A pessoa piedosa reserva (se não for casada) e preserva (se for casada) suas mais profundas afeições e intimidade sexual para o casamento.
O livro de Provérbios é especificamente endereçado aos homens, mas a mesma ideia relacionada às mulheres é expressa em Cântico dos Cânticos de Salomão (Ct 4:12-15). A poderosa atração do amor ilícito deve ser contrastada com as terríveis consequências desse pecado.
Relações sexuais casuais não possuem compromisso e, portanto, ficam muito aquém da verdadeira intimidade. Recursos materiais, físicos e emocionais são desperdiçados. E, o mais importante, devemos responder a Deus pelas escolhas feitas na vida.
A intimidade sexual, um dos maiores presentes de Deus para o ser humano, é um privilégio apenas do casamento (Mt 19:5; 1Co 7:3,4; Hb 13:4). Em Provérbios, a imagem de um abundante manancial que satisfaz é usada como um delicado símbolo do prazer e satisfação que os cônjuges devem obter, juntos, em seu amor. Isso é contrastado com o desperdício que resulta da infidelidade.
A expressão "a mulher da tua mocidade" (Pv 5:18) indica que, mesmo quando os dois amadurecem e envelhecem, o compromisso deles deve continuar. Um marido ainda é arrebatado ("embriagado"[Pv 5:19]) pelos encantos da sua esposa.
Na condição humana caída, os instintos sexuais podem seduzir indivíduos, afastando-os do propósito divino para a sexualidade. No entanto, Deus também deu a humanidade o poder de raciocinar e escolher. Essas tentações, se não forem continuamente subjugadas, podem se tornar irresistíveis.
Um firme compromisso com o propósito divino para a sexualidade no casamento pode impedir o desenvolvimento de relações sexuais ilícitas. A escolha da permanente fidelidade ao propósito de Deus para a sexualidade no casamento não é apenas prudente, mas também traz recompensas abundantes.
Nenhum comentário:
Postar um comentário