21 Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.
22 Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres?
23 Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade.
Tudo o que tem
valor nós guardamos com uma senha.
Nossos e-mails, login de redes sociais,
nossas contas bancárias. Ela serve para autenticar que aquilo que dizemos ser
nosso é, de fato, nosso.
Quando falamos de salvação, ela também possui uma
“senha”, ainda que sejamos salvos pela graça. Não conquistamos ou merecemos a
salvação – simplesmente somos alvo de um chamado irresistível do Senhor.
Mas que senha é
essa?
O que mostra que,
de fato, somos salvos?
Jesus aqui ensina
que uma vida cristã genuína não é baseada em palavras. Chamar a Deus de Senhor,
ou apenas crer que Ele existe de algum modo não nos torna salvos.
Tiago diz em
sua carta que até os demônios creem.
A “senha” que mostra a nossa filiação
celestial é a prática da Palavra de Deus. Podemos usar a Palavra como um
enfeite, um conjunto de boas dicas de vida e conduta. Tudo bem.
No entanto,
elas não foram escritas para isso, e nem esse é o seu alvo. A finalidade das
Escrituras é revelar Jesus, e o quão distantes dEle estamos.
No momento dessa
revelação, quando então somos salvos, é que devemos começar uma vida de prática
do que aprendemos de Deus.
Então a Palavra se
torna o que deve ser sempre: o fundamento da nossa vida.
Quer saber se você
é realmente salvo? Simples.
Veja o quanto você pratica
o que aprende de Deus.
Tome posse da palavra divina e siga em frente.
DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE!
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