9 Mas Deus disse a Jonas: “Você tem alguma razão para estar tão furioso por causa da planta?” Respondeu ele: “Sim, tenho! E estou furioso ao ponto de querer morrer”.
A ira nem sempre constitui pecado, mas possui uma
tendência de levar-nos à falta de controle.
Sempre que a ira se manifesta,
devemos avaliar imediatamente o caráter da ira, fazendo esta pergunta: “É
razoável essa tua ira?” Talvez possamos responder: “Sim”. Com muita frequência,
a ira é a chama que incendeia o homem insensato; mas, às vezes, a ira é o fogo
de Elias vindo do céu.
Fazemos bem quando ficamos irados contra o pecado, por
causa do erro cometido contra o nosso bondoso e gracioso Deus. Estamos
corretamente irados quando direcionamos nossa fúria contra a permanência na
tolice, depois de recebermos tantas instruções divinas; ou contra outros,
quando a única causa da ira é o mal que eles fazem.
Aquele que não se ira
contra a transgressão se torna participante dela. O pecado é uma coisa
detestável e horrenda, e nenhum coração nascido de novo pode tolerá-lo
pacientemente. Deus mesmo se ira contra o ímpio todos os dias. A Palavra de
Deus afirma: “Vós que amais o SENHOR, detestai o mal” (Salmos 97.10).
Com muita
frequência, deve-se temer que nossa ira não seja correta ou mesmo justificável.
Se este for o caso, temos de responder: “Não”.
Por que devemos nos mostrar irascíveis com as
crianças, irritáveis com os nossos empregados ou irados com os amigos? Essa ira
é honrável a nossa profissão de fé em Cristo e glorifica o Senhor Jesus? Tal
ira reflete o velho coração procurando reconquistar o domínio.
Devemos
resistir-lhe com todo o poder da natureza nascida de novo. O cristão precisa
lembrar que tem de ser vencedor em cada aspecto da vida cristã, pois, do
contrário, não receberá a coroa. Se não podemos controlar nossa ira, o que,
então, a graça realizou em nosso coração? Alguém disse que a graça geralmente
era enxertada no toco de uma macieira silvestre. “Sim”, disse ele, “mas o fruto
não será azedo”.
Não podemos usar nossas fraquezas naturais como desculpas para
pecarmos. Temos de pedir ao Senhor que crucifique nossa propensão natural e
renove em nós a cordialidade e a humildade, segundo a sua imagem.
TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!
DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE.
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