sexta-feira, 6 de maio de 2022

Esperança é Praticar a Justiça...

 

A igreja é profundamente comprometida com a prática da justiça para com o próximo, que sabe que Deus tem amor especial pelo desvalorizado, pelo marginal, pelo improdutivo. Esse talvez seja o ensinamento mais radical na Bíblia, o de que os providos têm uma responsabilidade social para com os desprovidos. Claro que isso é caridade, e todos nós cremos em caridade. No entanto, Deuteronômio é lei, e isso é política social. É o programa assistencial que redistribui recursos com parcimônia para que todos possam viver. 

Claro que o mundo não tem a mínima preocupação com estrangeiros, viúvas e órfãos que constituem um risco social e uma inconveniência pública, ou com os refugiados, as mães que dependem de assistência do governo, os sem-terra e os vulneráveis. No entanto, a história da Bíblia foi escrita para que o cuidado de Deus por aqueles que não têm voz nem vez constitua o tema principal, tema que geralmente costuma ser deixado de fora por aqueles que falam um bocado sobre autoridade bíblica. 

É como se Jesus começasse cada reunião com a pergunta: “Há alguém aqui com mãos deformadas, alguma viúva, algum órfão, estrangeiro, leproso, cego, pobre, sem-teto? Venham à frente e receberão atenção restauradora”.

LEIA:

Dt 15:4-6

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