Depois de nascer de novo, um homem experimenta paz, mas é uma paz mantida em tempos de guerra.
A disposição errada já não está em alta, mas está lá, e o homem sabe disso. Ele está consciente de uma experiência alternada, às vezes ele está em êxtase, às vezes na fossa; não há estabilidade, não há verdadeiro triunfo espiritual.
Tomar isso como a experiência da salvação plena é provar que Deus não foi justificado na Expiação.
Ser um crente em Jesus Cristo significa perceber que o que Jesus disse a Tomé é verdade: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”.
Jesus não é o caminho que deixamos para trás enquanto viajamos, mas o Caminho em si.
Crendo, entramos nesse descanso de paz, santidade e vida eterna porque permanecemos Nele.
Reflexão:
Que tipo de paz ganhamos pela força? O que é preciso para manter esse tipo de paz? Por que o acordo com Deus é necessário para a paz genuína?
LEIA: João 14:6
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