13 – Mas o cobrador de impostos ficou de longe e nem levantava o rosto para o céu. Batia no peito e dizia: “Ó Deus, tem pena de mim, pois sou pecador!”
Surpreendentemente, algumas pessoas
realmente se opõem a ideia da pecaminosidade humana, argumentando que as
pessoas são basicamente boas.
O problema, no entanto, decorre da falta de
compreensão sobre o que é a verdadeira bondade. Uma pessoa pode se comparar à
outra e se sentir bem consigo mesma. Afinal, sempre podemos encontrar
alguém pior do que nós mesmos. Mas isso
dificilmente nos torna bons.
Quando nos comparamos a Deus, à Sua santidade e
justiça, nenhum de nós sai com outra coisa senão um sentimento avassalador de
aversão e repugnância de nós mesmos.
Romanos 3:23 também fala sobre “a
glória de Deus”. Essa expressão tem sido interpretada de várias maneiras.
Talvez a interpretação mais simples seja atribuir-lhe o significado que ela
possui em 1 Coríntios 11:7; o homem “é a imagem e glória de Deus”.
Em grego, em
certo sentido, a palavra para “glória” pode ser considerada equivalente ao
termo para “imagem”. O pecado tem desfigurado a imagem de Deus no homem. Os
seres humanos pecadores estão longe de refletir a imagem ou a glória de Deus.
Por pior que sejamos a nossa situação não é
irremediável. O primeiro passo é reconhecer nossa total pecaminosidade e também
nossa impotência para fazer qualquer coisa a respeito dessa situação.
É obra do
Espírito Santo produzir essa convicção. Se o pecador não resistir a Ele, o
Espírito levará o pecador a arrancar a máscara da autodefesa, pretensão e
justificação própria, e se lançar sobre Cristo implorando Sua misericórdia:
“Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador” (Lc 18:13).
TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!
DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE.
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