22 Sendo assim, aproximemo-nos de Deus com um coração sincero e com plena convicção de fé, tendo os corações aspergidos para nos purificar de uma consciência culpada, e tendo os nossos corpos lavados com água pura.
A ordem que nos foi dada nessa passagem é que nos
aproximemos de Deus. O grande objetivo do escritor do livro de Hebreus é que
nos aproximemos de Deus, que tenhamos comunhão com ele, que não tenhamos uma
vida cristã distante de Deus.
Essa aproximação não é um ato físico. Não é
construir uma torre de Babel por suas realizações para chegar ao céu. Não é
necessariamente ir até o prédio da igreja ou caminhar até a frente de um altar.
É um ato invisível do coração. Você pode fazê-lo enquanto permanece absolutamente
imóvel ou enquanto está deitado em um leito de hospital ou na condução enquanto vai
trabalhar.
Esse é o centro do evangelho — é sobre isso que o
jardim do Getsêmani e a Sexta-feira Santa dizem respeito — que Deus fez coisas
surpreendentes e custosas para nos aproximar de si mesmo. Ele enviou o seu
Filho para sofrer e morrer, para que por meio dele pudéssemos nos aproximar.
Tudo o que ele fez no grande plano da redenção é para que pudéssemos ser
aproximados. E essa proximidade é para a nossa alegria e para a glória de Deus.
Ele não precisa de nós. Se permanecermos distantes,
ele não é empobrecido. Ele não precisa de nós para ser feliz na comunhão da
Trindade. Porém, ele magnifica a sua misericórdia, dando-nos, apesar de nosso
pecado, livre acesso por meio de seu Filho à única realidade que pode
satisfazer nossas almas completamente e para sempre; ou seja, ele mesmo.
“Na
tua presença há fartura de alegrias; à tua mão direita há delícias
perpetuamente” (Salmo 16.11).
Essa é a vontade de Deus
para você, agora mesmo, enquanto lê isso. É por isso que Cristo morreu: para
que você se aproxime de Deus.
TOME POSSE DA PALVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!
DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE.
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