sábado, 14 de maio de 2016

Sou um Peregrino.

SALMOS 91
Você fez do SENHOR Deus o seu protetor e, do Altíssimo, o seu defensor;

No deserto, os israelitas estavam continuamente expostos a mudança. Quando a coluna de nuvens parava, as tendas eram armadas. Mas, no dia seguinte, antes que a aurora rompesse, a arca se movia, e a coluna de nuvem e de fogo guiava o povo no caminho, através das trilhas estreitas das montanhas, subindo ladeiras, ou através da terra árida do deserto.

Eles tinham pouco tempo para descansar, porque logo ouviam o grito: “Adiante; este não é o nosso lugar de descanso. Temos de prosseguir em nossa jornada até Canaã”.

Eles nunca ficavam num lugar por muito tempo. Nem mesmo os oásis, com palmeiras, poderiam detê-los. Apesar disso, eles tinham uma habitação permanente em seu Deus. A coluna de nuvens do Senhor era o abrigo deles; e o resplendor de fogo, à noite, era a lareira de suas famílias.

Os israelitas tinham de seguir adiante, de um lugar para outro, mudando continuamente, nunca tendo tempo de se fixar e dizer: “Agora estamos seguros; neste lugar viveremos”. “Mas”, declarou Moisés, “embora estejamos sempre mudando, Senhor, Tu tens sido a nossa habitação, em todas as gerações” ( Salmos 90.1).

O Cristão não conhece qualquer mudança no que diz respeito a Deus. O cristão pode ser rico hoje e pobre amanhã; talvez esteja sadio hoje e enfermo amanhã. Pode estar gozando de alegria hoje e amanhã entristecer-se.

No entanto, não existe qualquer mudança no que se refere ao relacionamento dele com Deus. Se Ele me amou ontem, também me ama hoje.

Mesmo que as expectativas sejam arruinadas e a esperança, frustrada; mesmo que a alegria murche e o míldio* destrua tudo, nada perdi, do que tenho em Deus.Deus é a minha fortaleza, na qual eu sempre posso me acolher ( Salmos 71.3).

Sou peregrino neste mundo; em Deus, porém, estou em casa. Na terra, viajo; mas em Deus, habito em lugar seguro.

TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!

DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE.

* Míldio = s.m Doença provocada por um cogumelo parasito,que ataca as flores da videira,  batata, beterraba e lúpulos, alimentos muito comuns na época.

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