Alguém perguntou: "Qual a diferença entre o ser humano e a galinha em relação a morte?" A resposta é que, ao contrario das galinhas, que morrem, nós, seres humanos , que também morremos, sabemos que morreremos. As galinhas não sabem disso. E o conhecimento da nossa morte iminente afeta grandemente a nossa maneira de viver.
Todos os relacionamentos, incluindo o casamento, mais cedo ou mais tarde chegam ao fim por ocasião do nosso maior inimigo: a morte. Não importa a proximidade da união, o grande amor, o companheirismo profundo nem o tempo que passamos juntos, nós (diferentemente das galinhas) sabemos que a morte virá (a menos que Jesus retorne antes) e, quando isso acontecer, todos os nossos relacionamentos cessarão. Esse tem sido nosso destino desde o primeiro pecado e assim será até a volta de Jesus.
A Bíblia não revela qual dos dois, Adão ou Eva, morreu primeiro, mas deve ter sido particularmente doloroso para o outro, especialmente por que, para começar, a morte nunca foi o plano de Deus. Se, a morte de uma única folha os fez lamentar, quem pode imaginar o que eles sofreram com a morte do cônjuge?
O problema é que estamos tão acostumados com a morte que simplesmente a tomamos como certa. Mas ela jamais deveria ser experimentada. Portanto, até hoje nos esforçamos para dar sentido a ela, quando, muitas vezes, simplesmente não conseguimos.
Temos esperança, pois Jesus venceu a morte e um dia seremos ressuscitados.(Is 57:1; Ap 21:4; 1Ts 4:17,18; Mt 5:4; 2Sm 18:33; Gn 37:34).
Evidentemente, não apenas enfrentamos a realidade da nossa morte, como também encaramos a realidade da morte de outros, de nossos entes queridos, talvez de nosso(a) companheiro(a) mais próximo(a). Portanto, mais cedo ou mais tarde, muitos entre nós enfrentarão uma fase de solidão ocasionada pela morte de outra pessoa.
É difícil, dói, e nesses momentos podemos e devemos apenas reivindicar as promessas de Deus. Afinal neste mundo de pecado, sofrimento e morte, o que mais temos?
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