O orgulho
alimentou o desejo de supremacia. As honras concedidas a Lúcifer não
despertavam gratidão para como Criador.
A inveja
Ele
desejava ser igual a Deus. Porém, o Filho de Deus era o reconhecido Soberano do
Céu, igual ao Pai em autoridade e poder. De todas as reuniões divinas, Cristo
participava, mas não era permitido a Lúcifer penetrar no conhecimento dos
propósitos divinos. “Por que”, perguntava o poderoso anjo, “deveria Cristo ter
a supremacia? Por que Ele é honrado acima de mim?”.
A maledicência, fofoca
Ao deixar a
presença de Deus, Lúcifer saiu difundindo o descontentamento entre os anjos.
Ele agia de maneira dissimulada e escondia seu verdadeiro propósito aparentando
ter reverência a Deus. Também esforçava-se em provocar insatisfação pelas leis
que governavam os seres celestiais, insinuando que elas impunham uma restrição
desnecessária. Sendo que os anjos possuem uma natureza santa, Lúcifer insistia
em que eles deveriam obedecer unicamente sua consciência. Pensava que Deus o
tratara de maneira injusta ao conceder honra suprema a Cristo. Lúcifer alegava
não pretender a exaltação própria, e sim liberdade para todos os habitantes do
Céu, afim de que pudessem alcançar condição mais elevada de existência.
(Grifos do
Pregador).
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