Muitas pessoas veem os resultados do mal, com
suas misérias e desolação, e questionam como ele pode existir no reino de um
Deus infinito em sabedoria, poder e amor.
Aqueles que estão dispostos a duvidar utilizam
isso como desculpa para rejeitar os ensinos da Bíblia.
A tradição e a interpretação errônea têm
obscurecido o ensino da Bíblia sobre o caráter de Deus, a natureza de Seu
governo e a maneira como Ele trata com o pecado.
É impossível explicar a origem dos sofrimentos
humanos de modo a dar a razão de sua existência. Apesar disso, pode-se
compreender o suficiente sobre a origem e término do pecado, afim de que seja
percebida a justiça e bondade de Deus.
Ele não é, de modo algum, o responsável pelo
surgimento do pecado. Ele não retirou arbitrariamente Sua graça, nem houve
qualquer imperfeição em Seu governo, para dar motivo à rebelião. O pecado é um
intruso, e não pode ser oferecida razão alguma para sua existência.
Desculpá-lo significa defendê-lo. Se fosse
possível encontrar uma justificativa para ele, deixaria de ser pecado. O pecado
é a atuação de um princípio contrário à lei do amor, que é o fundamento do
governo divino.
Antes da manifestação do mal, havia paz e
alegria por todo o Universo. O amor a Deus era supremo, e era imparcial o amor
de uns para com os outros. Cristo era um com o eterno Pai em natureza, caráter
e propósito – o único que poderia entrar nas decisões e propósitos de Deus.
“Nele foram
criadas todas as coisas nos céus e na Terra, as visíveis e as invisíveis, sejam
tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por
Ele e para Ele.” Colossenses 1:16.
(Grifos do Pregador.)
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