sábado, 18 de janeiro de 2020

Imoralidade Sexual.

GÁLATAS 5
19 Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia,
20 idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções,
21 invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.


O termo grego porneia (de onde vem a palavra “pornografia”) refere-se a todo tipo de imoralidade sexual ou relação sexual ilícita, como fornicação, adultério, incesto, pedofilia, bestialidade, homossexualidade, zoofilia e outros.

O apóstolo Paulo afirma que essas práticas são “obras da carne”, produzidas pelo coração natural do ser humano que já nasce inclinado a fazer o que é mal (Romanos 7:15-19; Colossenses 3:5, 6).

Ele afirma, ainda, que não herdarão o Céu aqueles que participam dessas práticas, pois estão destruindo o corpo, a pureza e, consequentemente, maculando a imagem de Deus em seu próprio corpo (1 Coríntios 3:16, 17; 6:18-20).

Não é difícil perceber que a imoralidade tem se alastrado em nosso mundo de forma avassaladora. Vivemos na era da sodomização da sociedade e da globalização da impureza. A sexualidade tem sido banalizada e virado motivo de piada. Passamos de uma época vitoriana, quando era proibido e vergonhoso falar de sexo, para uma geração do chamado “sexo livre”, em que cada um fala e faz o que bem entende.

Já percebeu a que estamos expostos? Com apenas um “clique” na internet, nossos filhos têm acesso às maiores cenas de baixaria e sexualidade depravada que existem. Como estará nosso mundo daqui a dez ou vinte anos? Que tipo de pureza legaremos às novas gerações?

O convite de Deus é que andemos no caminho da fidelidade, santidade e pureza, a fim de que não sejamos destruídos juntamente com a impureza que, talvez, esteja arraigada em nosso coração (Romanos 12:1, 2).

O sexo é bom, doce, mas quando feito dentro do plano de Deus. Fora dele, é amargo e causa dor.

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