O sábado leva nossos pensamentos para a natureza e nos coloca em comunhão com o Criador. No canto dos pássaros, no sussurro das árvores e na música do mar, ainda podemos ouvir Sua voz que falava com Adão no Éden, quando soprava a brisa do dia.
Quando contemplamos Seu poder na natureza, encontramos conforto, pois a palavra que criou todas as coisas é a mesma que comunica vida. Aquele "que disse: Das trevas resplandecerá a luz, Ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo" (2Co 4:6).
O sábado não se destinava meramente a Israel, mas ao mundo. Tinha sido apresentado ao ser humano no Éden e, como os demais preceitos do Decálogo, tem uma obrigatoriedade imutável.
Sobre essa lei, a qual o quarto mandamento faz parte, Cristo declarou: "Até que o céu e a Terra passem, nem um i ou um til jamais passará da lei, até que tudo se cumpra" (Mt 5:18). Enquanto céus e terra durarem, o sábado continuará como sinal do poder do Criador.
E quando o Éden florescer novamente na Terra, o santo e divino dia de repouso será honrado por todos debaixo do sol.
"De um sábado a outro", os habitantes da glorificada nova Terra irão "adorar perante Mim, diz o Senhor (Is 66:23)
Nenhum comentário:
Postar um comentário