Palavras bondosas, olhares de simpatia, expressões de estima, seriam para muitos em luta e solidão qual copo de água fira a um ser sedento. Uma palavra de simpatia, um ato de bondade, levantariam cargas que fazem arcar ombros alheios. E palavras de conselho, admoestação, advertência provindas de um coração santificado pelo amor, são justamente tão necessárias como uma efusão de sentimentos de afeto e expressões de estima.
Cada palavra ou festo de desinteressada bondade, dirigidos a pessoas com quem somos levados em contato, são expressão do amor que Jesus manifestou por toda a família humana.
Devemos ter a tal ponto no coração o amor de Cristo, que nosso interesse nos outros seja imparcial e sincero. Nossas afeições devem ter amplitude e não se centralizar apenas em alguns que nos lisonjeiam por confidências especiais. A tendência de tais amizades é levar-nos a negligenciar os que se acham em maior necessidade de amor do que aqueles a quem concedemos nossas atenções.
Não devemos estreitar nosso círculo de amigos a uns poucos prediletos porque nos agradam e lisonjeiam com a afeição que nos declaram.
Sentimentos de desassossego e de saudade ou solicitude podem ser benéficos. O Pai celestial pretende ensinar vocês a encontrar Nele a amizade e o amor e consolação que satisfarão suas mais ferventes esperanças e desejos.
A única segurança e felicidade de todos nós está em fazermos de Cristo nosso constante Conselheiro. Nós podemos ser felizes Nele ainda que não tenhamos nenhum outro amigo no vasto mundo.
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