Todas as palavras floreadas de que possamos dispor não equivalem a um único desejo santo. As mais eloquentes orações não passam de palavras ociosas, se não expressarem os reais sentimentos do coração.
Mas a oração que provém de um coração sincero, quando se expressam as simples necessidades da alma, assim como pediríamos um favor a um amigo terrestre, esperando que o mesmo nos fosse concedido, eis a oração da fé.
Deus não deseja nossos cumprimentos cerimoniais; mas o abafado grito de um coração quebrantado e submisso pelo senso de seu pecado e indizível fraqueza, esse alcançará o Pai de toda a misericórdia.
Sua humanidade [de Jesus] fez da oração uma necessidade e um privilégio. Ele encontrava conforto e alegria na comunhão com o Pai.
E se o Salvador da humanidade, o Filho de Deus, sentia a necessidade de oração, quanto mais deveriam os frágeis e mortais pecadores sentir a necessidade de constante e fervorosa oração.
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