domingo, 20 de novembro de 2016

A Ira e o pecado.

JONAS 4
9 Mas Deus disse a Jonas: “Você tem alguma razão para estar tão furioso por causa da planta?” Respondeu ele: “Sim, tenho! E estou furioso ao ponto de querer morrer”.

A ira nem sempre constitui pecado, mas possui uma tendência de levar-nos à falta de controle. 

Sempre que a ira se manifesta, devemos avaliar imediatamente o caráter da ira, fazendo esta pergunta: “É razoável essa tua ira?” Talvez possamos responder: “Sim”. Com muita frequência, a ira é a chama que incendeia o homem insensato; mas, às vezes, a ira é o fogo de Elias vindo do céu. 

Fazemos bem quando ficamos irados contra o pecado, por causa do erro cometido contra o nosso bondoso e gracioso Deus. Estamos corretamente irados quando direcionamos nossa fúria contra a permanência na tolice, depois de recebermos tantas instruções divinas; ou contra outros, quando a única causa da ira é o mal que eles fazem. 

Aquele que não se ira contra a transgressão se torna participante dela. O pecado é uma coisa detestável e horrenda, e nenhum coração nascido de novo pode tolerá-lo pacientemente. Deus mesmo se ira contra o ímpio todos os dias. A Palavra de Deus afirma: “Vós que amais o SENHOR, detestai o mal” (Salmos 97.10)

Com muita frequência, deve-se temer que nossa ira não seja correta ou mesmo justificável. Se este for o caso, temos de responder: “Não”.


Por que devemos nos mostrar irascíveis com as crianças, irritáveis com os nossos empregados ou irados com os amigos? Essa ira é honrável a nossa profissão de fé em Cristo e glorifica o Senhor Jesus? Tal ira reflete o velho coração procurando reconquistar o domínio. 

Devemos resistir-lhe com todo o poder da natureza nascida de novo. O cristão precisa lembrar que tem de ser vencedor em cada aspecto da vida cristã, pois, do contrário, não receberá a coroa. Se não podemos controlar nossa ira, o que, então, a graça realizou em nosso coração? Alguém disse que a graça geralmente era enxertada no toco de uma macieira silvestre. “Sim”, disse ele, “mas o fruto não será azedo”

Não podemos usar nossas fraquezas naturais como desculpas para pecarmos. Temos de pedir ao Senhor que crucifique nossa propensão natural e renove em nós a cordialidade e a humildade, segundo a sua imagem.

TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!

DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE.

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