segunda-feira, 23 de maio de 2016

Sem julgamentos precipitados.

1 CORINTIOS 4
Vocês nos devem tratar como servidores de Cristo, que foram encarregados de administrar a realização dos planos secretos de Deus.
 2 O que se exige de quem tem essa responsabilidade é que seja fiel ao seu Senhor.
 3 Mas para mim não tem a menor importância ser julgado por vocês ou por um tribunal humano. Eu não julgo nem a mim mesmo.
 4 A minha consciência está limpa, mas isso não prova que sou, de fato, inocente. Quem me julga é o Senhor.
 5 Portanto, não julguem ninguém antes da hora; esperem o julgamento final, quando o Senhor vier. Ele trará para a luz os segredos escondidos no escuro e mostrará as intenções que estão no coração das pessoas. Então cada um receberá de Deus os elogios que merece.

É bastante interessante ver o modo como Paulo lida com os sempre presente focos de murmuração. Vale lembrar que, mesmo tendo implantado a maior parte das igrejas entre os gentios, nunca lhe faltaram opositores. Estes julgavam Paulo por qualquer coisa que não concordassem: jeito de pregar, aparência, como judaizante ou impostor contra a Lei, falso apóstolo, etc.

A lista não era nada pequena.

E aqui neste trecho da carta à igreja de Corinto, ele faz algumas afirmações desconcertantes. Ele diz que no verso 2 o requisito de ser um despenseiro de Deus é a fidelidade ao Senhor. Como este requisito é bastante subjetivo, ou seja, o fato de eu me considerar fiel não significa que de fato eu o seja, ele continua sua argumentação dizendo algo tremendo (v.3): “O julgamento, ou o que pensavam os opositores em Corinto não fazia a menor diferença – era absolutamente descartável e insignificante”.

Quem poderia, então, julgá-lo? O Senhor.

E ele conclui, no verso 5, a grande razão dos mal-entendidos entre as pessoas: a precipitação em julgar, em tecer uma conclusão. Ele ensina que ninguém deve concluir algo antes do tempo (conhecendo todos os fatos, se colocando no lugar do outro, etc) e, principalmente, julgar com base em uma opinião meramente pessoal.

De fato, o cristão verdadeiro deve sempre estar atento ao movimento do Senhor, pedir sabedoria e reconhecer, com humildade, que não sabe todas as coisas – e talvez nunca saiba. Deus mesmo irá mover as pessoas, seja colocando ou tirando elas. Qualquer pretensão nossa, em imaginar que conhecemos a mente de Deus, não passa de mera tolice.

Só os tolos não se colocam no seu lugar.

TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!

DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE.

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