7 Tributai ao SENHOR, ó famílias dos povos, tributai ao SENHOR glória e força.
Aqui está o que eu penso ser um pouco do que está
incluído em uma experiência completa do que o salmista solicita quando diz:
“Tributai [ou seja, dai] ao Senhor força”.
Primeiro, pela graça divina, atentamos para Deus e
vemos que ele é forte. Prestamos atenção à sua força. Então, admitimos a
grandeza da sua força. Nós damos a devida consideração ao seu valor.
Percebemos que a sua força é maravilhosa. Porém, o
que torna esta admiração um tipo de “tributo” de louvor é que estamos
especialmente alegres pela grandeza da força ser dele e não nossa.
Nós sentimos uma profunda adequação no fato de que
ele é infinitamente forte e nós não somos.
Adoramos o fato de que isso seja
assim. Não invejamos a Deus por sua força. Não somos cobiçosos do seu poder.
Estamos cheios de alegria que toda força seja dele.
Tudo em nós se alegra em sair e contemplar esse
poder, como se tivéssemos chegado à celebração da vitória de um corredor de
longa distância que havia nos derrotado na corrida, e perceber ser nossa maior
alegria admirar sua força, em vez de nos ressentirmos pela derrota.
Encontramos o sentido mais profundo na vida quando
nossos corações voluntariamente admiram o poder de Deus, ao invés de nos
voltarmos para nos gloriarmos — ou mesmo pensarmos — em nossa própria força.
Nós descobrimos algo irresistível: É profundamente satisfatório não ser Deus, e
abandonar todos os pensamentos ou desejos de ser Deus.
Ao contemplarmos o poder de Deus, surge em nós uma
percepção de que Deus criou o universo para isso: Para que pudéssemos ter a
experiência supremamente gratificante de não sermos Deus, mas para admirarmos a
divindade de Deus — a força de Deus. Nisso se estabelece sobre nós uma
satisfação cheia de paz que a admiração do infinito é o fim último de todas as
coisas.
Nós trememos diante da menor tentação de
reivindicar qualquer poder como vindo de nós mesmos. Deus nos fez fracos para
nos proteger disso: “Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a
excelência do poder seja de Deus e não de nós” (2Coríntios 4.7).
Oh, que amor é esse, que
Deus nos proteja de substituir as alturas eternas de admirar a sua força pela
tentativa fútil de nos vangloriarmos na nossa!
TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!
DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE.
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