segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Com Deus, Sem Culpa.

Qual a diferença enre a reação de Judas e de Pedro em função da culpa (remorso) que sentiu por trair a Jesus? Mateus 27:3-5 e João 21:15-19.
Nas histórias de Pedro aprendemos como o cristão deve se relacionar com o sentimento de culpa. A culpa, para o cristão, deve levá-lo aos pés do Salvador, arrependido, desejoso de viver uma vida que glorifique a Deus. O sentimento de culpa administrado com sabedoria coopera para nossa salvação. Ele nos mostra nossa necessidade de um Salvador e nos conduz ao arrependimento, confissão e abandono do pecado.
Em Salmos 32, aquele em que Davi relata quão mal ficou por conta da culpa que sentia, ele relata também como se sente aquele que administra bem o sentimento de culpa. Bem-aventurado aquele cuja iniquidade é perdoada, cujo pecado é coberto.” (Salmos 32:1). Somos felizes quando nossa culpa nos conduz à Deus, Aquele que perdoa nossos pecados.
Aqui está a solução para encerrar o sentimento de culpa – perdão. Davi escreveu: Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado.” (Salmos 32:5)
Quando nos sentimos culpados, Deus nos faz uma promessa: I João 1:9
Podemos confiar no perdão de Deus, quando nos arrependemos de nossos pecados. Mas, podemos evitar sentir a culpa em nosso dia a dia. Isso é feito vivendo uma vida de intimidade com Deus, optando por servi-lo e obedecê-lo sempre. Podemos confiar que Jesus tem poder para nos guardar de tropeçar (Judas 1:24). Deixando Cristo viver em nós, a culpa deixará de fazer parte de nossa rotina.
Para refletir:
“Muito íntima é a relação que existe entre a mente e o corpo. Quando um é afetado, o outro se ressente. O estado da mente atua muito mais na saúde do que muitos julgam. Muitas das doenças sofridas pelos homens são resultado de depressão mental. Desgosto, ansiedade, descontentamento, remorso, culpa, desconfiança, todos tendem a consumir as forças vitais, e a convidar a decadência e a morte.” 

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