sábado, 18 de março de 2017

Não nos deixeis cair em tentação (I).

COMO VENCER AS TENTAÇÕES?
“E não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal” (Mateus 6:13). 

Nossa realidade de pecado nos mostra que a tentação é inevitável. Até Jesus voltar, seremos sempre pecadores por natureza. Nessa realidade há duas fontes de tentação. A primeira é a nossa própria natureza. “Porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias. São estas coisas que contaminam o homem” (Mateus 15:19, 20). 

Naturalmente somos pecadores. As nossas ações são simplesmente um sintoma da doença que permeia o nosso corpo até o nível genético. Porém, a segunda fonte, que agrava essa situação, são as tentações que Satanás e seus agentes lançam contra nós. Jesus permaneceu “no deserto por quarenta dias, sendo tentado pelo diabo” (Lucas 4:1, 2). Paulo nos convida a vestir o “escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno” (Efésios 6:16). Satanás utiliza circunstâncias, pessoas, ocasiões e as nossas próprias fraquezas, e nos influencia, mesmo que não verbalmente, a nos afastar de Deus e pecar.

Por isso, a primeira coisa que precisamos entender é que a tentação é inevitável. Logo, não é pecado. Deus não vai condenar você por ser tentado. Você não precisa pedir perdão a Deus por ser tentado. Além disso, Deus não vai permitir que Satanás e seus anjos lancem sobre você tentação mais forte do que você possa aguentar. Isso é bíblico: “Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar” (1 Coríntios 10:13).

Porém, pecamos quando acalentamos deliberadamente essa tentação em nosso coração, mesmo sem ter cometido um ato pecaminoso. Quando consideramos os prazeres e supostos benefícios de ceder ao pecado, quando acariciamos os pensamentos, damos lugar para que a tentação se consolide em nossa mente. Por isso que Jesus disse: “Aquele que se irar contra seu irmão” ou guardar mágoa contra ele, mesmo tendo dito que o perdoou, “aquele que olhar para uma mulher com intenção impura” (Mateus 5:21, 32), já pecou em seu coração. A partir daí, o ato pecaminoso e as suas consequências são a manifestação externa de atitudes internas já acalentadas, elaboradas e esquematizadas.

Outro aspecto a ser considerado é que Deus não tenta ninguém (Tiago 1:13); quem faz tal coisa é o diabo. Deus apenas permite que algumas dificuldades nos sobrevenham a fim de que nosso caráter seja burilado. O fato de estarmos inseridos em um Grande Conflito faz necessário que os efeitos negativos do pecado fiquem patentes diante de toda a humanidade e do Universo.

Por isso, devemos nos posicionar quanto as nossas tentações. O primeiro passo que devemos dar é o de não darmos espaço ou oportunidade a qualquer tipo de tentação. Como podemos fazer isto? Vigiando nossos olhos, pensamentos e atitudes. O sábio Salomão diz: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida” (Provérbios 4:23). Reivindicando sua honestidade perante seus amigos, Jó disse: “Fiz uma aliança com os meus olhos; como, pois, os fixaria eu numa donzela” (Jó 31:1)? Se você deseja vencer o pecado, não vá a lugares, nem dê ocasião a pensamentos e imagens que possam levá-lo à tentação.

TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!

DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE.


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