Nossa permanência na sala de espera pode decorrer do mal presente no mundo ou da atuação direta dele em nossa vida, pois sabemos que “o mundo inteiro está sob o controle do maligno” (1João 5.19). Fato é que o justo muitas vezes sofre enquanto o ímpio e o perverso prosperam, e lidar com a perversidade do coração humano pode gerar situações de extrema dor.
Por trás da maldade, estão a arrogância e a idolatria, ambas frutos do vazio que guardamos e que buscamos preencher com ações egoístas. O orgulho não só nos afasta de Deus, mas nos faz esquecer o que realmente nos preenche: Jesus, e como consequência deixamos de buscar o melhor de Deus para nós. Os ídolos que criamos tomam seu lugar em nossa vida.
Mas, Deus tem sempre um caminho para a restauração, caso nos arrependamos. Quando admitimos o pecado, quando resolvemos crer em Cristo como Salvador e Senhor, o ego tem a oportunidade de desinchar, e o vazio é preenchido pelo amor divino. Deixamos os ídolos quando, depois de crer em Jesus, passamos a valorizar e a buscar aquilo que Deus aprova.
Por isso, se nos encontramos numa sala de espera, devemos, antes de tudo, pedir ao Senhor : “Examina-me, ó Deus, e conhece meu coração; prova-me e vê meus pensamentos. Mostra-me se há em mim algo que te ofende e conduze-me pelo caminho eterno” (Salmos 139.23-24).
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