sábado, 6 de agosto de 2016

TODOS SERÃO SALVOS? (Parte 4).

Fim do sofrimento...

“Da mesma forma como em Adão todos morrem, em Cristo todos serão vivificados”. (1 Coríntios 15:22).
“Haverá ressureição tanto de justos como de injustos”. (Atos 24:15).
“Todos que estiverem nos túmulos ouvirão a Sua voz e sairão; os que fizeram o bem ressuscitarão para a vida, e os que fizeram o mal ressuscitarão para serem condenados”.(João 5:28,29).

Aqueles que foram “considerados dignos” da ressurreição da vida (Lucas 20:35), são “felizes e santos”. “A segunda morte não tem poder sobre eles” (Apocalipse 20:6). Mas aqueles que não receberam o perdão, através de arrependimento e fé, receberão o “salário do pecado”, ou seja, a punição “conforme o seu procedimento”(Romanos 2:6), que finaliza com a “segunda morte”.

Visto ser impossível para Deus salvar os pecadores em seu pecado, Ele os priva da existência, que perderam por suas transgressões, e da qual mostraram ser indignos. “Um pouco de tempo, e os ímpios não mais existirão; por mais que você os procure, não serão encontrados” (Salmo 37:10).

Assim será o fim do pecado. João, no Apocalipse, ouve uma antífona universal de louvor, não perturbada por qualquer nota de desarmonia (Apocalipse 7:9-12). Não haverá almas perdidas para blasfemarem de Deus, contorcendo-se em tormento interminável.

Não existirão seres infelizes no inferno, unindo seus gritos aos cânticos dos salvos.

A doutrina de que o ser humano está consciente na morte baseia-se no erro de que ele possui imortalidade inata. Assim como o tormento eterno, essa doutrina contradiz os ensinos da Bíblia, a razão e nossos sentimentos de humanidade.

Segundo a crença popular, os salvos no Céu conhecem tudo o que ocorre na terra. Mas como poderiam os mortos ser felizes sabendo das dificuldades dos vivos, vendo-os suportar todas as tristezas, desapontamentos e angústias da vida?

Quão revoltante é a crença de que, logo que o fôlego deixa o corpo, a alma do perdido é entregue às chamas!


Texto extraído do livro “A grande esperança”, Capítulo 4,Pg.41,42 – Ellen G. White.

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