quinta-feira, 4 de maio de 2017

O orgulho a inveja a meledicência a fofoca...

O orgulho alimentou o desejo de supremacia. As honras concedidas a Lúcifer não despertavam gratidão para como Criador.

A inveja
Ele desejava ser igual a Deus. Porém, o Filho de Deus era o reconhecido Soberano do Céu, igual ao Pai em autoridade e poder. De todas as reuniões divinas, Cristo participava, mas não era permitido a Lúcifer penetrar no conhecimento dos propósitos divinos. “Por que”, perguntava o poderoso anjo, “deveria Cristo ter a supremacia? Por que Ele é honrado acima de mim?”.

A maledicência, fofoca
Ao deixar a presença de Deus, Lúcifer saiu difundindo o descontentamento entre os anjos. Ele agia de maneira dissimulada e escondia seu verdadeiro propósito aparentando ter reverência a Deus. Também esforçava-se em provocar insatisfação pelas leis que governavam os seres celestiais, insinuando que elas impunham uma restrição desnecessária. Sendo que os anjos possuem uma natureza santa, Lúcifer insistia em que eles deveriam obedecer unicamente sua consciência. Pensava que Deus o tratara de maneira injusta ao conceder honra suprema a Cristo. Lúcifer alegava não pretender a exaltação própria, e sim liberdade para todos os habitantes do Céu, afim de que pudessem alcançar condição mais elevada de existência.

(Grifos do Pregador).

Extraído do Livro: A Grande Esperança – Ellen G. White.

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