quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Deus se alegra em fazer-lhe o bem.

JEREMIAS 32
40 Farei com eles uma aliança permanente: Jamais deixarei de fazer o bem a eles, e farei com que me temam de coração, para que jamais se desviem de mim.
41 Terei alegria em fazer-lhes o bem, e os plantarei firmemente nesta terra de todo o meu coração e de toda a minha alma. Sim, é o que farei”.

Essa é uma daquelas promessas de Deus que eu relembro repetidamente quando fico desanimado (sim, isso acontece comigo também). Você pode pensar em qualquer fato mais encorajador do que Deus se alegrar em fazer-lhe o bem?

Ele não deixou de cumprir a sua promessa (Romanos 8.28). É a alegria dele fazer-lhe o bem. E não apenas algumas vezes. Sempre! “Não deixarei de lhes fazer o bem”.

Mas, às vezes, nossa situação é tão difícil de suportar que simplesmente não podemos sentir qualquer alegria. 

Quando isso acontece comigo, tento imitar Abraão: “esperando contra a esperança, creu” (Romanos 4.18). 

Deus sempre foi fiel em guardar essa pequena centelha de fé para mim e, eventualmente (não imediatamente), a transforma em uma chama de felicidade e plena confiança.

Oh, como sou contente em saber que aquilo que faz o Deus Todo-Poderoso mais feliz é fazer o bem a você e a mim!

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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Deseje ser um Limpo de Coração.

MATEUS 5
8 Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus.


Quando Paulo diz para mortificarmos os feitos do corpo “pelo Espírito” (Romanos 8.13), eu considero que ele quer dizer que devemos usar a única arma na armadura do Espírito que é usada para matar. Ou seja, a espada, a qual é a palavra de Deus (Efésios 6.17).

Assim, quando o corpo está prestes a ser levado a uma ação pecaminosa por algum medo ou desejo, devemos pegar a espada do Espírito e matar esse medo e desejo. Em minha experiência, isso significa principalmente cortar a raiz da promessa do pecado pelo poder de uma promessa superior.

Assim, por exemplo, quando começo a desejar algum prazer sexual ilícito, a espada que muitas vezes cortou a raiz desse prazer prometido é: “Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus” (Mateus 5.8)

Eu me lembro de prazeres que provei ao contemplar a Deus mais claramente a partir de uma consciência pura; e lembro-me da brevidade, superficialidade e amargor opressivo dos prazeres do pecado, e com isso, Deus matou o poder conquistador do pecado.

Ter consigo promessas que se adequem à tentação do momento é uma chave para a guerra eficaz contra o pecado.

Porém, há momentos em que não temos em nossas mentes uma palavra de Deus perfeitamente adequada. E não há tempo para buscar na Bíblia uma promessa feita sob medida. Então, todos nós precisamos ter um pequeno arsenal de promessas gerais prontas para usarmos sempre que o medo ou desejo ameaçam nos desviar.

Esteja constantemente aumentando o seu arsenal de promessas. Mas nunca perca de vista aquelas poucas promessas preciosas que Deus abençoou em sua vida. Faça as duas coisas. Esteja sempre pronto com a antiga. E todas as manhãs busque uma nova para ter consigo durante o dia.

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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Quem deu autoridade a Pilatos para crucificar Cristo?

JOÃO 19
15 Mas eles gritaram: “Mata! Mata! Crucifica-o!” “Devo crucificar o rei de vocês?”, perguntou Pilatos. “Não temos rei, senão César”, responderam os chefes dos sacerdotes.
16 Finalmente Pilatos o entregou a eles para ser crucificado. Então os soldados encarregaram-se de Jesus.

A autoridade de Pilatos para crucificar Jesus não o intimidou. Por que não?

Não porque Pilatos estava mentindo. Não porque ele não tinha autoridade para crucificar Jesus. Ele o crucificou.

Antes, essa autoridade não intimidou Jesus porque ela era derivada. Jesus disse: “ela te foi dada de cima”. O que significa que é realmente autoritativa. Não menos, porém mais.

Então, como isso não é intimidante? Pilatos não somente tem autoridade para matar Jesus. Ele tem autoridade dada por Deus para matá-lo.

Isso não intimida Jesus porque a autoridade de Pilatos sobre ele está subordinada à autoridade de Deus sobre Pilatos. Jesus recebe seu consolo nesse momento não porque a vontade de Pilatos é impotente, mas porque a vontade de Pilatos é guiada. Não porque Jesus não está nas mãos temíveis de Pilatos, mas porque Pilatos está nas mãos do Pai de Jesus.

Isso indica que nosso consolo não vem da impotência dos nossos inimigos, mas do governo soberano do nosso Pai sobre o poder deles.

Esse é o ponto de Romanos 8.35-37. A tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo e a espada não podem nos separar de Cristo, porque “em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (Romanos 8.35-37).

Pilatos (e todos os adversários de Jesus — e nossos) intentaram o mal. Porém, Deus o tornou em bem (Gênesis 50.20). Todos os inimigos de Jesus se uniram com a autoridade que Deus lhes deu “para fazerem tudo o que a mão [de Deus] e o propósito [de Deus] predeterminaram” (Atos 4.28). Eles pecaram. Mas, por meio de seu pecado, Deus salvou.

Portanto, não se intimidem com seus adversários que só podem matar o corpo. Não apenas porque isso é tudo o que eles podem fazer (Lucas 12.4), mas também porque isso é feito sob a mão vigilante do seu Pai.

“Não se vendem cinco pardais por dois asses? Entretanto, nenhum deles está em esquecimento diante de Deus. Até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais! Bem mais valeis do que muitos pardais” (Lucas 12.6-7).

Pilatos tem autoridade. Herodes tem autoridade. Soldados têm autoridade. Satanás tem autoridade. Mas ninguém é independente. Toda a autoridade deles é derivada. Tudo isso é subordinado à vontade de Deus. Não tema. Você é precioso para o seu soberano Pai. Muito mais precioso do que os pássaros que não são esquecidos.

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segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Uns creem, outros não creem. E você?

ATOS 16
14 Uma das que ouviam era uma mulher temente a Deus chamada Lídia, vendedora de tecido de púrpura, da cidade de Tiatira. O Senhor abriu seu coração para atender à mensagem de Paulo.

Em todos os lugares onde Paulo pregou, alguns creram e outros não. Como devemos entender o porquê de alguns dos mortos em delitos e pecados (Efésios 2.1, 5) crerem e outros não?

O motivo pelo qual alguns não creram é que eles “rejeitaram” a palavra de Deus (Atos 13.46), porque a mensagem do evangelho lhes era “loucura” e não puderam entendê-la (1 Coríntios 2.14). A mente carnal “é inimizade contra Deus, pois não está sujeita à lei de Deus, nem mesmo pode estar” (Romanos 8.7).

Todo aquele que ouve e rejeita o evangelho “aborrece a luz e não se chega para a luz, a fim de não serem arguidas as suas obras” (João 3.20)

Eles permanecem “obscurecidos de entendimento… por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração” (Efésios 4.18). Essa é uma ignorância culpada. A verdade está disponível. Mas eles, pela sua impiedade, “detêm a verdade pela injustiça” (Romanos 1.18).

Mas, por que alguns creem, já que todos estamos nessa condição de rebelde dureza de coração, mortos em nossos delitos? O livro de Atos dá a resposta em pelo menos três formas diferentes. Uma delas é que eles são destinados a crer. Quando Paulo pregou em Antioquia da Pisídia, os gentios se alegraram e “creram todos os que haviam sido destinados para a vida eterna” (Atos 13.48).

Outra maneira de responder por que alguns creem é que Deus concedeu arrependimento. Quando os santos de Jerusalém ouviram que os gentios estavam respondendo ao evangelho e não apenas os judeus, disseram: “também aos gentios foi por Deus concedido o arrependimento para vida” (Atos 11.18).

Porém, a resposta mais clara em Atos à pergunta do porquê uma pessoa crê no evangelho é que Deus abre o coração. Lídia é o melhor exemplo. Por que ela creu? Atos 16.14 diz: “o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia”.

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domingo, 27 de agosto de 2017

Que atirem pedras em mim pelo meu amor a Cristo.

1 PEDRO 4
14 Se vocês são insultados por causa do nome de Cristo, felizes são vocês, pois o Espírito da glória, o Espírito de Deus, repousa sobre vocês.

Atualmente, muitos cristãos no mundo desconhecem o perigo que ameaça a vida do crente em Cristo. 

Nós nos acostumamos a ser livres de tal perseguição. Isso parece ser como as coisas devem ocorrer.

Assim, nossa primeira reação ao perigo de que as coisas sejam de outra forma é muitas vezes a ira. 

Porém, essa ira pode ser um sinal de que perdemos nosso senso de sermos estrangeiros e forasteiros (“Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois…” – 1 Pedro 2.11).

Talvez tenhamos nos acomodado demais nesse mundo. Não sentimos saudades de Cristo como Paulo: “Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (Filipenses 3.20).

Muitos de nós precisam da lembrança: “Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo” (1 Pedro 4.12).

Alguma vez você já se perguntou como agirá no momento da última tribulação? O homem armado mira em você e pergunta: “Você é um cristão?”. Aqui está uma palavra forte para lhe dar esperança de que pode agir melhor do que imagina.

“Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus” (1 Pedro 4.14). 

Esse encorajamento de Pedro diz que no momento do perigo incomum (seja insulto ou morte) haverá “o Espírito da glória e de Deus repousando sobre nós”. Não significa isso que Deus concede ajuda especial na hora da crise para aqueles que sofrem por serem cristãos?


Não intenciono dizer que Deus esteja ausente em nossos outros sofrimentos. Eu apenas quero dizer que Pedro saiu de seu curso para dizer àqueles que sofrem “pelo nome de Cristo” que experimentarão um especial “repouso” sobre eles do “Espírito da glória e de Deus”.

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sábado, 26 de agosto de 2017

Jesus Cristo vive para servir!

MARCOS 10
45 Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.

Jesus não somente era o servo do seu povo enquanto vivia na terra, mas também será nosso servo quando ele voltar. “Em verdade vos afirmo que ele há de cingir-se, dar-lhes lugar à mesa e, aproximando-se, os servirá” (Lucas 12.37).

Não apenas isso, ele é nosso servo agora. “De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?” (Hebreus 13.5-6).

Deprecia o Cristo ressurreto dizer que ele foi, é e será para sempre o servo do seu povo? Poderia depreciar se “servo” significasse “aquele que cumpre ordens”, ou se pensássemos sermos senhores dele. Sim, isso o desonraria. Porém, não o desonra dizer que somos fracos e necessitados.

Não o desonra dizer que ele é o único que pode nos servir com aquilo que mais precisamos.

Não o desonra dizer que ele é uma fonte inesgotável de amor, e que quanto mais ele nos ajuda e quanto mais dependemos do seu serviço, mais maravilhosos os seus auxílios se evidenciam. Portanto, podemos dizer com confiança: “Jesus Cristo vive para servir!”.

Ele vive para salvar. Ele vive para dar. E ele se agrada por isso ser assim.

Ele não está sobrecarregado com as suas necessidades... 

Ele prospera em carregar o fardo... 

Ele ama trabalhar “para aquele que nele espera” (Isaías 64.4)... 

Ele se agrada “dos… que esperam na sua misericórdia” (Salmo 147.11)...

Seus olhos “passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele” (2 Crônicas 16.9).

Jesus Cristo é exuberante em serviço onipotente por causa de todos os que confiam nele.

TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!

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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Você é imortal até que dê o seu testemunho final.

ATOS 23
12 Na manhã seguinte os judeus tramaram uma conspiração e juraram solenemente que não comeriam nem beberiam enquanto não matassem Paulo.

E sobre aqueles companheiros famintos que prometeram não comer até que matassem Paulo?

Lemos a respeito deles em Atos 23.12: “Quando amanheceu, os judeus se reuniram e, sob anátema, juraram que não haviam de comer, nem beber, enquanto não matassem Paulo”. Isso não funcionou. Por quê? Porque uma série de eventos improváveis ​​aconteceu.
·         Um rapaz ouviu a trama.
·         O menino era filho da irmã de Paulo.
·         O menino teve a coragem de ir até o centurião romano que guardava Paulo.
·         O centurião acreditou nele e o levou ao comandante.
·         O comandante creu nele e preparou “duzentos soldados, setenta de cavalaria e duzentos lanceiros” para guardarem Paulo.
Altamente improvável. Estranho. Mas, foi o que aconteceu.

O que os homens famintos que estavam em emboscada não sabiam? Eles não consideraram o que acontecera com Paulo pouco antes de fazerem a sua trama. O Senhor havia aparecido a Paulo na prisão e dito: “Coragem! Pois do modo por que deste testemunho a meu respeito em Jerusalém, assim importa que também o faças em Roma” (Atos 23.11).

Cristo disse que Paulo deveria ir para Roma. E assim aconteceu. Nenhuma emboscada pode resistir à promessa de Cristo. Até que chegasse a Roma, Paulo era imortal. Havia um testemunho final a ser dado. E Cristo cuidaria de que Paulo o desse.

Você também tem um testemunho final para dar. E você é imortal até que o dê.

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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Aceite o ensino.

PROVÉRBIOS 8
10 Prefiram a minha instrução à prata, e o conhecimento ao ouro puro,

Aceitai o meu ensino, e não a prata, e o conhecimento, antes do que o ouro escolhido. 

Você só valoriza as coisas que lhe interessam. É uma lei da vida. Ninguém vai para debaixo de uma laranjeira se não gosta de laranja. O dinheiro interessa a todos. É inquestionável o seu valor. Outro dia, alguém disse: “Você não compra felicidade com dinheiro, mas que o dinheiro ajuda, ajuda.” No entanto, o texto de hoje mostra que em lugar de procurar o que “ajuda”, é melhor procurar a própria felicidade.

Os livros de Salmos e Provérbios, dão a impressão de serem repetitivos ao afirmar que o segredo da felicidade é encontrar o caminho e andar nele. A felicidade não é uma meta, é um caminho. Você não chega você anda. Avança enquanto é feliz. No dia que você parar, achando que alcançou a felicidade, deixa de ser feliz.

Se a felicidade é um caminho de certo modo é um processo. Todo processo envolve crescimento e não existe crescimento sem aprendizagem. Por isso Salomão afirma: “Aceitai o meu ensino.”

Para aceitar o ensino o primeiro que você deve aceitar é que o mestre sabe mais do que você. É preciso humildade. O orgulho é a maior barreira no processo de aprendizagem e o coração humano é naturalmente orgulhoso. Acha que sabe tudo, e que tem condições de encontrar seu próprio caminho. Perde-se na selva emaranhada de seus próprios raciocínios. Justifica seus erros. Explica suas atitudes, mas não se entrega.

Deus poderia abandonar a criatura boiando nas águas turbulentas da suficiência própria, mas não o faz. Está sempre disposto a ensinar. Ele conhece bem o caminho. Nos criou.   Conhece os rincões mais escuros e tenebrosos do coração e da mente. Está sempre disposto a ensinar, se a criatura deseja aprender. A jóia mais cara do mundo não tem valor nenhum nas mãos de alguém que a rejeita. As coisas só têm sentido, se ocupam um lugar no seu coração e o inspiram a ação.

Aceite hoje os conselhos divinos. Coloque-os em prática. Viva-os. Experimente-os. Ouça a voz de Deus dizendo: “Aceitai o meu ensino, e não a prata, e o conhecimento, antes do que o ouro escolhido.”

Alejandro Bullón

 @alejandrobullon
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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Separado desde o ventre. Aceite o chamado.

GÁLATAS 1
15 Mas Deus me separou desde o ventre materno e me chamou por sua graça. Quando lhe agradou


Reflita sobre a conversão de Paulo, a soberania de Cristo e a relação dos pecados de Paulo com a sua salvação.

Paulo disse: Deus “me separou antes de eu nascer”. E então, no caminho de Damasco “me chamou pela sua graça” (Gálatas 1.15). Isso significa que, entre o nascimento de Paulo e seu chamado no caminho de Damasco, ele era um instrumento de Deus já escolhido, porém ainda não chamado (Atos 9.15; 22.14).

Isso indica que Paulo estava batendo, aprisionando e assassinando cristãos como um missionário escolhido por Deus, que em breve seria feito um cristão.

“Ora, aconteceu que, indo de caminho e já perto de Damasco, quase ao meio-dia, repentinamente, grande luz do céu brilhou ao redor de mim. Então, caí por terra, ouvindo uma voz que me dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues?” (Atos 22.6-7).

Não havia como negar ou fugir. Deus o havia escolhido para isso antes dele nascer. E agora Deus o tomaria para si. A palavra de Cristo foi soberana. Não houve negociação.
Levanta-te, entra em Damasco, pois ali te dirão acerca de tudo o que te é ordenado fazer (Atos 22.10).

Damasco não era a vontade final e livre de Paulo cedendo a Cristo após décadas de vão esforço divino para salvá-lo. Deus teve um tempo para escolhê-lo (antes dele nascer) e um tempo para chamá-lo (no caminho de Damasco). Paulo cedeu quando Deus chamou.

Logo, os pecados que Deus permitiu entre o nascimento de Paulo e seu chamado eram parte do plano, já que Deus poderia ter agido antes como o fez em Damasco.

Nós temos alguma ideia de qual deve ter sido o plano para esses pecados? Sim. Eles foram permitidos por você e por mim — por todos os que temem ter pecado a ponto de serem excluídos da graça. Aqui está a forma como Paulo relaciona os pecados dele a você:
“A mim, que, noutro tempo, era blasfemo, e perseguidor, e insolente. Mas obtive misericórdia… por esta mesma razão, me foi concedida misericórdia, para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade, e servisse eu de modelo a quantos hão de crer nele para a vida eterna” (1 Timóteo 1.13, 16).


Oh, quão doces são os desígnios de Deus na soberana salvação dos pecadores endurecidos!

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terça-feira, 22 de agosto de 2017

600 ª Postagem - Começo de Nova Vida.

Meu Senhor e Salvador Jesus Cristo, completamos hoje 600 postagens da Tua Santa Palavra, a cada dia sinto-me renovado,  a Tua misericórdia tem me alcançado, por isso NASCI DE NOVO.

“Nascer da água e  do Espírito” é equivalente a “nascer de novo”, ou seja, “de cima” (como também é posssível a tradução de Jo 3:3). Aqueles  que nascem de cima têm Deus como Pai e se assemelham a Ele em caráter (1Jo 3:1-3;Jo 8:39,44).

Ellen  G. Whitte afirma: “A vida cristã  não é uma alteração  nem melhoramento da antiga, mas uma transformação da natureza. Tem lugar a morte do ego e do pecado, e tem início uma vida toda nova. Essa mudança só se pode efetuar mediante a eficaz  operação do Espírito Santo.(O Desejado de Todas as Nações, p.172).

Assim como  sua vida física começou quando sua mãe lhe deu á luz, você tem agora uma nova vida espiritual, dada por Deus  por meio da obra do Espírito Santo. O nascimento  físico  envolve sofrimento  no parto (Jo 16:21). Semelhantemente, nosso novo  nascimento implicou  o sofrimento de Jesus na cruz para que pudéssemos nos tornar membros da família de Deus (Is 53:11).

O esforço dos cristãos para levar outros a Cristo também é comparado ao parto  (1Co 4:15;Gl 4:19).

“Assim como um bebê herda a natureza dos pais, no novo nascimento  nos tornamos’participantes da natureza divina’ (2Pe 1:4)".

Essa natureza determina o apetite , o que explica por que o cristão tem fome das coisas de Deus (1Pe 2:2-3).

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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Sábios de Coração.

PROVÉRBIOS 10
8 Os sábios de coração aceitam mandamentos, mas a boca do insensato o leva à ruína.

O coração não sente. É apenas um músculo cuja principal função é bombear o sangue para levar vida ao corpo. O coração, no entanto, é usado para simbolizar o lugar mais secreto do ser. Ele não gera só a vida,  pode também gerar a morte.

A pessoa sábia faz do seu coração um cofre para guardar os mandamentos de Deus. Estes não são apenas obrigação e dever. São os conselhos de amor para fazer da vida  uma experiência gratificante. Os mandamentos são instruções que mostram o caminho e orientam ao extraviado, são sinais de trânsito ao longo da estrada, advertindo das curvas perigosas e dos defeitos da pista.

Pessoas sábias seguem as regras porque sabem que a obediência a elas, garante o êxito da jornada. A desobediência é fatal. Conduz a morte.

Na bíblia a desobediência é chamada de pecado. Em grego, pecado significa errar o alvo. Pessoas que se recusam a obedecer os mandamentos podem até ser bem intencionadas, ao  procurar caminhos melhores para chegar ao porto desejado, mas estão condenados a errar o alvo. A conseqüência é que “vem a arruinar-se” afirma o texto. Em hebraico o  verbo arruinar-se provém da mesma raiz do substantivo podre. Uma fruta podre torna-se inútil, dispensável e seu último lugar é a lixeira.

Ninguém em pleno uso da razão deseja esse  final para a história que está escrevendo. Todos buscam sucesso, e correm atrás do êxito, mas erram o alvo. As boas intenções não são garantia de chegar ao destino certo. Os sentimentos humanos são traiçoeiros. Ai da criatura que se deixa governar por eles.

Você tem nas mãos os mandamentos divinos. O que fará? Filosofará em torno deles? Tentará adaptá-los a cultura que o rodeia ou os obedecerá com humildade, na sua peregrinação rumo ao alvo?

Viva este dia com sabedoria. Seja submisso ao Deus da vida. Entregue nas mãos do Senhor seus sonhos e planos e lembre-se que: “O sábio de coração aceita os mandamentos, mas o insensato de lábios, vem a arruinar-se.”

Alejandro Bullón


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domingo, 20 de agosto de 2017

Obedecer. Para você é impossível?

HEBREUS 11
17 Pela fé Abraão, quando Deus o pôs à prova, ofereceu Isaque como sacrifício. Aquele que havia recebido as promessas estava a ponto de sacrificar o seu único filho,


Exatamente agora, para muitos de vocês, a obediência é semelhante ao fim de um sonho; para outros isso ainda está por acontecer. 

Você sente que se fizer o que a Palavra de Deus ou o Espírito de Deus está lhe chamando para fazer, isso o tornará miserável, e que não há nenhuma forma pela qual Deus faça isso cooperar para o bem.

Talvez a ordem ou chamado de Deus que você ouve agora é ficar casado ou solteiro, permanecer nesse emprego ou deixá-lo, ser batizado, falar no trabalho sobre Cristo, recusar comprometer seus padrões de honestidade, confrontar uma pessoa em pecado, tentar uma nova vocação, ser um missionário. E como você vê em sua mente limitada, a perspectiva de fazer isso é terrível — é como a perda de Isaque.

Você considerou todos os ângulos humanos e é impossível que isso ocorra bem.

Agora, você sabe como foi para Abraão. Esta história está na Bíblia para você.

Você deseja a Deus, seu caminho e suas promessas mais do que qualquer coisa, e crê que ele pode honrar e honrará a sua fé e obediência, não se envergonhando de chamar-se de seu Deus e usando toda a sua sabedoria, poder e amor para transformar o caminho da obediência no caminho da vida e alegria?

Essa é a crise que você enfrenta agora: Você O deseja? Você confiará Nele? A palavra de Deus para você é: Deus é digno e Deus é capaz.

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sábado, 19 de agosto de 2017

Cristo e o seu amor incondicional.

1  JOÃO 3
16 Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos.

O amor de Cristo por nós em sua morte era tão consciente quanto seu sofrimento era intencional. Se ele foi voluntário em dar a sua vida, isso foi por nós. Isso era amor.

“Ora, antes da Festa da Páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim” (João 13.1).

Cada passo no caminho do Calvário significava: “Eu te amo”.

Assim, sentir o amor de Cristo ao entregar a sua vida, ajuda-nos a ver como isso era completamente intencional.

Veja o que Jesus disse logo após aquele violento momento em que Pedro tentou cortar a cabeça do servo, mas cortou apenas a orelha.

“Então, Jesus lhe disse: Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada à espada perecerão. Acaso, pensas que não posso rogar a meu Pai, e ele me mandaria neste momento mais de doze legiões de anjos? Como, pois, se cumpririam as Escrituras, segundo as quais assim deve suceder?” (Mateus 26.52-54).

Uma coisa é dizer que os detalhes da morte de Jesus foram preditos no Antigo Testamento. Porém, uma coisa muito maior é dizer que o próprio Jesus estava fazendo suas escolhas precisamente para que as Escrituras fossem cumpridas.

Isso é o que Jesus disse que estava fazendo em Mateus 26.54. “Eu poderia escapar desta miséria, mas como, pois, se cumpririam as Escrituras, segundo as quais assim deve suceder?”.
Eu não estou escolhendo seguir o caminho que eu poderia tomar, porque eu conheço as Escrituras. Eu sei o que deve acontecer. É minha escolha cumprir tudo o que está predito sobre mim na Palavra de Deus.

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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Cristo, o Meio e o Fim.

GÁLATAS 2
19 Pois, por meio da Lei eu morri para a Lei, a fim de viver para Deus.
20 Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.

Por que Deus criou o universo, e por que ele o governa do modo como o faz? O que Deus está realizando? Jesus Cristo é um meio para esse propósito ou o fim desse propósito?

Jesus Cristo é a suprema revelação de Deus. Ele é Deus em forma humana. Como tal, ele é o fim, não um meio.

A manifestação da glória de Deus é o sentido do universo. Isso é o que Deus está realizando. Os céus e a história do mundo estão “proclamando a glória de Deus”.

Porém, Jesus Cristo foi enviado para realizar algo que precisava ser feito. Ele veio para remediar a queda. Ele veio para salvar os pecadores da inevitável destruição por causa do pecado deles. Esses redimidos verão, provarão e evidenciarão a glória de Deus com alegria eterna.

Outros continuarão a desprezar a glória de Deus. Portanto, Jesus Cristo é o meio para o que Deus quis realizar na manifestação da sua glória para o deleite do seu povo.

Mas, na consumação na cruz, enquanto morria pelos pecadores, Cristo revelou supremamente o amor e a justiça do Pai. Esse foi o ápice da revelação da glória de Deus: a glória da sua graça.

Portanto, no exato momento de seu ato perfeito como o meio do propósito de Deus, Jesus se tornou o fim desse propósito. Ao morrer no lugar dos pecadores e ao ressuscitar para a vida deles, ele se tornou a revelação central e suprema da glória de Deus.

Assim, Cristo crucificado é o meio e o fim do propósito de Deus no universo.

Sem a sua obra, esse fim de revelar a plenitude da glória de Deus para o deleite do povo de Deus não teria acontecido.

E enquanto agia como meio, ele se tornou o fim — aquele que para todo o sempre será o foco da nossa adoração, enquanto passarmos a eternidade vendo e provando cada vez mais do que ele revelou de Deus quando se tornou uma maldição por nós.

Jesus é o fim pelo qual o universo foi criado e o meio que torna esse fim possível de ser desfrutado.

TOME  POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!

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