Foi encontrado um esqueleto ao lado de um abrigo provisório numa ilha desolada no meio do Atlântico.
O anônimo marinheiro fizera um diário relatando detalhadamente sua provação de quatro meses. Ele havia sido deixado na Ilha da Ascensão pela frota holandesa em 1725 por causa de algum crime não mencionado.
Em pouco tempo, ele acabou tendo que beber o sangue de tartarugas para tentar saciar sua sede exacerbada. O sofrimento físico do homem era intenso, mas em seu diário aparece uma dor muito maior: uma culpa sufocante.
Ele escreveu palavras atormentadas tais como: “Que dor imensa os mortais pecadores sentem quando deixam para trás os caminhos da justiça, e aumentam o número dos condenados”. O maior isolamento desse marinheiro naquela ilha solitária veio do sentimento de separação de Deus. Foi isso o que se provou ser insuportável no final.
Os seres humanos têm estado a lutar com esse sentimento de isolamento desde que Adão e Eva “se esconderam do SENHOR Deus entre as árvores do jardim”, depois de terem comido do fruto proibido (Gênesis 3:8).
Os novos e estranhos sentimentos de vergonha, culpa e medo impeliram aquele primeiro casal a fugir de Deus quando este os chamou. Aqueles sentimentos infelizmente são bem comuns para nós atualmente.
O que é que causa separação entre nós e Deus?
“Mas as suas maldades separaram vocês do seu Deus; os seus pecados esconderam de vocês o rosto dEle”. (Isaías 59:2).
Esse grande abismo que isola os seres humanos de Deus não é vontade dEle. Deus não se afastou de Adão e Eva – foram eles que correram dEle.
TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!
DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE.
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