"De fato a vida é uma escola". A família é nossa primeira sala de aula. Nenhuma criança é jovem demais para começar a ouvir sobre a bondade de Deus. Hinos orações acerca da grandiosidade divina deveriam começar desde o berço e ir até o túmulo.
Muitas famílias fazem o que acham correto na educação dos filhos, contudo acabam conhecendo um resultado oposto às suas expectativas. Certamente existem inúmeras variáveis que podem levar os filhos a rejeitar sua educação cristã.
Mas, por amor a eles, vamos refletir sobre algumas difíceis questões de relacionamento. Com que frequência pais e filhos compartilham assuntos do coração? A criança se sente segura em compartilhar esperança, medos e problemas com os pais?
Os pais procuram continuamente afirmar em que aspectos a criança está indo bem ou ela apenas ouve críticas quando comete um erro? Os pais são pacientes quando a criança tropeça no aprendizado de novas atividades ou responsabilidades?
Os pais expressam empatia por seus filhos, lembrando como era ser criança? Os pais orientam gentilmente os filhos a ter um relacionamento com Deus? Ou eles simplesmente empurram goela abaixo a instrução religiosa?
Os pais são seguros e maduros o suficiente para admitir seus erros e pedir perdão a seus filhos? Ou mantém continuamente uma fachada de perfeição que as crianças percebem com facilidade?
Os pais dedicam tempo para dar atenção exclusiva aos filhos? Eles brincam com seus filhos? O respeito foi cultivado e conquistado entre pais e filhos? Os pais aplicam a disciplina em um ambiente calmo e controlado ou impulsivamente com frustração ou raiva?
Eles comunicam palavras e ações de amor e carinho à criança, para que ela saiba que é amada incondicionalmente?
E a lista continua...
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