terça-feira, 2 de maio de 2017

Porque existe o sofrimento?


Muitas pessoas veem os resultados do mal, com suas misérias e desolação, e questionam como ele pode existir no reino de um Deus infinito em sabedoria, poder e amor.
Aqueles que estão dispostos a duvidar utilizam isso como desculpa para rejeitar os ensinos da Bíblia.
A tradição e a interpretação errônea têm obscurecido o ensino da Bíblia sobre o caráter de Deus, a natureza de Seu governo e a maneira como Ele trata com o pecado.
É impossível explicar a origem dos sofrimentos humanos de modo a dar a razão de sua existência. Apesar disso, pode-se compreender o suficiente sobre a origem e término do pecado, afim de que seja percebida a justiça e bondade de Deus.
Ele não é, de modo algum, o responsável pelo surgimento do pecado. Ele não retirou arbitrariamente Sua graça, nem houve qualquer imperfeição em Seu governo, para dar motivo à rebelião. O pecado é um intruso, e não pode ser oferecida razão alguma para sua existência.
Desculpá-lo significa defendê-lo. Se fosse possível encontrar uma justificativa para ele, deixaria de ser pecado. O pecado é a atuação de um princípio contrário à lei do amor, que é o fundamento do governo divino.
Antes da manifestação do mal, havia paz e alegria por todo o Universo. O amor a Deus era supremo, e era imparcial o amor de uns para com os outros. Cristo era um com o eterno Pai em natureza, caráter e propósito – o único que poderia entrar nas decisões e propósitos de Deus.
“Nele foram criadas todas as coisas nos céus e na Terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por Ele e para Ele.” Colossenses 1:16.

(Grifos do Pregador.)

Extraído do Livro: A Grande Esperança – Ellen G. White.

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