| 3 | E também nos alegramos nos sofrimentos, pois sabemos que os sofrimentos produzem a paciência, |
| 4 | a paciência traz a aprovação de Deus, e essa aprovação cria a esperança. |
| 5 | Essa esperança não nos deixa decepcionados, pois Deus derramou o seu amor no nosso coração, por meio do Espírito Santo, que ele nos deu. |
É interessante
pensar que todos nós passamos pelos momentos de “aperto”, de consternação. Por
vezes somos surpreendidos por coisas que têm o poder de nos paralisar,
situações onde o medo quer invadir nosso coração e nos fazer jogar tudo para o
alto.
No entanto, Paulo faz aqui uma afirmação libertadora: a tribulação não é um fim na vida do cristão, mas um meio pelo qual
Deus produz perseverança. Não nascemos perseverantes; na realidade,
somos mais propensos a desistir quando as coisas não são do jeito que queremos.
Mas não há outro meio tão poderoso em produzir perseverança na nossa vida senão
a tribulação.
É uma afirmação
dura, mas necessário de se aceitar.
Quando a
perseverança aparece, traz consigo outro efeito maravilhoso: caráter.
Aqui nossa
atitude já não é mais influenciada pelas circunstâncias. Aqui agimos certo
simplesmente porque é certo, pois isso agrada a Deus. Sem que percebamos, um
outro fruto aparece: esperança.
Começamos a experimentar, mesmo sem entender, a
ação de um plano maior de Deus agindo em nós. Esse conceito é fundamental para
nossa fé, pois nos impede de pensarmos que, de algum modo, Deus nos
decepcionou.
Os planos de Deus são perfeitos, ainda que venhamos a entender
plenamente isso na eternidade. Até lá, somos chamados a nos aproximar dEle e,
pela fé, confiar nossa vida a Seus cuidados. Se, de algum modo, nos sentimos
enganados por Deus em alguma situação, em que esperávamos uma outra coisa, é
por que este processo ainda não aconteceu em nós.
E sabe onde tudo
começa? Nas tribulações.
TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!
DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE.
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