John Pipper tenta explicar os vários significados de livre-arbítrio e o que a Bíblia tem a dizer sobre isso. Dependendo da definição a que você se refere, nós temos ou não “livre-arbítrio”. Ele apresenta as três definições de “livre-arbítrio”:
Definição 1: A nossa vontade é
livre se as nossas preferências e nossas escolhas são realmente nossas, de tal
forma que possamos ser justamente considerados responsáveis por elas, sejam
boas ou más. De acordo com esta definição, o livre-arbítrio existe tanto nos
seres humanos caídos quanto nos redimidos.
Definição 2: A vontade humana
é livre quando não está sob a escravidão de preferência e escolha irracionais.
A vontade é livre quando é libertada de preferir o que é infinitamente menos
preferível do que Deus e de escolher o que levará à destruição. Com base nesta
definição, somente aqueles que nasceram de novo por meio de Jesus Cristo têm
livre-arbítrio.
Definição 3: Nós temos livre-arbítrio
se, em última instância ou decisivamente, nos autodeterminamos, e as únicas
preferências e escolhas pelas quais podemos ser responsabilizados são aquelas
que, em última instância ou decisivamente, autodeterminamos. A partir dessa
definição, nenhum ser humano tem livre-arbítrio em qualquer momento. Somente
Deus tem livre-arbítrio.
Neste artigo, John Pipper deseja extrair algumas das implicações
práticas de crer que a vontade humana é escrava quanto a preferir outras coisas
antes de Deus.
Somos libertados desta escravidão somente quando a soberana
graça de Deus abre os olhos dos nossos corações de tal forma que percebemos
Jesus Cristo como sendo a realidade mais bela e desejável no mundo. Isto é o
que acontece quando nascemos de novo.
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