14 Se andares nos meus caminhos e guardares os meus estatutos e os meus mandamentos, como andou Davi, teu pai, prolongarei os teus dias.
Uma das mais belas histórias da Bíblia é o relato do pedido de Salomão a Deus, de que lhe desse, acima de tudo, um "coração compreensivo para julgar" Seu "povo, para que prudentemente" discernisse"entre o bem e o mal;" Salomão disse ao Senhor: "Quem poderia julgar a este grande povo?" (1Rs 3:9).
Salomão tinha grande sabedoria, mas a sabedoria em si mesma, se não for praticada e vivida, torna-se nada mais que uma boa informação. No sentido bíblico da palavra, a sabedoria que não é colocada em prática, não é verdadeiramente sabedoria.
Muitos dos que estarão perdidos tiveram muitas informações corretas sobre Deus e seus requisitos. A falta de obediência de Salomão fez com que ele se desviasse dos caminhos aos quais o Senhor o tinha chamado. Somente mais tarde em sua vida ele recobrou o juízo e escreveu com humildade:
"Melhor é a sabedoria do que jóias, e de tudo o que se deseja nada se pode comparar com ela". (Pv 8:11).
Sabedoria é a aplicação do conhecimento e da compreensão. O conhecimento representa os fatos; a compreensão representa o discernimento; e a sabedoria surge no processo de aplicar essa compreensão e conhecimento na vida.
Um mordomo sábio não precisa apenas de conhecimento e compreensão, mas da experiência resultante da prática desses dois.
A condição da vida eterna é hoje justamente a mesma que sempre foi - exatamente a mesma que foi no paraíso, antes da queda de nossos primeiros pais - perfeita obediência à lei de Deus, perfeita justiça. Se a vida eterna fosse concedida sob qualquer condição inferior a essa, correria perigo a felicidade do Universo todo.
Estaria aberto o caminho para que o pecado, com todo o seu cortejo de infortúnio e misérias, se imortalizasse.
TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!
DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE.
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