sábado, 13 de maio de 2017

Mordomia das perdas...

JÓ 1
1 Na terra de Uz vivia um homem chama­do Jó. Era homem íntegro e justo; temia a Deus e evitava fazer o mal.

No capítulo 1, JÓ é apresentado como um bom mordomo das boas dádivas de Deus, riqueza, muitos filhos, etc.

Mas no capítulo 2 versos 9 e 10, depois que JÓ é atacado pelo inimigo sua mulher sugere que ele amaldiçoe a Deus. Ele, porém, responde: “Receberemos o bem de Deus, e não receberíamos também o mal?”.

O argumento de JÓ para a esposa era: nos bons momentos fui um bom mordomo de Deus e o serei também nos maus momentos.

Nesse mundo de pecado, às vezes temos que ser mordomos dos momentos de dores e perdas. A maior realidade da vida é que os maus momentos chegam e é nesses momentos em que os fiéis brilham com mais intensidade.

A teologia da prosperidade nunca pregaria isso: Ser um bom mordomo das perdas honrar a Deus em meio a dor, mas a teologia bíblica da fidelidade tem de pregar isso.

Muitas vezes “temos que confiar em Deus em meio à escuridão até que volte a luz”, precisamos ter a certeza de que “a dolorosa tesoura de podar está nas seguras mãos de Deus”. E que “a masmorra com Cristo é um trono, e um trono sem Cristo é um inferno” (Martinho Lutero).

E ainda que “mesmo não sabendo por quais caminhos Deus nos conduz, podemos confiar em nosso guia” (Martinho Lutero). Um bom mordomo na dor! Que Deus nos ajude a honrá-lo como bons mordomos nos bons e maus momentos.

TOME POSSE DA PALAVRA DIVINA E SIGA EM FRENTE!

DEUS SEJA CONTIGO, HOJE E SEMPRE.

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