terça-feira, 16 de agosto de 2016

Seus ídolos???

JEREMIAS 16
20 Pode o homem mortal fazer os seus próprios deuses? Sim, mas estes não seriam deuses!

Um dos grandes e incômodos pecados do antigo Israel foi a idolatria. E hoje, continua presente.

Entretanto, o Israel espiritual possui a tendência de se inclinar nesta mesma direção. Mamom ainda introduz seu bezerro de ouro e os templos do orgulho não são abandonados. O ego, em suas várias manifestações, luta para colocar sob o seu domínio os filhos de Deus e, a carne ergue altares onde quer que encontre espaço para eles. 

Filhos amados acima de tudo são a causa de muitos pecados entre os cristãos. O Senhor se entristece quando nos vê amando-os com medida excessiva. Filhos mimados podem se tornar uma maldição tão grande para nós como Absalão o foi para Davi, ou serão tirados de nós para deixar nossos lares desolados. Se os cristãos desejam ter espinhos em seus travesseiros, devem amar excessivamente os seus queridos.

É dito, em verdade, “que estas coisas não são deuses”, pois os objetos de nosso amor tolo são bênçãos muito duvidosas, o consolo que eles nos dão agora é perigoso e, a ajuda que podem nos dar em momentos de dor é, na verdade, pequena. Por que somos tão vaidosos? Temos dó dos pagãos que adoram ídolos de pedra, mas adoramos um deus de carne. Onde está a ampla superioridade de um deus de carne em relação a um deus de pedra? Em ambos os casos, o princípio é o mesmo. 

Mas, em nosso caso, a ofensa é mais grave porque temos mais luz e pecado diante da luz que possuímos. Os pagãos se inclinam diante de um deus falso mas, eles nunca conheceram o Deus verdadeiro. Cometemos dois erros. Esquecemos o Deus vivo e nos voltamos para os ídolos

Que o Senhor purifique a todos nós desta iniquidade horrível!

TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!

DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Você deve contar ao seu Cônjuge que o traiu???


O adultério é algo devastador. Após um caso de adultério, a parte ofensora deve, primeiro, afastar-se do pecado através do arrependimento perante Deus. Mas após esse arrependimento acontecer, há outra questão que precisa ser respondida: 
                          Você deve confessar o adultério ao seu cônjuge?

Algumas vezes, o ato de confessar à esposa ou ao marido parece como se fosse causar mais mal do que bem. Recentemente em conversa,  um homem  disse ter cometido adultério anos atrás, mas o caso amoroso durou apenas uma semana e ele tinha se arrependido perante Deus e os outros. 

A razão por que ele estava inseguro de confessar a sua esposa era que o casamento já estava passando por dificuldades, e ele estava profundamente preocupado que uma bomba como essa pusesse um fim ao casamento e prejudicasse os filhos.

Esta é, de fato, uma situação dolorosa. Porém, ainda acredito que confessar o adultério ao seu cônjuge é absolutamente necessário. Diante da palavra de Deus podemos apresentar algumas razões:

 Você precisa arrepender-se perante sua esposa(o).
Biblicamente falando, cada cônjuge possui um direito exclusivo sobre a sexualidade do outro. A palavra “propriedade” pode parecer radical, mas é exatamente essa a palavra que o apóstolo Paulo usa em 1 Coríntios 7.4. Isso não é uma licença para o abuso, mas significa que nem o marido nem a esposa tem autonomia sobre seus corpos. Logo, visto que seu corpo pertence ao seu cônjuge, seu pecado o afeta, ainda que ele não tenha conhecimento dele. A união marital é algo espiritual e misterioso, conforme Paulo ensina (1 Co 6.16-17). Isso significa que unir-se a outra pessoa é pecar contra o seu cônjuge.

 Você precisa remover a mentira em seu casamento.
Ocultar o adultério, ainda que você tenha se arrependido dele, é enganar seu cônjuge acerca de algo que está no âmago do seu casamento. Ele(a) merece saber – o que significa que você não terá se arrependido completamente até confessar a ele(a) e pedir-lhe perdão. Até fazer isso, você sentirá um peso de culpa e vergonha incurável sobre o caso amoroso – ou, pior ainda, você finalmente se tornará um amigo do pecado e deixará de sentir vergonha, uma vez que, através do segredo, você desenvolveu um coração insensível. A maneira de evitar isso é através da confissão.

 Você precisa assumir o seu pecado.
Uma das razões mais importantes para confessar seu adultério ao seu cônjuge é esta: você precisa chegar à conclusão de que seu marido ou esposa é mais importante do que os riscos que você está assumindo por causa da confissão. Você precisa reconhecer o seu pecado; precisa comunicá-lo a seu cônjuge como tal. Não dê qualquer indício de que você o culpa pelo seu pecado. Quando confessar, não levante quaisquer outras questões em seu casamento ou antigas feridas. Esse não é o momento para falar sobre essas coisas. Você precisa assumir totalmente a sua imoralidade.

 Você precisa aceitar as consequências do seu pecado.
Seu cônjuge se sentirá traído e revoltado. Ele(a) vai se sentir como se o mundo não fizesse o menor sentido para ele. Isso tudo é perfeitamente natural, pois você quebrou o pacto. Você pecou contra o seu cônjuge e quebrou uma relação de confiança. Não se defenda. Não apresente desculpas ou razões. Deixe seu cônjuge expressar a tristeza e a raiva decorrentes disso.

 Você precisa assumir o primeiro passo na reconciliação.
Você não pode esperar que seu cônjuge fique triste por apenas uns momentos e o perdoe em seguida. Você pode ter a impressão, na medida em que confessa, de que um grande fardo está sendo tirado de suas costas, mas essa é a primeira vez que ele está ouvindo sobre isso. Deve haver uma angústia e uma expressão da ira justa que seu cônjuge tem. Deixe-o fazer isso, e então espere pacientemente pelo seu perdão. Não pense que você está obrigado a algum tipo de reconciliação imediata. Você terá que gastar, de muitas formas, o resto de sua vida em seu casamento, reconstruindo a confiança que está ali, mesmo quando seu cônjuge perdoar você. 

O processo de reconciliação tem de começar com confissão, e isso significa que tem de começar com você.

domingo, 14 de agosto de 2016

Hoje é o dia dos Pais???

"Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR teu Deus te dá." Êxodo 20:12.

Hoje é um dia interessante para refletirmos sobre as nossas atitudes diante dos nossos pais? Achas que é importante lembrar de que hoje somos pais ou possivelmente logo seremos?
Sabes que os nossos filhos um dia serão adultos e como agirão conosco? Como se portarão em decorrência das nossas dificuldades de locomoção, de emoções de ações, quando estivermos na fase da velhice, ou até mesmo antes desta fase chegar?
Ainda é tempo de esquecermos as nossas "Mágoas", ainda é tempo de buscarmos aquele momento RARO de carinho de uma conversa com aquele que tem muito mais rodagem que nós, com aquele que nos deu tudo o que podia nos dar nos momentos mais difíceis, com aquele que errou (na nossa visão), porém, tentando acertar ou ainda por não ter condições de refletir antes de agir devido às dificuldades momentâneas da vida.

Pois é, DIA dos PAIS, alguém hoje, amanhã e no próximo domingo, no próximo mês, no próximo ano não terá a oportunidade de ter o seu PAI próximo, logo ali, pertinho... Que saudade! !, Que falta de oportunidade quando ele estava logo ali, pertinho... Não terás a oportunidade de falar para ele que o amava que é grato pelos ensinamentos e cuidados que ele teve convosco enquanto esteve com ele ou enquanto dependia dele...logo ali, pertinho...

Eu, hoje, tive a oportunidade de falar com o meu Pai, de estar junto a ele, de receber dele uma mensagem de carinho, de força, de pura bondade, verdade e sinceridade... Logo aqui, juntinhos...

Pois é, DIA dos PAIS, domingo ou é hoje? Ou é amanhã? Ou depois?... Não interessa o dia, tem de ser HOJE, AGORA... Não deixe passar o momento, não permita que o orgulho lhe roube esta oportunidade, não permita perder a chance de olhar para ele e ver o quanto ele tentou fazer por ti, percebas onde estás agora, em que condições estás, será que ele não tem nenhuma participação positiva em tua vida? ...Logo ali, pertinho...

sábado, 13 de agosto de 2016

O inimigo ainda te espreita...

JOÃO 16
33 “Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo”.

Cristão, você está procurando a razão para suas aflições? Olhe para o alto, contemple o seu Pai celestial, veja-O em sua pureza e santidade. Um dia, você será semelhante a Ele. Você será conformado facilmente à imagem dele? Você exigirá muito aprimoramento “na fornalha da aflição” (Isaías 48.10)? Livrá-lo de suas corrupções e torná-lo perfeito como o seu Pai celestial (Mateus 5.48) será algo fácil?

Agora, olhe para baixo. Você sabe que inimigos já estão debaixo de seus pés? Antes, você era servo de Satanás; e nenhum rei perderá espontaneamente seus servos. Você acha que Satanás o deixará ir tranquilamente? Não, ele sempre o estará seguindo, pois “o diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1 Pedro 5.8).

Olhe ao seu redor. Onde você está? Você está no país do inimigo; você é um peregrino e forasteiro. O mundo não é seu amigo. Se o mundo é seu amigo, você não é amigo de Deus, pois quem é amigo do mundo é inimigo de Deus. 

Esteja certo de que você encontrará inimigos em todos os lugares. Quando você dormir, pense que está descansando no campo de batalha. Quando andar pelas ruas, suspeite de uma emboscada em cada esquina.

 Assim como se diz que os mosquitos de cada país costumam picar mais os estrangeiros do que os nativos, assim também as provações da terra serão mais dolorosas para você.

Por último, olhe para o seu próprio coração e observe o que se encontra ali. O pecado e o interesse próprio ainda permanecem em seu íntimo. Oh, se não existisse o diabo a tentar você, inimigos a guerrear contra você e o mundo para o enlaçar, você ainda encontraria dentro de si mesmo, mal o suficiente para lhe causar dolorosos problemas pois, “enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto” (Jeremias 17.9)

Espere dificuldades. Todavia, não se desespere pois Deus está com você para o ajudar e fortalecer. Esta é promessa de Deus: “Na sua angústia eu estarei com ele, livrá-lo-ei e o glorificarei” (Salmos 91.15).

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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Glorifique o Senhor aqui.

JOÃO 17
15 Não rogo que os tires do mundo, mas que os protejas do Maligno.

Para todos os cristãos, a ida ao lar, a fim de estarem com Jesus, no tempo determinado por Deus, será um acontecimento bendito e feliz. 

Em apenas alguns anos, os soldados de Cristo que agora estão lutando o bom combate da fé (1 Timóteo 6.12) terminarão o seu conflito e entrarão no gozo de seu Senhor. 

Embora Cristo tenha suplicado que seu povo, no tempo certo, esteja onde Ele está, Ele não pediu que seu povo seja retirado imediatamente deste mundo para o céu. O Senhor Jesus deseja que os cristãos permaneçam aqui. 

Entretanto, quão frequentemente o cansado peregrino oferece uma oração como a seguinte: “Quem me dera asas como de pomba! Voaria e acharia pouso” (Salmos 55.6), mas Cristo não ora assim.

Ele nos deixa nas mãos de seu Pai, até que, como espigas completamente maduras, sejamos cada um de nós reunidos no celeiro de nosso Senhor.

Jesus não pede nossa remoção instantânea por meio da morte, pois permanecer na carne é necessário para os outros, se não é proveitoso para nós mesmos. O Senhor Jesus pediu que fôssemos guardados do mal. Quando os cristãos enfrentam qualquer aflição, frequentemente eles tem o desejo de morrer. 

Pergunte-lhes por que, e eles responderão: “Queremos estar com Cristo”. Temos receio de que isto ocorra não exatamente porque eles anseiam estar com o Senhor, e sim porque desejam livrar-se de seus problemas. Se assim não fosse, eles sentiriam esse desejo de morrer em outras ocasiões, quando não estivessem sob a pressão das provações. Eles querem ir para casa, não tanto pela companhia do Salvador quanto para terem descanso.

Ora, ter o desejo de partir é correto, se pudermos senti-lo da maneira como o apóstolo Paulo o sentiu. 

Estar com Cristo é muito melhor. Mas o desejo de livrar-se das provações é egoísta. O seu desejo deve ser o de glorificar a Deus, por meio de sua vida neste mundo, até quando Ele quiser. 

Embora isto se realize em meio a conflitos, intenso labor e sofrimento, permita que Ele diga: “Chega, já é o bastante!”

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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Tens murmurado?

NÚMEROS 14
2 Todos os israelitas queixaram-se contra Moisés e contra Arão, e toda a comunidade lhes disse: Quem dera tivéssemos morrido no Egito! Ou neste deserto!
22 que nenhum dos que viram a minha glória e os sinais milagrosos que realizei no Egito e no deserto, e me puseram à prova e me desobedeceram dez vezes —
23 nenhum deles chegará a ver a terra que prometi com juramento aos seus antepassados. Ninguém que me tratou com desprezo a verá.

Em nossos dias, há murmuradores entre os homens, principalmente entre os que dizem que me servem, assim como houve no arraial de Israel. 

Existem aqueles que, ao sobrevir-lhes a vara, clamam contra a circunstância disciplinadora. Eles perguntam: “Por que estou sendo afligido? O que eu fiz para ser disciplinado deste modo?” 

Gostaria de transmitir algumas palavras àquele que murmura. Por que você murmura contra as dispensações de seu Pai celestial? Ele pode tratá-lo de maneira mais severa do que você merece? Considere o quão rebelde você era, mas Ele o perdoou! Com certeza, se Deus, em sua sabedoria, acha conveniente discipliná-lo agora, você não deveria murmurar. Além do mais, você está sendo castigado tão severamente quanto merece, por causa de seus pecados? 

Considere a corrupção que há em seu coração, e então, ainda se espantará por ser preciso tantas chicotadas para removê-la? Pese a si mesmo e considere quanta escória está misturada com seu ouro. 

Você acha que o fogo está quente demais para remover toda a escória que você tem? O seu espírito orgulhoso e rebelde não comprova que seu coração não está completamente purificado? As suas palavras de murmuração são contrárias à natureza submissa e santa de um filho de Deus.

A correção é necessária. Mas, se você murmura contra a disciplina, tenha cuidado, pois haverá severidade para os murmuradores. Deus sempre castiga seus filhos duas vezes, se eles não suportam a primeira disciplina com paciência. 

Todavia, esteja certo de uma coisa: Deus “não aflige, nem entristece de bom grado os filhos dos homens” (Lamentações 3.33). Todas as correções divinas são enviadas em amor, a fim de purificá-lo e trazê-lo para mais perto dele mesmo. 

Se você for capaz de reconhecer a mão de seu Pai, certamente lhe será proveitoso suportar a disciplina. 

Porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe. É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos)” (Hebreus 12.6-7). 

“Nem murmureis, como alguns deles murmuraram e foram destruídos pelo exterminador” (1 Coríntios 10.10).

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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Seus dias de trevas estão contados.

JEREMIAS 17
17 Não sejas motivo de pavor para mim; tu és o meu refúgio no dia da desgraça.
18 Que os meus perseguidores sejam humilhados, mas não eu; que eles sejam aterrorizados, mas não eu. Traze sobre eles o dia da desgraça; destrói-os com destruição dobrada.

A vereda do cristão nem sempre é tão resplandecente como a luz do sol. O cristão tem as suas ocasiões de trevas e de tempestade. 

É verdade que está escrito na Palavra de Deus: “Os seus caminhos são caminhos deliciosos, e todas as suas veredas, paz” (Provérbios 3.17). É uma grande verdade: confiar em Deus traz felicidade na terra e benção no céu. A experiência nos diz que “a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Provérbios 4.18). Às vezes, porém, esta luz é eclipsada. Em certas ocasiões, nuvens escuras encobrem o sol do cristão, fazendo com que ele ande nas trevas e não veja qualquer luz.


Existem muitos cristãos que têm se regozijado na presença de Deus por um tempo. Eles têm se aquecido ao sol nos primeiros estágios de sua carreira cristã. Eles têm andado por entre os “pastos verdejantes”, ao lado das “águas de descanso” (Salmos 23.2). Todavia, repentinamente percebem que o céu glorioso está repleto de nuvens. 

Ao invés da terra de Gósen*, eles têm de trilhar o arenoso deserto. Em lugar das doces águas, encontram fontes turbulentas, amargas ao seu paladar. Eles dizem: “Se fôssemos filhos de Deus, isto não aconteceria”.

Oh! não diga isso, você que anda na escuridão! O melhor dos santos (separados) de Deus tem de experimentar provações. O mais querido dos filhos dele tem de levar a cruz. Nenhum cristão tem desfrutado de prosperidade perpétua, nenhum pode sempre pendurar sua harpa no salgueiro (Salmos 137.2). 

Talvez o Senhor lhe outorgou, no início da vida cristã, um caminho tranquilo e sem nuvens, porque você era fraco e tímido.

Ele abrandou o vento para sua ovelha tosada, mas agora que você está mais forte em sua vida espiritual, tem de passar pela rígida experiência de crescer até à maturidade do filho de Deus. 

Precisamos de ventos e tempestades para exercitar nossa fé, cortar o galho podre da autoconfiança e nos arraigarmos com maior firmeza em Cristo. O dia mau nos revela o glorioso valor de nossa esperança.

TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!

DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE.

A terra de Gósen, era, pelo que se dizia, uma das mais ricas terras de pastagem do Baixo Egito. A significação do nome é desconhecida, mas talvez seja derivada de Guse, palavra árabe que significa ‘o coração’, querendo dizer o que é escolhido, ou o que é precioso (Gn 45.18 - e 47.11).