segunda-feira, 26 de setembro de 2022

O Que o Amor Exige de Você?

 O que o amor exige de mim?

Essa pergunta esclarecedora, mas aterrorizante, deve servir para vigiarmos a nossa consciência. Ela deve ser um guia, como uma placa sinalizadora, uma bússola, enquanto navegamos pelas complexidades inevitáveis ​​próprias de cada relacionamento. Deve informar como devemos agir na hora de namorar, educar os filhos, liderar, gerenciar e treinar. Deve traçar um perímetro em torno do que dizemos e fazemos enquanto cônjuges, colegas de trabalho e vizinhos.


Essa pergunta dá voz à vontade de Deus para a nossa vida sobre as questões onde a Bíblia, assim como todas as outras literaturas religiosas, se torna silenciosa. Ela preenche as lacunas com uma precisão inquietadora. Ela funciona bem onde as concordâncias falham. Anula a justificativa insípida: – Mas a Bíblia não nos diz que é errado  _________. – Fecha brechas. Expõe a hipocrisia. É juiz e júri. É uma pergunta tão simples. Mas é, de maneira inescapável, extremamente exigente.

A nossa última pergunta, inspirada pelo mandamento de Jesus, “como eu os amei”, transpassa todos os cenários relacionais imagináveis. De vez em quando, todos nós somos tentados a nos perguntar ou imaginar o quão pouco estamos conseguimos lidar com certos relacionamentos... exatamente o que não queremos que a pessoa que está do outro lado da mesa pense a nosso respeito. Esse assunto requer uma explicação. Quando apresento esse conceito publicamente, muitas vezes peço aos ouvintes que memorizem o seguinte:

Quando você não tiver certeza do que dizer ou fazer, pergunte o que o amor exige de você.

Temos esse mandamento universal, inevitável e simples de Jesus. Devemos fazer aos outros o que o nosso Pai celestial fez por meio de Cristo. Ele fez o que era melhor para nós. Nós, por nossa vez, devemos fazer o que é melhor para os outros, até mesmo quando darmos menos do que o nosso melhor for considerado aceitável pelos outros.

Ame.

O amor preenche lacunas. O amor reduz o atrito causado pela nossa falta de visão ampla, pelo nosso conhecimento limitado e pelas nossas experiências que acabam dificultando a nossa capacidade de discernir. Há muita coisa que não sei. Há muita coisa que nunca vou entender. Mas minha ignorância não impede a minha capacidade de colocar os outros em primeiro lugar.

Portanto, se por um lado nem sempre sei no que acreditar e, ao mesmo tempo, a minha opinião sobre uma série de coisas continua a amadurecer e a mudar, quase sempre sei o que o amor exige de mim.

Aposto que você também sabe.

LEIA:

Mateus 7:12 / João 13:34-35 / Gálatas 5:22-23 / 1Coríntios 13:1-13

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