JÓ 1
1 Na
terra de Uz vivia um homem chamado Jó. Era homem íntegro e justo; temia a Deus
e evitava fazer o mal.
No capítulo 1, JÓ é
apresentado como um bom mordomo das boas dádivas de Deus, riqueza, muitos
filhos, etc.
Mas no capítulo 2
versos 9 e 10, depois que JÓ é atacado pelo inimigo sua mulher sugere que ele
amaldiçoe a Deus. Ele, porém, responde: “Receberemos o bem de Deus, e não
receberíamos também o mal?”.
O argumento de JÓ para a esposa era: nos bons
momentos fui um bom mordomo de Deus e o serei também nos maus momentos.
Nesse mundo de
pecado, às vezes temos que ser mordomos dos momentos de dores e perdas. A maior
realidade da vida é que os maus momentos chegam e é nesses momentos em que os
fiéis brilham com mais intensidade.
A teologia da
prosperidade nunca pregaria isso: Ser um bom mordomo das perdas honrar a Deus
em meio a dor, mas a teologia bíblica da fidelidade tem de pregar isso.
Muitas vezes “temos
que confiar em Deus em meio à escuridão até que volte a luz”,
precisamos ter a certeza de que “a dolorosa tesoura de podar está nas
seguras mãos de Deus”. E que “a masmorra com Cristo é um trono, e um trono
sem Cristo é um inferno” (Martinho Lutero).
E ainda que “mesmo não sabendo por quais caminhos Deus
nos conduz, podemos confiar em nosso guia” (Martinho Lutero). Um bom mordomo na dor! Que Deus nos ajude a honrá-lo como
bons mordomos nos bons e maus momentos.
TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!
DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE.
Nenhum comentário:
Postar um comentário