“Da mesma forma como em Adão todos
morrem, em Cristo todos serão vivificados”. (1 Coríntios 15:22).
“Haverá ressureição tanto de
justos como de injustos”. (Atos 24:15).
“Todos que estiverem nos túmulos
ouvirão a Sua voz e sairão; os que fizeram o bem ressuscitarão para a vida, e os
que fizeram o mal ressuscitarão para serem condenados”.(João 5:28,29).
Aqueles que foram “considerados dignos” da ressurreição
da vida (Lucas 20:35), são “felizes e santos”. “A segunda morte não tem poder
sobre eles” (Apocalipse 20:6). Mas aqueles que não receberam o perdão, através
de arrependimento e fé, receberão o “salário do pecado”, ou seja, a punição
“conforme o seu procedimento”(Romanos 2:6), que finaliza com a “segunda morte”.
Visto ser impossível para Deus
salvar os pecadores em seu pecado, Ele os priva da existência, que perderam por
suas transgressões, e da qual mostraram ser indignos. “Um pouco de tempo, e os
ímpios não mais existirão; por mais que você os procure, não serão encontrados”
(Salmo 37:10).
Assim será o fim do pecado. João, no Apocalipse, ouve
uma antífona universal de louvor, não perturbada por qualquer nota de
desarmonia (Apocalipse 7:9-12). Não haverá almas perdidas para blasfemarem de
Deus, contorcendo-se em tormento interminável.
Não existirão seres infelizes no
inferno, unindo seus gritos aos cânticos dos salvos.
A doutrina de que o ser humano
está consciente na morte baseia-se no erro de que ele possui imortalidade
inata. Assim como o tormento eterno, essa doutrina contradiz os ensinos da
Bíblia, a razão e nossos sentimentos de humanidade.
Segundo a crença popular, os salvos no Céu conhecem
tudo o que ocorre na terra. Mas como poderiam os mortos ser felizes sabendo das
dificuldades dos vivos, vendo-os suportar todas as tristezas, desapontamentos e
angústias da vida?
Quão revoltante é a crença de que,
logo que o fôlego deixa o corpo, a alma do perdido é entregue às chamas!
Texto extraído do livro “A grande esperança”,
Capítulo 4,Pg.41,42 – Ellen G. White.
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