Numa vida toda dedicada ao bem dos outros, o Salvador achou necessário Se afastar dos lugares movimentados e da multidão que O acompanhava, dia a dia.
Precisava se retirar de uma vida de incessante atividade e contato com as necessidades humanas, para buscar sossego e ininterrupta comunhão com o Pai.
Como uma pessoa identificada conosco, participante de nossas necessidades e fraquezas, dependia inteiramente de Deus, e no lugar de oculto de oração buscava força divina, a fim de poder sair fortalecido para o dever e provação.
Num mundo de pecado, Jesus suportou lutas e torturas de alma. Em comunhão com Deus, podia aliviar as dores que O esmagavam. Ali encontrava conforto e alegria.
Em Cristo o grito da raça humana chegava até o Pai de infinita piedade. Como homem, suplicava ao trono de Deus, até que Sua humanidade fosse de tal modo carregada com a corrente celestial, que pudesse estabelecer ligação entre a humanidade e a divindade.
Mediante contínua comunhão recebia vida de Deus, de maneira a poder comunicar vida ao mundo. Sua experiência deve ser a nossa.
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