domingo, 11 de junho de 2017

A origem da Inveja, Rancor e Cíumes...

O universo criado por Deus era perfeito e estava em plena harmonia.

   Todos os seres viviam em alegria e estavam satisfeitos com sua existência. Porém, essa harmonia foi quebrada com o surgimento de uma nota discordante.

   Antes de sua rebelião, Lúcifer era um anjo nobre, o primeiro em honra depois do amado filho de Deus. Seu rosto, como o dos outros anjos, era suave e expressava felicidade. Sua forma era perfeita, e seu porte, majestoso. Uma luz especial resplandecia de seu rosto e brilhava ao seu redor, mais viva do que ao redor dos outros anjos. No entanto, o Filho de Deus tinha preeminência sobre todo o exército angelical.

   O Deus criador convocou, então, os exércitos celestiais para conferir horna especial ao Filho, na preseça de todos os anjos. Cristo estava assentado no trono junto ao Pai, e a multidão celestial de santos anjos estava reunida ao redor. O Pai anunciou que Cristo, Seu Filho, era igual a Ele, de modo que em qualquer lugar que estivesse presente o Filho,isso valeria por sua própria presença. A palavra do Filho seria obedecida tão prontamente como a palavra do Pai. Portanto, o Filho estava investido de autoridade para comandar os exércitos celestiais. Ele trabalharia especialmente em união com o Pai no plano da criação da Terra e de cada ser vivente que devia habitar nela. O Filho cumpriria a vontade e os propósitos do Pai, nas nada faria sozinho. A vontade do Pai seria realizada por meio dEle.

   Lúcifer sentiu INVEJA e CIÚMES do filho de Deus (Jesus). Mesmo assim, quando todos os anjos se curvaram diante de Jesus, reconhecendo Sua supremacia, grande autoridade e direito de governar, Lúcifer se curvou com eles, mas seu coração estava cheio de INVEJA e RANCOR. Cristo fazia parte do conselho especial de Deus que tratava dos planos divinos, enquanto Lúcifer desconhecia tudo isso. Ele não compreendia, nem lhe fora permitido conhecer os propósitos de Deus. No entanto, Cristo era reconhecido como o soberano do Céu. Seu poder e autoridade era os mesmos de Deus.

(Grifos do Pregador)
(Texto extraído do livro "Em busca de Esperança", Ellen G. White,Pag.5, A Rebelião.

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