No primeiro compartimento ou Lugar Santo, o candelabro com sete castiçais queimava continuamente, representando Jesus como a “luz do mundo” que nunca falha (Jo 8:12). A mesa dos pães da presença simbolizava a satisfação que Cristo dá à nossa fome física e espiritual, pois Ele é o “Pão da Vida” (Jo 6:35). O altar de incenso representava o ministério da oração de Jesus por nós à presença de Deus (Ap 8:3,4).
O segundo compartimento, o Lugar Santíssimo, continha a arca da aliança coberta de ouro. Ela simbolizava o trono de Deus. Sua tampa da propiciação representava a intercessão de Cristo, nosso Sumo Sacerdote, em favor dos seres humanos pecadores que quebraram a lei moral de Deus. As duas tábuas de pedra nas quais Deus escreveu os Dez Mandamentos eram mantidas dentro da arca. Querubins de ouro pendiam acima da tampa da arca, de cada lado. Uma gloriosa luz brilhava entre esses dois querubins, e isso era um símbolo da presença visível de Deus.
Uma cortina escondia a visão do Lugar Santo dos sacerdotes que ministravam às pessoas no pátio. Uma segunda cortina na frente do Lugar Santíssimo evitava o contato dos sacerdotes que entravam no primeiro compartimento do santuário com esse lugar mais interno.
---> Quando Jesus morreu na cruz, o que aconteceu com a cortina?
“Naquele momento, o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo”. (Mt 27:51).
O Lugar Santíssimo ficou exposto quando Jesus morreu. Depois da morte de Jesus, não há nenhuma cortina que possa ser colocada entre um Deus santo e um crente sincero; Jesus, nosso Sumo Sacerdote, nos introduz na presença de Deus (Hb 10:19-22).
Temos acesso à sala do trono do céu porque Jesus é nosso Sumo Sacerdote à direita de Deus.
Jesus nos capacita a vir à presença de Deus, ao coração de amor do Pai. Por isso, aproximemo-nos sem temor.
TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!
DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE.
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