quinta-feira, 19 de maio de 2022

Sobre Segundas Chances (II).


 Um dos apóstolos de Jesus, Pedro, sabe muito bem o que é ter uma segunda chance. Seu temperamento impetuoso o tornou um dos principais apóstolos, fazendo parte do círculo mais íntimo de Cristo. Momentos antes de Sua prisão, Jesus revela a seus discípulos que eles iriam o abandonar e mais tarde, após a ressurreição, os encontraria. E quem toma a palavra? Pedro, que afirma:

"...eu nunca abandonarei o senhor, mesmo que todos o abandonem!" (Mc 14.29)

Podemos imaginar Pedro batendo no peito afirmando estas palavras: “Jesus, eu não sei dos outros, mas pode contar comigo! Eu nunca vou te deixar…”.


Fazemos isso, não? Com mais frequência do que gostaríamos de reconhecer. Julgamos os outros a partir de um ponto de vista (nosso ou externo) e, comparando-nos com os outros, dizemos: “Eu não seria capaz de fazer isso, ou falar aquilo, ou agir assim… sou bom demais, Jesus! Eu tenho a força e a vontade para me manter firme. Nunca vou vacilar…”.  

Afinal de contas, sempre há alguém pior do que nós…

Você já se sentiu assim? Blindado contra o fracasso, autoconfiante - certo de sua capacidade?

Então acontece o tropeço. Falhamos miseravelmente em nossa atitude. 

Tropeçamos em nossa própria bravata.

LEIA:

Ec 3:1 / 1 Tm 1:15-17

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