44 Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem;
45 para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos.
A oração por seus inimigos é uma das formas mais
profundas de amor, porque significa que você realmente deseja que algo bom lhes
aconteça.
Você pode fazer coisas agradáveis por seus
inimigos sem qualquer desejo genuíno de que as coisas vão bem com eles. Porém,
a oração por eles ocorre na presença de Deus, que conhece o seu coração, e orar
é interceder a Deus em favor deles.
A oração pode ser pela conversão deles, pelo
arrependimento deles, para que eles sejam despertados para a inimizade em seus
corações. Pode ser para que eles sejam interrompidos em sua espiral descendente
de pecado, mesmo que a doença ou a tragédia façam isso. Mas a oração que Jesus
tem em mente aqui é sempre pelo bem deles.
Isso é o que Jesus fez enquanto esteve pendurado na
cruz:
“Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”
(Lucas 23.34).
E foi o que Estêvão fez quando estava sendo
apedrejado:
“Então, ajoelhando-se, clamou em alta voz: Senhor,
não lhes imputes este pecado!” (Atos 7.60).
Jesus está nos chamando não apenas para fazer
coisas boas por nossos inimigos, como cumprimentá-los e ajudar a suprir suas
necessidades; ele também está nos convocando a desejar o
melhor para eles, e expressar esses desejos em orações quando o inimigo não
está presente.
Nossos corações devem desejar a sua salvação,
querer a sua presença no céu e anelar por sua felicidade eterna. Assim, nós
oramos como o apóstolo Paulo pelo povo judeu, muitos dos quais tornaram a vida
muito difícil para Paulo:
“A boa vontade do meu
coração e a minha súplica a Deus a favor deles são para que sejam salvos”
(Romanos 10.1)
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