Fidelidade é ser confiável no relacionamento para com Deus e para com os outros. É escolher ser leal à nossa palavra e cumprirmos as nossas promessas. A fidelidade tem uma constância, devoção, lealdade e firmeza em todas as suas interações. É ser confiável num mundo que não é. Pessoas fiéis não são desleais tampouco superficiais com seus compromissos.
Mansidão é permitir que Deus lide com as outras pessoas de modo que não precisemos resolver os problemas com nossas próprias mãos. Já foi dito que a mansidão é a graça da alma. Mansidão inclui ser calmo, sereno e tranquilo. Ser gentil não significa ser fraco. Ao contrário – dá muito trabalho ser manso quando a carne pede o contrário. Pessoas mansas não são rudes nem duras.
Domínio próprio é ser capaz de inspecionar-se. É não permitir que as circunstâncias nos façam perder o controle. Domínio próprio demonstra moderação, autocontrole e disciplina. É escolher, debaixo de muita pressão, correr atrás do que é importante ao invés do que é urgente. Pessoas com domínio próprio apresentam moderação e não são impulsivas.
- Há algo nessas descrições de fidelidade, mansidão e domínio próprio que te encoraja ou te desafia?
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