segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Produza um fruto santo.

Cânticos dos Cânticos 7
13 As mandrágoras exalam o seu perfume, e à nossa porta há todo tipo de frutos finos, secos e frescos, que reservei para você, meu amado.

A esposa quer dar a Jesus tudo o que ela produz. 

Nosso coração produz muitos tipos de frutos aprazíveis, velhos e novos; e estes frutos estão entesourados para o nosso Senhor. Nesta época de frutos abundantes, devemos examinar nossa colheita. Temos novos frutos. Desejamos sentir vida nova, regozijo novo e gratidão nova. 

Desejamos tomar novas decisões e levá-las a cabo por meio de novos labores. Nosso coração desabrocha com novas orações, e nossa alma compromete-se com novos esforços. Mas também temos alguns frutos velhos. Existe o nosso primeiro amor -um fruto selecionado! Jesus se deleita nele. 

Há a nossa primeira fé. A fé simples por meio da qual, não tendo nada, nos tornamos possuidores de todas as coisas. Existe o gozo que desfrutamos quando inicialmente conhecemos o Senhor; reavivemos este gozo. Temos as velhas lembranças das promessas. Quão fiel tem sido o nosso Deus! Na doença, como cuidou de nós carinhosamente! Nas águas profundas, quão serenamente nos ergueu! Na fornalha ardente, quão graciosamente Ele nos libertou. 

Frutos velhos, realmente! Temos muitos deles, pois as misericórdias de Deus têm sido mais numerosas que os cabelos de nossa cabeça. Precisamos lamentar nossos velhos pecados, e já temos nos arrependido e chorado enquanto caminhamos para a cruz, e aprendido os méritos do sangue de Cristo. Temos frutos hoje, velhos e novos. No entanto, observem o propósito deles -estão reservados para Jesus. 

Verdadeiramente, estes são os melhores e mais aceitáveis trabalhos nos quais Jesus é o único alvo da alma, e sua glória, sem qualquer acréscimo, é a finalidade de todos os nossos esforços.

Reservemos nossos muitos frutos tão-somente para o nosso Amado. Mostremos esses frutos quando Ele está conosco e não aos homens. 

Ó Senhor Jesus, fecharemos a porta de nosso jardim e ninguém entrará para roubar-Te um dos bons frutos do solo que Tu regas com teu sangue. Tudo o que temos pertence a Ti, somente a Ti, ó Jesus, nosso Amado!

TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!

DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE.

domingo, 15 de janeiro de 2017

Louve, Louve, Louve...

SALMOS 66
2 Cantem louvores ao seu glorioso nome; louvem-no gloriosamente!

Quer louvemos a Deus, quer não, fazer isso não é opcional. 

O louvor é um direito de Deus; e todo cristão, como recipiente da graça de Deus, está obrigado a louvá-Lo, todos os dias. É verdade que não temos uma regra oficial para louvor diário; não temos nenhum mandamento prescrevendo certas horas de louvor e ações de graça, mas a lei escrita no coração nos ensina que é correto louvar a Deus. 

A ordem não-escrita nos alcança com tanta importância como se tivesse sido escrita em tábuas de pedra ou colocada em nossas mãos no topo do estrondeante Sinai. Sim, louvar a Deus é o dever de todo cristão. Não é somente um exercício que traz deleite, é também a absoluta obrigação da vida do cristão. 

Não pense que você é inculpável quanto a este dever, você que sempre está lamentando, nem imagine que pode cumprir seu dever para com Deus, sem entoar canções de louvor. Enquanto viver, você está obrigado, por laços de amor divino, a bendizer o nome de Deus; e os louvores dele devem estar continuamente em seus lábios (Salmos 34.1). 

Você é abençoado, a fim de que possa bendizê-Lo -“o povo que formei para mim, para celebrar o meu louvor” (Isaías 43.21). Se você não louva a Deus, não está produzindo o fruto que Ele, como Agricultor divino, tem direito de esperar de suas mãos. 

Não deixe sua harpa pendurada nos salgueiros, traga-a, e faça todo o esforço, com um coração grato, para tocar a música mais sonora. Levante-se e cante os louvores de Deus. A cada alvorecer, entoe suas melodias e faça com que cada pôr-do-sol seja acompanhado por suas canções de louvor. 

Cubra a terra com os seus louvores, cerque-a com urna atmosfera de melodias, e Deus mesmo ouvirá do céu e aceitará a sua música. Eu Te amo, e amarei, E no teu louvor cantarei, Porque Tu és meu Deus amoroso, Meu Redentor e meu Rei.

TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!

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sábado, 14 de janeiro de 2017

Cristo, O purificador.

LEVÍTICO 13
13 este a examinará e, se observar que a lepra cobriu todo o corpo, ele a declarará pura. Visto que tudo ficou branco, ela está pura.

Esta norma parece estranha, mas continha sabedoria, visto que a expulsão da enfermidade comprovava que a constituição do homem estava saudável. Neste dia, seria bom para nós vermos o ensinamento característico de uma regra tão incomum. Também somos leprosos e podemos ler as leis referentes ao leproso como aplicáveis a nós mesmos. 

Quando um homem vê a si mesmo como um pecador totalmente perdido e arruinado, completamente coberto com a profanação do pecado; quando renuncia toda justiça própria e se declara culpado diante do Senhor, então, ele é purificado por meio do sangue de Cristo e da graça de Deus. 

A iniquidade escondida, não reconhecida, não confessada é a verdadeira lepra; mas quando o pecado é visto e reconhecido, ele recebe o seu golpe mortal, e o Senhor contempla com olhos de misericórdia a alma afligida pelo pecado. 

Nada é mais letal do que a justiça própria, nem mais esperançoso do que a contrição. Temos de confessar que não somos nada, exceto pecadores, pois nenhuma confissão aquém desta corresponde a toda a verdade. 

Se o Espírito de Deus está agindo em nós, convencendo-nos de pecado, não haverá dificuldade em fazermos esse reconhecimento. Ele fluirá espontaneamente de nossos lábios. O pecado lamentado e confessado, embora grave e infame, nunca impedirá que um homem venha ao Senhor Jesus. 

Todo aquele que vem a Jesus, Ele não o lançará fora, de maneira alguma (João 6.37). Embora desonesto como o ladrão, imoral como a pecadora que ungiu os pés de Jesus, furioso como Saulo de Tarso, cruel como Manassés, ou rebelde como o filho pródigo, o grande coração de amor olhará para o homem que sente não possuir em si mesmo qualquer justiça e o declarará limpo, quando ele confiar em Jesus crucificado. 

Ó pecador sobrecarregado de pecados e desamparado, venha a Jesus. Venha necessitado, venha culpado, venha repugnante e despido. Não é possível que você venha sujo demais; venha assim como você está.

TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!

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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

O Senhor se compadece de ti.

SALMOS 33
13 Dos céus olha o Senhor e vê toda a humanidade;

Talvez nenhuma outra figura de linguagem retrate a Deus de maneira tão brilhante quanto a figura que O apresenta descendo do seu trono, vindo do céu para atender às necessidades e contemplar os problemas da humanidade. 

Amamos Aquele que, ao ver as cidades de Sodoma e Gomorra repletas de iniquidade, não as destruiria até que lhes fizesse uma visita pessoal. Não podemos deixar de derramar nosso coração em afeição por nosso Senhor, que da mais sublime glória inclina o seu ouvido, e o coloca bem próximo dos lábios do pecador moribundo cujo coração debilitado anela por reconciliação. 

Como podemos não amá-Lo, quando sabemos que Ele conta até o número de nossos cabelos, marca o nosso caminho e ordena os nossos passos? Esta grande verdade é colocada bem perto de nosso coração, ao recordarmos quão atencioso é o Senhor, não somente para com os interesses temporais de suas criaturas, mas também para com as necessidades espirituais delas. 

Embora haja uma grande distância entre a criatura finita e o Criador infinito, existem laços que unem a ambos. Quando você chora, Deus está consciente disso. “Como um pai se compadece de seus filhos, assim o SENHOR se compadece dos que o temem” (Salmos 103.13).

O seu suspiro é capaz de mover o coração de Deus. Seu murmúrio pode inclinar os ouvidos dele até você. Sua oração pode deter a mão dele e sua fé pode mover-Lhe o braço. Não pense que Deus está assentado nas alturas ignorando tudo o que acontece com você. 

Lembre que mesmo pobre e necessitado como você é, o Senhor pensa em você. Os olhos dele passam por todos os lugares da terra, para que se mostre forte em benefício daqueles que têm um coração perfeito para com Ele (2 Crônicas 16.9).

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Feliz, és tu???

DEUTERONÔMIO 33
29 Como você é feliz, Israel! Quem é como você, povo salvo pelo Senhor? Ele é o seu abrigo, o seu ajudador e a sua espada gloriosa. Os seus inimigos se encolherão diante de você, mas você pisará as suas colinas.


A pessoa que imagina o cristianismo como uma religião que torna o homem miserável desconhece completamente a natureza do cristianismo. 

Seria realmente estranho se o cristianismo nos tornasse miseráveis, pois vejam a que posição o cristianismo nos exalta! O cristianismo nos torna filhos de Deus. Você supõe que Deus outorgará aos seus inimigos toda a felicidade e à sua própria família toda a murmuração? Os inimigos de Deus terão alegria e os filhos de Deus herdarão tristeza e desgraça? O pecador, que não tem parte em Cristo, chamará a si mesmo, rico em felicidade, e prosseguiremos nós, pranteando, como se fôssemos mendigos paupérrimos? De modo nenhum. 

Sempre nos alegraremos no Senhor (Filipenses 4.4) e nos gloriaremos em sua herança, pois “não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai” (Romanos 8.15)

Em certa medida, a vara da disciplina tem de repousar sobre nós, mas produz frutos de justiça. Assim, por intermédio da ajuda do Consolador divino, nós, o povo salvo do Senhor, nos alegraremos no Deus de nossa salvação. Estamos casados com Cristo. O grande Noivo da igreja permitirá que sua noiva permaneça em constante tristeza? Nosso coração está entrelaçado ao dele. 

Somos seus membros, e apesar de, por um tempo, sofrermos como o nosso Cabeça sofreu, somos abençoados com bênçãos celestiais nEle. Temos o penhor de nossa herança nas consolações do Espírito Santo, as quais, no presente, são muitas e imensas. Herdeiros de uma alegria eterna, temos a desfrutar de nossa herança. 

Há traços da luz de alegria que anunciam nosso eterno sol nascente. Nossas riquezas estão além do mar. Nossa cidade edificada sobre firme fundação encontra-se do outro lado do rio. Vislumbres de glória do mundo espiritual animam nosso coração e nos impulsionam adiante. É verdade: “Feliz és tu, ó Israel! Quem é como tu? Povo salvo pelo SENHOR”.


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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Eu -um pecador.

ROMANOS 3
26 mas, no presente, demonstrou a sua justiça, a fim de ser justo e justificador daquele que tem fé em Jesus.


“Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus” (Romanos 5.1). 


A consciência não mais nos acusa. Agora, o julgamento decide a favor e não contra o pecador. A memória olha para trás, considera os pecados cometidos e sente tristeza por causa deles. Todavia, não sente temor de que alguma penalidade lhe sobrevenha. Cristo pagou a dívida de seu povo, até ao último centavo, e recebeu a quitação divina.



A menos que Deus seja tão injusto que exija duas vezes o pagamento da mesma dívida, nenhuma alma em favor da qual Cristo morreu como Substituto pode ser enviada ao inferno. Crer que Deus é justo constitui um dos princípios de nossa natureza iluminada. 


Sabemos ser isto verdade, e é maravilhoso que esta crença se torna o pilar de nossa confiança e paz!

Se Deus é justo, eu -um pecador, sozinho e sem um substituto – tenho de ser punido. Mas Jesus tomou meu lugar e sofreu a penalidade por mim. Agora, se Deus é justo, eu -um pecador que permanece em Cristo -não posso jamais ser punido. 

Deus teria de mudar a sua natureza, antes que alguma alma em favor da qual Jesus morreu como Substituto sofresse a condenação da Lei.



Portanto, tendo Jesus tomado o lugar do cristão, tendo restituído a totalidade equivalente à ira divina por tudo que seu povo deveria ter sofrido como resultado do pecado, o pecador pode gritar com glorioso triunfo: “Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus?” (Romanos 8.33)


Não será Deus, pois Ele os justificou. Não será Cristo, pois morreu, ou, antes “ressuscitou” (v. 34), minha esperança é viva, não porque não sou pecador, e sim porque sou um pecador em favor do qual Cristo morreu. 

Minha confiança não está no fato de que sou santo, mas, em que sendo ímpio, Cristo é a minha justiça. Minha fé não descansa naquilo que eu sou ou serei, tampouco naquilo que eu sei ou sinto; e sim naquilo que Cristo é, bem como naquilo que Ele fez e agora está fazendo por mim. 

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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Utilize a única fonte confiável. Jesus.

ESDRAS 8
22 Tive vergonha de pedir soldados e cavaleiros ao rei para nos protegerem dos inimigos na estrada, pois lhe tínhamos dito: “A mão bondosa de nosso Deus está sobre todos os que o buscam, mas o seu poder e a sua ira são contra todos os que o abandonam”.


Um regimento armado teria sido desejável para os peregrinos, mas uma timidez santa não permitiu que Esdras buscasse um.

Ele temeu que o rei pagão pensasse ser hipócrita sua confissão de fé; ou que ele imaginasse não ser o Deus de Israel capaz de preservar seus próprios adoradores. Esdras não poderia depender de braços de carne em um assunto que tão evidentemente pertencia a Deus. Por isso, a caravana seguiu viagem sem qualquer proteção visível, guardada por Aquele que é a espada e o escudo de seu povo. 

É motivo de receio que poucos cristãos sintam este zelo santo para com seu Deus. Mesmo aqueles que, em determinada medida, andam pela fé, ocasionalmente, mancham o resplendor de sua vida por anelarem a ajuda do homem. É uma atitude bendita permanecer firme na Rocha dos Séculos, sem contrafortes, sustentado apenas pelo Senhor. 

Algum cristão procuraria doações do Estado para sua igreja, se lembrasse que o Senhor é desonrado por esta atitude? O Senhor não pode suprir as necessidades de sua própria causa? Correríamos apressadamente aos amigos e parentes, em busca de auxílio, se lembrássemos que o Senhor é magnificado em confiarmos implícita e unicamente em seu braço? 

Ó minha alma, espera somente em Deus. Talvez alguém diga: “Mas, não devemos usar quaisquer outras fontes?” Certamente. No entanto, o nosso erro raramente está em negligenciarmos essas fontes. Com maior frequência, nosso erro surge de crermos ingenuamente nesses recursos, em vez de crermos em Deus.

Poucos vão longe em negligenciar o braço da criatura, mas muitos pecam grandemente em fazer uso excessivo dele. Aprendam caríssimos a glorificar o Senhor não arriscando os demais meios, se, quando os utiliza, desonra o nome do Senhor.


TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!

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