Os pagãos consideravam suas orações como possuidoras em si mesmas do mérito de expiar pecados.
Assim, quanto mais longas eram as orações, tanto maiores os merecimentos.
Se se pudessem tornar santos por seus esforços, teriam em si mesmos, alguma coisa de que se regozijar, algo de que se vangloriarem.
Os fariseus haviam adotado essa ideia pagá acerca da oração, a qual não se acha de modo nenhum extinta em nossos dias, mesmo entre os que professam o cristianismo.
A repetição de frases feitas, habituais, quando o coração não sente nenhuma necessidade de Deus, é da mesma espécie que as "vãs repetições" dos pagãos.
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