Aqueles que escolheram o mal não estão preparados para comparecer à
presença de Deus. Orgulho, engano, devassidão e crueldade
fixaram-se em seu caráter.
Como eles poderiam entrar no Céu,
para morar eternamente com aqueles a quem odiaram na Terra? A verdade nunca
será agradável ao mentiroso; a humildade não satisfará o orgulhoso; a pureza
não é aceitável ao corrupto; o amor abnegado não parece atraente ao egoísta.
Que fonte de alegria poderia o Céu oferecer para aqueles que se acham
absorvidos em interesses egoístas?
Poderiam aqueles que têm o coração cheio de ódio a Deus, à verdade e a
santidade, unir-se à multidão celestial e aos seus cânticos de louvor? .
Muito tempo lhes foi concedido, porém jamais exercitaram a mente no amor
à pureza. Jamais aprenderam a linguagem do Céu. Então será tarde demais.
Uma vida de rebeldia contra Deus os desqualificou para o Céu. A pureza e
santidade desse lugar seriam uma tortura para eles; a glória de Deus seria um
fogo consumidor. Desejariam fugir daquele santo lugar e dariam boas-vindas à
destruição, para que pudessem esconder-se da face de quem morreu para
salvá-los.
O destino dos perdidos é
determinado por sua própria escolha. Sua exclusão do Céu é espontânea, da parte
deles, e justa e misericordiosa da parte de Deus. Como as águas do Dilúvio de
Noé, o julgamento do grande dia confirma o veredicto divino, de que os ímpios
são incorrigíveis.
A vontade deles foi exercitada na rebelião. Ao terminar a vida, é tarde
demais para alterarem seus pensamentos da transgressão para a obediência, do
ódio para o amor.
Texto extraído do livro “A grande esperança”,
Capítulo 4,Pg.40 – Ellen G. White.
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