32 Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo.
Jesus, porém, não é apenas um exemplo de perdão.
Ele é a fonte de nosso perdão. Essa é uma boa notícia, pois, tendo sido chamado
para perdoar, eu quero sentar e protestar: “Eu não consigo”!
Mais cedo, em Efésios, Paulo nos lembra de como
Cristo reconcilia as pessoas afastadas: “tendo derribado a parede de separação
que estava no meio, a inimizade” (2.14). Por sua obediência, morte e
ressurreição, ele nos reconciliou consigo mesmo e também nos reconciliou com
todas as outras pessoas que são reconciliadas com ele.
Embora os cristãos sejam
chamados a estar prontos a perdoar mesmo não-cristãos, “perdoando-vos uns aos outros”
(Efésios 4.32) tem um significado especial para todos.
Nossos irmãos e irmãs
são ramos de uma mesma árvore (João 15.1-17), pedras do mesmo edifício (Efésios
2.18-22), e partes de um mesmo corpo (4.15-16). Podemos viver em paz uns com os
outros, porque “ele é a nossa paz” (2.14).
A obra de Cristo muda tudo. Quando o pecado do meu
irmão é pregado ao lado do meu na cruz, o perdão se torna não apenas uma
questão de cancelar sua dívida em um livro-caixa, zerando as colunas, mas de
contribuir positivamente para o seu bem-estar. “Sede uns para com os outros
benignos, compassivos”, escreve Paulo (4.32).
Em Cristo, eu abraço meu irmão,
pecador porém arrependido, como alguém por quem Cristo também morreu.
Em
Cristo, vou ternamente ao encontro das necessidades de meu irmão (Romanos
12.13), gentilmente tenho em vista seus interesses (Filipenses 2.4),
humildemente considero-o mais importante do que a mim mesmo (Filipenses 2.3) e
procuro ativamente o seu bem (Gálatas 6.10).
Irmãos e irmãs, perdoem uns
aos outros.
TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!
DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE.
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