terça-feira, 15 de novembro de 2016

Proclame a tua Fé em Deus.

JUÍZES 16
6 Disse, pois, Dalila a Sansão: “Conte-me, por favor, de onde vem a sua grande força e como você pode ser amarrado e subjugado”.

Onde se encontra o vigor secreto da fé? 

Encontra-se no alimento que a nutre. A fé medita em que consiste a promessa – uma emanação da graça de Deus, um transbordamento do grande amor de Deus. 

A fé declara: “Deus me outorgou esta promessa motivado por seu amor e graça. Por conseguinte, tenho certeza de que Ele cumprirá sua Palavra”

Depois, a fé medita: “Quem é o autor desta promessa?” Ela não considera tanto a grandeza da promessa quanto a pergunta acima. Ela recorda que o autor é Deus, que não pode mentir -o Deus onipotente e imutável. Por isso, a fé conclui que a promessa tem de ser cumprida e avança adiante nesta firme convicção.

A fé também recorda o motivo pelo qual a promessa foi dada

–ou seja, a glória de Deus. Ele sente-se perfeitamente certa de que a glória de Deus está segura e de que Ele nunca manchará seu próprio caráter, nem ofuscará o brilho de sua coroa. 

Em seguida, a fé considera a admirável obra de Cristo como uma prova evidente da intençãode Deus em cumprir sua Palavra. “Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” (Romanos 8.32) .

A fé olha o passado pois suas batalhas a fortaleceram, e suas vitórias deram-lhe coragem. Ela traz à memória o fato de que Deus nunca falhou para com ela. Não, Ele nunca falhou uma única vez com nenhum de seus filhos. A fim de satisfazer as demandas do dia, a fé recorda circunstâncias de grande perigo, nas quais Deus lhe outorgou livramento; e ocasiões de profundas necessidades, nas quais Deus lhe providenciou forças.

A fé clama: “Não, nunca serei levado a pensar que Ele pode mudar e abandonar seu servo agora. Até aqui o Senhor me ajudou (1 Samuel 7.12); tenho certeza de que Ele continuará me ajudando. 

Assim, a fé observa cada promessa em sua conexão com o doador de promessas, e por fazer isto, pode dizer com segurança: “Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida” (Salmos 23.6).

TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!

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segunda-feira, 14 de novembro de 2016

O povo de Deus sempre estará seguro...

PROVÉRBIOS 1
33 mas quem me ouvir viverá em segurança e estará tranqüilo, sem temer nenhum mal.

O amor divino é expresso visivelmente quando brilha em meio aos julgamentos. 

Formosa é aquela estrela solitária que brilha através das fendas das nuvens que trazem trovoadas. Luminoso é o oásis que floresce no deserto arenoso. Tão formoso e tão luminoso é o amor em meio à ira.

Por meio de sua contínua idolatria, os israelitas provocaram o Altíssimo. Ele os castigou privando-os da chuva e do orvalho, de modo que a terra deles foi visitada pela fome. Mas, enquanto Deus fez isso, Ele teve o cuidado de que seus próprios eleitos ficassem seguros. 

Se todos os outros ribeiros estão secos, haverá um reservado para Elias. E, quando esse ribeiro secar, Deus ainda preservará para Elias um lugar de sobrevivência. O Senhor não tinha apenas um Elias, e sim um remanescente, de acordo com a eleição da graça, escondido, em grupos de cinquenta, em uma caverna. Embora toda a terra estivesse subjugada à fome, os cinquenta que estavam na caverna eram alimentados, da mesa de Acabe, por Obadias, o fiel e temente servo do Senhor.

Destes acontecimentos, devemos inferir que, aconteça o que acontecer, o povo de Deus está sempre seguro.

 Que os terremotos abalem toda a terra, e os próprios céus se rasguem ao meio; em meio à destruição final, o cristão permanecerá tão seguro como se estivesse em um momento de descanso! 

Se Deus não salvar o seu povo na terra, Ele os salvará no céu. Se o mundo se tornar insuportável para os filhos de Deus, então, o céu lhes será o lugar de aceitação e segurança.

Mantenha-se confiante quando ouvir falar de guerras e rumores de guerra (Mateus 24.6). Não importa o que aconteça na terra, você está seguro, visto que se encontra abrigado sob as asas de Deus. 

Aguarde as promessas dEle e descanse em sua fidelidade. Resista ao mais negro futuro, pois nele não há nada medonho para você. Sua exclusiva preocupação deveria ser mostrar ao mundo a bem aventurança de ouvir a voz da sabedoria.

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domingo, 13 de novembro de 2016

Pela Graça, és Santo.

ROMANOS 1
7 A todos os que em Roma são amados de Deus e chamados para serem santos: A vocês, graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo.

Nós tendemos a considerar os santos da era apostólica como pessoas mais santas do que os outros filhos de Deus. 

Todos eles são santos chamados pela graça de Deus e santificados pelo Espírito Santo; mas somos inclinados a olhar os apóstolos como seres extraordinários, raramente sujeitos às mesmas fraquezas e tentações que enfrentamos. 

Contudo, ao fazer isto, esquecemos a verdade de que quanto mais próximo um cristão vive de Deus, tanto mais intensamente ele lamenta a malignidade de seu próprio coração.

Quanto mais o Senhor honra tal cristão em sua obra, tanto mais a carne maligna desse cristão o importuna todos os dias. O fato é que, se houvéssemos visto o apóstolo Paulo, nós o teríamos visto como alguém muito semelhante aos demais membros da família dos eleitos. Se tivéssemos conversado com ele, diríamos: “Achamos que as experiências dele são muito semelhantes às nossas. Ele foi mais fiel, mais santo e teve maior conhecimento do que nós o temos; contudo, ele suportou as mesmas provações que nós suportamos. Em alguns aspectos, ele é muito mais tentado que nós”.

Não olhe para os cristãos do passado como pessoas isentas de fraquezas ou pecados. 

Não os veja com aquela reverência mística pela qual chegamos quase a idolatrá-los. 

Podemos atingir a santidade deles. Somos chamados para ser santos pela mesma voz que os constrangeu à sua sublime vocação. O dever do cristão é esforçar-se para dirigir seu viver dentro do círculo da santidade. 

E se estes santos eram superiores a nós em suas realizações, como eles certamente eram, que os sigamos; tentemos exceder o seu ardor e santidade. Temos a mesma luz dada aos apóstolos, e a mesma graça nos está acessível. 

Por que devemos viver tranquilos, enquanto não somos semelhantes aos apóstolos no caráter celestial? Eles viveram com Jesus e para Jesus. Portanto, tornaram-se semelhantes a Jesus. 

Vivamos pelo mesmo Espírito que eles viveram, olhando para Jesus (Hebreus 12.2); assim, logo nossa santidade se tornará evidente.

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sábado, 12 de novembro de 2016

Santifique-se Já.

JOÃO 17
17 Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.

A santificação começa com a regeneração.

O Espírito Santo infunde no homem aquele novo princípio de vida pelo qual ele pode se tornar nova criatura em Cristo Jesus (2 Coríntios 5.17). Esta obra, que começa com o novo nascimento, é levada avante de duas maneiras: a mortificação, na qual as concupiscências da carne são subjugadas e mantidas sob domínio; e a vivificação, por meio da qual a vida nova que Deus colocou em nosso espírito, se torna uma fonte que jorra para a vida eterna (João 4.14). 

Isto é realizado todos os dias naquilo que chamamos de perseverança,por meio da qual o cristão é preservado e mantido em um estado gracioso, recebe poder para abundar em boas obras (2 Coríntios 9.8), para o louvor e glória de Deus; e culmina ou chega à perfeição em glória, quando a alma, sendo completamente limpa, é tomada para habitar com seres santos à direita da Majestade nas alturas.

Embora o Espírito Santo seja o autor da santificação, não podemos esquecer que existe um agente visível utilizado por Ele. Jesus disse: “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade” (João 17.17)

Muitas passagens da Escritura comprovam que o instrumento de nossa santificação é a Palavra de Deus. 

O Espírito de Deus traz à nossa mente os preceitos e a doutrina da verdade, aplicando-os com poder. Eles são recebidos pelo ouvi do, mas guardados no coração. Eles efetuam em nós tanto o querer como o realizar, segundo a boa vontade de Deus (Filipenses 2.13). A verdade é o que santifica e se não ouvimos nem lemos a verdade, não crescemos em santificação. Apenas progredimos num viver perfeito enquanto progredimos num entendimento perfeito. 

“Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos” (Salmos 119.105)

Não diga sobre as coisas erradas: “Isto é somente uma questão de opinião”. Nenhum homem favorece um erro de julgamento sem que, cedo ou tarde, tolere um erro na prática. Apegue-se à verdade, pois fazendo isto, você será santificado pelo Espírito de Deus.

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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Até agora o Senhor está comigo.

SALMOS 33
21 Nele se alegra o nosso coração, pois confiamos no seu santo nome.

É uma grande bênção o fato de que os cristãos podem se alegrar, mesmo nas profundas aflições. 

Embora os problemas possam lhes cercar, eles ainda cantam; e, como muitos pássaros, cantam melhor em suas gaiolas. As ondas podem rolar sobre eles, mas a sua alma logo sobe à superfície e contempla a luz da face de Deus. 

Eles têm, ao seu redor, uma flutuabilidade que mantém sua cabeça sempre acima da água, ajudando-os a cantar em meio a tempestade “Até agora o Senhor está comigo”.

A quem será dada a glória? Oh, a Jesus –tudo é feito por Ele.

A aflição nem sempre traz consolação para o cristão, mas a presença do Filho de Deus ao lado dele, na provação, enche o coração de alegria. O cristão fica doente e triste, mas o Senhor Jesus o visita e prepara-lhe lugar de repouso. 

Ele pode estar morrendo e se reunindo as águas frias e paralisantes do Jordão até à altura do pescoço; Jesus, porém, coloca os braços ao redor dele e lhe diz: “Não tema, amado, morrer é bendito. As águas da morte têm a sua principal fonte no céu; não são amargas, e sim doces como néctar, pois jorram do trono de Deus”

À medida que o cristão moribundo atravessa, com dificuldade, a torrente, as imensas ondas o cercam, o coração e a carne lhe falham; mas ele ouve aquela mesma voz ecoar em seus ouvidos: “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus” (Isaías 41.10)

Quando o cristão se aproxima das margens do infinito desconhecido e está quase temeroso demais para entrar no império das sombras, Jesus diz: “Não temais, ó pequenino rebanho; porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino” (Lucas 12.32).

Assim, fortalecido e consolado, o cristão não tem medo de morrer. Ele se mostra até disposto a partir, pois tem contemplado a Jesus como a estrela da manhã e anela contemplá-Lo como o sol em todo o seu resplendor. Na verdade, a presença de Jesus é todo o céu que desejamos. Ele é de uma vez “a glória de nossos mais brilhantes dias; o conforto de nossas noites”.

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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

A Generosidade de Cristo.

JOÃO 17
22 Dei-lhes a glória que me deste, para que eles sejam um, assim como nós somos um:

Observem a incomparável generosidade do Senhor Jesus, pois Ele nos tem dado o seu tudo. 

Embora um décimo de suas posses fosse capaz de tornar ricos milhões de anjos, enriquecendo-os além do que podemos imaginar, o Senhor Jesus não se contentou e nos deu tudo o que tinha. 

Teríamos ficado satisfeitos, se Ele nos houvesse permitido comer as migalhas de sua generosidade embaixo da mesa de sua misericórdia. No entanto, Ele nada faz pela metade. Ele nos faz sentar ao seu lado e compartilhar o banquete. Se Jesus nos houvesse dado tão-somente uma pequena provisão vinda de seus tesouros reais, teríamos motivo suficiente para o amar por toda a eternidade. 

Não, o Senhor Jesus deseja que sua noiva seja tão rica quanto Ele mesmo. Cristo não tem nenhuma glória e virtude das quais a sua noiva não compartilhará. Jesus não se contentou com menos do que nos tornar co-herdeiros com Ele, de modo que tivéssemos posses iguais. Ele esvaziou toda a sua possessão nos cofres da igreja e tem todas as coisas em comum com os seus remidos. 

Ele dá ao seu povo as chaves de todos os cômodos de sua casa. O Senhor Jesus outorga aos verdadeiros cristãos a liberdade de tomarem para si mesmos tudo o que Ele possui. Ele ama que eles se sirvam livremente de seu tesouro e se apropriem de tudo que puderem carregar. A infinita plenitude de sua suficiência é, para o cristão, tão gratuito quanto o ar que ele respira. 

Cristo pôs o cantil do seu amor e de sua graça nos lábios dos cristãos e ordena que eles bebam para sempre. Se o cristão pudesse secar esse cantil, seria bem aceito em fazer isso. Mas, visto que ele é incapaz de esgotar esse cantil, Cristo o ordena a beber com abundância, pois tudo é dele mesmo. 

O céu e a terra nos podem oferecer uma prova de companheirismo mais autêntica do que esta?


Quando estou diante do trono, vestido em tua beleza notável; Então, Te vejo como Tu és, e amo-Te, com coração impecável. Então, totalmente, ó meu Rei, o quanto Te devo, afinal , saberei!

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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Os que dormem em Jesus.

1 TESSALONICENSES
14 Se cremos que Jesus morreu e ressurgiu, cremos também que Deus trará, mediante Jesus e com ele, aqueles que nele dormiram.

Não pense que a alma dorme em insensibilidade. “Hoje estarás comigo no paraíso” (Lucas 23.43) é o sussurro de nosso Senhor a todos os que estão às portas da morte. 

Eles “dormem em Jesus”, mas as almas deles se encontram diante do trono de Deus, adorando noite e dia em seu templo, cantando aleluias Àquele que, em seu sangue, os lavou dos pecados deles. 

O corpo dorme em sua cama solitária de terra, embaixo da coberta de grama. Mas que sono é este? A ideia associada ao sono é a de repouso. Este é exatamente o conceito que o Espírito de Deus nos quer transmitir. Dormir faz de cada noite um tempo de descanso. O sono fecha as portas da alma e ordena a todos os intrusos que esperem um pouco, a fim de que a vida interior adentre seu jardim de verão de sossego. 

O cristão fatigado do labor descansa tranquilamente como uma criança exausta que dorme no colo de sua mãe. Felizes são aqueles que morrem no Senhor. Eles descansam de seus labores, e suas obras os seguem (Apocalipse 14.13). 

Seu calmo repouso nunca será interrompido até que Deus os desperte para lhes dar a recompensa completa. Guardados por anjos que os vigiam, ocultados pelos mistérios eternos, os corpos terrenos dos cristãos dormem, até que a plenitude dos tempos manifeste a plenitude da redenção. 

Que despertar será o deles! Foram colocados em seu último lugar de descanso, cansados e enfraquecidos mas, não será assim que ressurgirão. Os cristãos foram para o seu descanso com a face enrugada e os traços físicos desgastados, mas se levantarão em beleza e glória. 

A semente queimada, destituída de forma e beleza, faz surgir da terra uma flor lindíssima. O inverno da sepultura dá lugar à primavera da redenção e ao verão da glória. Abençoada é a morte, desde que, por meio do poder divino, nos despoja desta veste comum, para nos vestir com a incorruptível roupa de casamento. Benditos são aqueles que “dormem em Jesus”.

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