morremos com ele, deixamos de pecar.

É exatamente como Romanos 6. “Sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos; porquanto quem morreu está justificado do pecado… Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus” (Romanos 6.6-7, 11).

Pedro diz: “Armai-vos com esse pensamento!”
Paulo diz: “Considerai-vos mortos!”

A arma para o nosso descanso é um pensamento/consideração.

Quando as tentações de Satanás vierem — para cobiçar, roubar, mentir, ambicionar, invejar, se vingar, criticar, temer — arme-se com esse pensamento: Quando meu Senhor sofreu e morreu para me libertar do pecado, eu morri para o pecado!

Quando Satanás lhe disser: Por que negar a si mesmo o prazer da luxúria? Por que lidar com a confusão que você poderia evitar ao mentir? Por que não seguir em frente e obter esse luxo inocente que você cobiça? Por que não buscar por justiça, retribuindo a mesma dor que você recebeu?

Responda-lhe: O Filho de Deus sofreu (realmente sofreu!) para me libertar do pecado. Eu não posso crer que ele sofreu para me fazer miserável. Portanto, o que ele morreu para comprar deve ser mais maravilhoso do que os prazeres do pecado. Desde que eu confio nele, minha vulnerabilidade às suas seduções tem murchado e morrido.

Satanás, vá embora! Eu não fico mais com água na boca quando ando em meio à sua loja de doces.

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quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Toda Glória a quem não falha na promessa.

ROMANOS 8
32 Aquele que não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos dará juntamente com ele, e de graça, todas as coisas?

A promessa mais abrangente da futura graça de Deus é encontrada em Romanos 8.32. 

Esse é o versículo mais precioso da Bíblia para mim. Parte do motivo é que a promessa nele é tão abrangente que continua a me ajudar em praticamente cada reviravolta em minha vida e ministério. 

Nunca houve e nunca haverá uma circunstância em minha vida em que essa promessa seja irrelevante.

Por si só, essa promessa todo-abrangente provavelmente não faria desse versículo o mais precioso. Há outras grandes e semelhantes promessas, como o Salmo 84.11: “Nenhum bem [Deus] sonega aos que andam retamente”. 

E 1 Coríntios 3.21-23: “Tudo é vosso: seja Paulo, seja Apolo, seja Cefas, seja o mundo, seja a vida, seja a morte, sejam as coisas presentes, sejam as futuras, tudo é vosso, e vós, de Cristo, e Cristo, de Deus”. 

É difícil exagerar o espetacular alcance e escopo dessas promessas.

Porém, o que coloca Romanos 8.32 em uma classe por si só é a lógica que dá origem à promessa e a torna tão sólida e inabalável quanto o amor de Deus por seu Filho infinitamente admirável.

Romanos 8.32 contém um fundamento e uma garantia que são tão fortes, sólidos e seguros que não há absolutamente nenhuma possibilidade de que a promessa seja quebrada. Isso é o que a torna uma força sempre presente em tempos de grande aflição. 

Não importa o que mude, seja o que for que desaponte, qualquer outra coisa que falhe, essa promessa abrangente de graça futura nunca pode falhar.

“Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou…”. Se isso é verdade, diz a lógica do céu, então Deus certamente dará todas as coisas àqueles a quem deu o seu Filho!

TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!

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