sábado, 25 de janeiro de 2020

Como a Bíblia lida com a Espiritualidade da Família?

JÓ 1
Terminado um período de banquetes, Jó mandava chamá-los e fazia com que se purificassem. De madrugada ele oferecia um holocausto em favor de cada um deles, pois pensava: "Talvez os meus filhos tenham, lá no íntimo, pecado e amaldiçoado a Deus". Essa era a prática constante de Jó.


O livro de Jó foi o primeiro livro da Bíblia a ser escrito.

Foi Moisés quem o escreveu, provavelmente durante os quarenta anos em que esteve no deserto de Midiã.

É interessante notarmos que a primeira mensagem de Deus, escrita à humanidade, mencionava uma família feliz, com um pai que prezava pela saúde espiritual do seu lar.

O patriarca Jó, além de ser íntegro, reto, temer a Deus e se desviar do mal, assumia a responsabilidade de ser o sacerdote da família, ao interceder constantemente pelos seus filhos.

É verdade que, depois que os filhos crescem, cada um tem liberdade para decidir o que fará de sua vida. Mas os pais precisam continuar intercedendo pelos seus filhos. Isso fazia Jó continuamente.

Acompanhe esta citação:
“Semelhantes aos patriarcas da antiguidade, os que professam amar a Deus devem construir um altar ao Senhor onde quer que armem sua tenda. Se houve um tempo em que cada casa deve ser uma casa de oração, é hoje. Pais e mães devem muitas vezes erguer o coração a Deus em humilde súplica por si e por seus filhos. Que o pai, como o sacerdote da casa, deponha sobre o altar de Deus o sacrifício da manhã e da tarde, enquanto a esposa e filhos se unem em oração e louvor. Em uma casa tal, Jesus gostará de demorar-Se”.

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