quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Todos pecamos.

LUCAS 18
13 – Mas o cobrador de impostos ficou de longe e nem levantava o rosto para o céu. Batia no peito e dizia: “Ó Deus, tem pena de mim, pois sou pecador!”


Surpreendentemente, algumas pessoas realmente se opõem a ideia da pecaminosidade humana, argumentando que as pessoas são basicamente boas. 

O problema, no entanto, decorre da falta de compreensão sobre o que é a verdadeira bondade. Uma pessoa pode se comparar à outra e se sentir bem consigo mesma. Afinal, sempre podemos encontrar alguém  pior do que nós mesmos. Mas isso dificilmente nos torna bons. 

Quando nos comparamos a Deus, à Sua santidade e justiça, nenhum de nós sai com outra coisa senão um sentimento avassalador de aversão e repugnância de nós mesmos.

Romanos 3:23 também fala sobre “a glória de Deus”. Essa expressão tem sido interpretada de várias maneiras. Talvez a interpretação mais simples seja atribuir-lhe o significado que ela possui em 1 Coríntios 11:7; o homem “é a imagem e glória de Deus”. 

Em grego, em certo sentido, a palavra para “glória” pode ser considerada equivalente ao termo para “imagem”. O pecado tem desfigurado a imagem de Deus no homem. Os seres humanos pecadores estão longe de refletir a imagem ou a glória de Deus.

Por pior que sejamos a nossa situação não é irremediável. O primeiro passo é reconhecer nossa total pecaminosidade e também nossa impotência para fazer qualquer coisa a respeito dessa situação. 

É obra do Espírito Santo produzir essa convicção. Se o pecador não resistir a Ele, o Espírito levará o pecador a arrancar a máscara da autodefesa, pretensão e justificação própria, e se lançar sobre Cristo implorando Sua misericórdia: “Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador” (Lc 18:13).

TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!

DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE.

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