domingo, 12 de fevereiro de 2017

Determine tempo para Orar.

SALMOS 65
11 Coroas o ano com a tua bondade, e por onde passas emana fartura;

Muitas são as pegadas do Senhor que destilam fartura, porém uma de suas pegadas especiais é a oração.

Nenhum cristão que gasta bastante tempo em oração terá necessidade de clamar: “Definho, definho, ai de mim!” (Isaías 24.16.) 

Almas famintas vivem distante do trono de misericórdia e se tornam semelhantes aos campos ressecados em tempo de estiagem. Prevalecer com Deus, em oração determinada, certamente nos tornará cristãos fortes -se não felizes.

O lugar mais próximo das portas do céu é o trono da graça celestial. Passe muito tempo sozinho com o Senhor Jesus, assim você terá muita segurança. Gaste pouco tempo em comunhão pessoal com o Senhor, e você terá uma fé superficial, defeituosa, com muitas dúvidas e temores, destituída da alegria do Senhor. 

A pegada da oração, que enriquece a alma, está disponível até para o mais frágil cristão e não exige nenhuma realização nobre. Você não é convidado a vir porque é um santo superior, mas apenas por ser santo, é convidado gratuitamente. 

Caríssimos, assegure-se de estar frequentemente em devoção particular e comunhão com o Senhor Jesus. Gaste tempo de joelhos, pois foi assim que Elias lançou chuva sobre os campos famintos de Israel.

Há outra pegada especial destilando fartura aos que nela andam: é o andar secreto de comunhão. Oh! Os prazeres do companheirismo com Jesus! As palavras da terra não podem descrever a santa calma de uma alma que se reclina sobre o seio de Jesus.

Poucos cristãos entendem isso. Vivem nos baixios e raramente sobem aos lugares elevados. Vivem no átrio exterior. Não entram no lugar santo. Eles não admitem o privilégio do sacerdócio. 

Contemplam o sacrifício à distância, mas não se assentam com o sacerdote para comer a gordura e se regozijar com o melhor da oferta queimada. 

Caríssimos, assente-se à sombra de Jesus. Suba àquela palmeira e pegue seus ramos. Permita que seu Amado seja a macieira entre as árvores do bosque, assim você se satisfará com tutano e gordura. Ó Senhor Jesus, visita-nos com a tua salvação.

TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!

DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE.

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Vida eterna....

A vida é um tema de destaque no evangelho de João. As palavras gregas traduzidas pelo termos “vida” e “viver” ocorrem mais de sessenta vezes em João. As mais destacadas delas são em referência à vida que Deus dá através de Jesus Cristo, às vezes chamada de “vida eterna”

Os seres humanos anseiam pela imortalidade, e eles a procuram de diversas maneiras. Mas Jesus diz que aquele que crê nele para a salvação tem a vida eterna. João nos diz que seu objetivo ao escrever seu evangelho é que seus leitores creiam que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e que, crendo, “tenham vida em seu nome” (20.31). Como veremos, “vida” em Cristo e “vida eterna” são essencialmente sinônimos.

Para nos ajudar a entender isso, João estabelece todo o seu evangelho no contexto da criação. Por que a criação? Porque na criação, Deus criou toda a vida. A primeira linha de João ecoa Gênesis 1: “No princípio era o Verbo”. João segue nos revelando que o “Verbo” é Jesus Cristo, e que Cristo é o criador de todas as coisas (v. 2-3). Em seguida, João faz esta declaração: “a vida estava nele e a vida era a luz dos homens” (v. 4). João está nos dizendo aqui que se você quiser a verdadeira vida, você poderá encontrá-la somente em Jesus Cristo, ele mesmo o Criador de toda a vida. Jesus mais adiante diz: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida” (14.6). Aqui está o primeiro ponto importante: nós nunca realmente “vivemos” até conhecermos Jesus Cristo. Ele é quem nos dá vida.

Mais do que isso, a vida que Jesus dá é “vida eterna”. Dizendo de forma simples, vida eterna é a vida que não termina. Mas “vida eterna” na Bíblia se refere a mais do que o fato de que ela nunca termina. Mais uma vez, o relato da criação nos ajuda a entender isso. Adão e Eva foram criados com a possibilidade de imortalidade. Deus os colocou em um jardim exuberante e frutífero. Eles desfrutavam de comunhão sem barreiras com Deus. E desfrutavam da bênção de trabalho e do fruto de seu trabalho. No entanto, havia uma árvore cujos frutos não deviam ser desfrutados, a saber, a Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal. Deus os advertiu, dizendo: “No dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gênesis 2.17).

Curiosamente, eles não morreram fisicamente no dia em que comeram daquele fruto. No entanto, com certeza, o pecado e a morte entraram no mundo por causa de seu pecado (Romanos 5.12). Eles eventualmente morreriam fisicamente; no entanto, no dia em que comeram, morreram espiritualmente. Sua comunhão com Deus sem barreiras foi quebrada. Eles experimentaram vergonha e alienação, recebendo a maldição de Deus e não a sua bênção, e sendo expulsos da morada terrena original de Deus. Verdadeira “Vida”, a “vida eterna” que Jesus dá, significa ser restaurado para o estado de conhecimento e comunhão com Deus. Isso significa que podemos desfrutar de nosso trabalho para a glória de Deus e experimentar as alegrias das bênçãos de Deus. 

Mais tarde, no evangelho de João, o próprio Cristo ora ao Pai: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (17.3). Porque o pecado quebrou a nossa comunhão com Deus, precisamos “nascer de novo”, como Jesus disse a Nicodemos anteriormente em João 3. Isto é, o Espírito precisa vir e nos dar nova vida e nos fazer uma nova criação pelo seu poder de regeneração.

Em João 11, depois da morte de Lázaro, Jesus diz a Marta: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente” (v. 25-26). Quando nós, que confiamos em Cristo e o conhecemos, morrermos, temos a esperança de um corpo ressurreto, um corpo glorificado que nos permite ter comunhão com Deus por toda a eternidade de uma forma mais profunda e íntima. Ao mesmo tempo, aqueles que confiam em Cristo “não morrerão, eternamente”

Eles simplesmente entram em uma nova fase de conhecer a Deus. O apóstolo Paulo disse algo semelhante, quando escreveu aos Filipenses: “Para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro” (Filipenses 1.21). Se a vida é Cristo, a morte física significa infinitamente mais da vida que temos nele, e de uma forma nova e ainda melhor. Esta é a vida abundante que Jesus veio para dar (João 10.10). Esta é a vida eterna. Enfim, isso é que é vida.

TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!

DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Deus não abandona aos que são obedientes.

1 SAMUEL 27
1 Davi, contudo, pensou: “Algum dia serei morto por Saul. É melhor fugir para a terra dos filisteus. Então Saul desistirá de procurar-me por todo o Israel, e escaparei dele”.

O pensamento do coração de Davi, nesta ocasião, era falso. 

Certamente ele não tinha razão para pensar que a unção de Deus sobre ele tinha o propósito de ser abandonada como um ato vazio e sem significado. 

Em nenhum momento, o Senhor havia deixado o seu servo. Frequentemente, Davi fora colocado em situações perigosas; todavia, não houve ocasião em que não tivesse o livramento por meio da intervenção divina. Variadas foram as provações às quais ele foi exposto. Contudo, em todas as ocasiões, Aquele que enviou o julgamento, também, graciosamente, ordenou um meio de escape.

Davi não podia apontar o dedo para qualquer anotação em seu diário e dizer: “Aqui está a evidência de que o Senhor me abandonará”, pois todo o curso de sua vida provava exatamente o oposto. A partir do que Deus fizera por Davi, este deveria ter compreendido que Deus ainda seria o seu defensor. 

Nós duvidamos da ajuda de Deus desta mesma maneira? Isto não é desconfiança sem motivo? Já tivemos alguma sombra de motivo para duvidar da bondade de nosso Pai? Sua amabilidade não tem sido maravilhosa? Ele já falhou em honrar a nossa confiança? Oh, não! Nosso Deus não nos deixou em momento algum. 

Temos tido noites escuras, mas a estrela de amor tem resplandecido em meio à negridão. Temos vivido em severos conflitos, mas sobre nossa cabeça, Ele tem erguido o escudo de nossa defesa. 

Temos passado por muitas provações. Elas nunca nos sobrevieram para nosso detrimento, e sim para nosso proveito. A conclusão que tiramos de nossas experiências passadas é que Aquele que tem estado conosco em seis provações estará conosco também na sétima. 

O que sabemos a respeito de nosso Deus fiel prova que Ele nos guardará até ao final. Não devemos, então, argumentar contra as evidências. Como podemos ser tão ingratos a ponto de duvidar de nosso Deus? Senhor, lança ao chão a Jezabel de nossa incredulidade e faze com que os cães a devorem.

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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

O que devemos fazer na conversão?


As pessoas são responsáveis por fazer duas coisas: arrependerem-se e crerem. 

A conversão é um radical virar das costas para o pecado e um voltar-se para Deus através da fé em Cristo. 

Jesus resumiu o que os homens devem fazer na conversão quando ele ordenou aos seus ouvintes: “arrependei-vos e crede no evangelho” (Marcos 1.15).

O que significa se arrepender?

1. Arrependimento significa reconhecer que você é um pecador (Atos 3.19);

2. Arrependimento significa renunciar ao pecado e decidir obedecer a Cristo (Lucas 9.23; Romanos 2.4);

3. Arrependimento significa lamentar pelo pecado e regozijar-se por aceitar Jesus como seu novo Mestre e Senhor (2 Coríntios 7.10; Romanos 6.12-23);

4. Arrependimento não é o fim da batalha, mas o início de uma (Gálatas 5.16-17).

Em que temos que crer? Temos que crer no evangelho!

1. Crer que Deus é o santo criador do universo, o Senhor de tudo (Isaías 6.1-5; Gênesis 1.1; 1 Timóteo 6.15-16);

2. Crer que você é um pecador e que merece a justa ira de Deus (Romanos 1.18; Romanos 3.23);

3. Crer que Jesus Cristo morreu na cruz para pagar a penalidade pelo seu pecado e ressurgiu da sepultura para vencer a morte e oferecer a você a vida eterna (Romanos 3.21-26; Gálatas 2.20; Atos 2.24; João 11.25).


Arrependimento e fé são dois lados da mesma moeda. Na conversão, nós viramos as costas para o pecado e confiamos em Cristo.

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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

O que Deus faz na conversão?


Conversão não significa que “Deus ajuda aqueles que se ajudam”. A mudança de que precisamos é tão radical que somente Deus pode fazê-la. 

Na conversão, Deus dá vida aos mortos e vista aos cegos. Na conversão, Deus dá os dons do arrependimento e da fé.

 1. Deus resplandece a luz! 2 Coríntios 4.6 diz que, assim como Deus resplandeceu a luz nas trevas da criação, assim ele “resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo”.  Como você chegou a entender o evangelho e crer nele? Deus resplandeceu luz no seu coração, criando entendimento espiritual onde não havia nada.

 2. Deus nos vivifica! Efésios 2.5 diz que, mesmo quando estávamos “mortos em nossos delitos”, Deus “nos deu vida juntamente com Cristo”. Nós não estávamos doentes, dormindo ou morrendo. Nós estávamos mortos, e Deus nos vivificou. Em João 3, Jesus descreve isso como um nascer de novo pelo Espírito Santo. Na conversão, Deus nos dá o novo nascimento, capacitando-nos a nos arrependermos e crermos no evangelho.

 3. Deus nos liberta! Colossenses 1.13 diz que ele nos liberta do império das trevas e nos transporta para o reino do Filho do seu amor. A conversão é como um resgate militar em que Deus nos liberta de nosso aprisionamento ao pecado e nos coloca em seu reino glorioso.

 4. Deus concede arrependimento e fé! De uma perspectiva humana, a conversão consiste em nos arrependermos de nossos pecados e crermos em Cristo. Ainda assim, a Escritura ensina que tanto o arrependimento como a fé vêm a nós como dons de Deus (veja Filipenses 1.29, Atos 11.18).
A conversão é, fundamentalmente, um ato divino que Deus faz em nós e para nós. Em resposta à sua obra soberana e unilateral, nós nos arrependemos e cremos.

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

O que é conversão?

Conversão é um giro de 180 graus na vida de uma pessoa. 
É virar completamente as costas para o pecado e voltar-se em direção a Cristo para a salvação. Da adoração aos ídolos para a adoração a Deus. Da autojustificação para a justificação de Cristo. Do autogoverno para o governo de Deus.
Conversão é o que acontece quando Deus desperta aqueles que estão mortos espiritualmente e os capacita a se arrependerem de seus pecados e terem fé em Cristo.

 • Quando Jesus nos chama a nos arrependermos e crermos, ele está nos chamando para a conversão. É uma mudança radical naquilo que nós cremos e fazemos. (Marcos 1.15);

• Quando Jesus nos chama para tomarmos nossa cruz e para o seguirmos, ele está nos chamando para a conversão. (Lucas 9.23);

• Para que venhamos a nos arrepender, Deus tem que nos dar nova vida, novos corações e fé (Efésios 2.1, Romanos 6.17, Colossenses 2.13, Ezequiel 36.26, Efésios 2.8, 2 Timóteo 2.25).

Conversão não é:

 1. Um evento único que não tem implicação alguma na forma como vivemos. A conversão ocorre, sim, em um momento único, e é um momento de mudança radical. A vida deve parecer diferente a partir de então. Uma nova batalha começa.

 2. Uma jornada sem destino algum. A conversão pode ser precedida por um longo processo no caso de alguns, mas ela sempre envolve uma decisão compromissada de se arrepender do pecado e confiar em Cristo, o que é o resultado imediato de Deus dar uma nova vida para um pecador que estava espiritualmente morto.

 3. Opcional. Atos 17.30 diz que Deus ordena que todos, em toda parte, se arrependam. A conversão nunca pode ser forçada, mas ela é absolutamente necessária para que alguém seja salvo.

 4. Uma conversa. Embora os cristãos devam comunicar o evangelho de forma humilde, nossa meta não é meramente uma troca agradável de informação. Nós temos que chamar todos a se arrependerem de seus pecados e confiarem em Cristo para a salvação.

 5. Dizer uma oração pré-formulada. A conversão certamente envolve oração, mas temos que ser cuidadosos para não tentarmos as pessoas a colocarem sua confiança em um conjunto especial de palavras.

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

A oportunidade de andar com Deus...


Ao ler a Bíblia me transportei para os tempos antigos onde Enoque e Noé andaram com Todo Poderoso.

Porém me lembrei que Adão também era privilegiado, afinal Deus passeava no Jardim do Éden todos os dias e conversava com ele e Eva.

No jardim criado por Deus, imagino uma gama de flores diferenciadas e extremamente perfumadas, de incontável beleza. Imagino os pássaros com seu canto afinado e os raios de sol penetrando entre as frestas da vegetação. O caminho por onde eles andavam, deveria ser repleto das folhagens que se despendiam dos galhos. Cada detalhe minuciosamente cuidado pela atenção do Criador.

Adão e sua esposa não tinham vizinhos, parentes ou amigos. Era somente um na presença do outro e ainda assim desobedeceram a Deus e foram expulsos do Paraíso.

Por outro lado, Enoque e Noé viviam em uma época onde o pecado dominava sobre a terra. A falta de temor ao Senhor era algo tão grave entre as pessoas que tal situação suscitou a ira de Deus. A decepção do Criador para com a humanidade era notável em Sua Palavra.

“Resolvi dar cabo de toda carne, porque a terra está cheia da violência dos homens” Gn 6.11

Porém antes de acontecer o dilúvio, o Altíssimo retirou Enoque, seu servo, dessa terra e de forma milagrosa o arrebatou. Enoque não passou, tampouco presenciou a dor daqueles que negavam a fé e obediência a Deus.
No entanto, Ele escolheu Noé para construir a Arca segundo Suas diretrizes e avisar àqueles que desejassem se salvar.

Noé, mesmo sendo visto como um louco, permaneceu na fé inabalável.  
         
Podemos imaginar quantas “piadinhas”, afrontas, gargalhadas ele ouviu. Ainda assim dava continuidade ao que Deus lhe havia outorgado.
O Senhor sabia que podia contar com Noé. Sabia que sua fidelidade à Ele sobrepujaria qualquer dificuldade, problema e até o desprezo que as demais pessoas dedicaram à ele.

Observe que os tempos e lugares são diferenciados – Adão e Eva andavam com Deus, viviam no Paraíso, sozinhos humanamente falando, e ainda assim caíram no pecado. Interessante que eles não precisavam crer em Deus para vê-lO, pois o Senhor passeava com eles no jardim.

Todavia, em um tempo onde a humanidade era tomada pelo pecado, Enoque e Noé pela fé, criam em Sua existência e Seu Poder e por isso, se mantiveram fiéis, sem se corromper com o pecado a ponto de chamar a atenção do Criador! A preciosidade do caráter, da fé, da fidelidade, do amor e do temor para com Deus desses dos dois homens é esplendoroso.

Não importa onde nós vivemos, ou mesmo que ao nosso lado há corrupção, pecado, pessoas que são falsas, incrédulas, ateus, injustiças etc. Importa quem eu sou para Deus e principalmente quem Ele é para mim.


Mediante essa fé, seguimos nosso caminho em santidade ao Senhor, rumo ao nosso alvo: A SALVAÇÃO!

TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!

DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE.