No livro O Significado do Casamento, Timothy Keller descreveu de forma irônica a realidade de muitos casamentos:
“Casamos porque nos sentimos atraídos por outra pessoa. Acreditamos que ela é uma pessoa maravilhosa. Mas, passado um ano, ou, em muitos casos, um mês, três coisas costumam acontecer: 1) Você começa a descobrir o quão egoísta a pessoa maravilhosa é; 2) Você descobre que a pessoa maravilhosa está passando por uma experiência parecida e começa a lhe dizer o quão egoísta você é; 3) Embora você reconheça em parte que é egoísta, chega à conclusão de que o egoísmo de seu cônjuge é mais problemático do que o seu”.
Keller conclui dizendo que, se cada um dos cônjuges tratasse o egocentrismo como o principal problema do seu casamento, o relacionamento seria bem melhor.
Isso é uma grande verdade! O propósito de Deus para a vida do cônjuge não é o individualismo, mas o companheirismo.
Precisamos aprender a compartilhar, doar, estender a mão e priorizar a felicidade do outro.
Foi isso o que o apóstolo Paulo quis dizer em Filipenses 2:3: “Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo”.
Que desafio! Não é mesmo? Todos os dias deveríamos pensar: O que posso fazer, hoje, para tornar a vida do meu cônjuge mais feliz? Se fizermos isso, garantiremos a felicidade do outro e, consequentemente, a nossa. Lembre-se sempre do mandamento:
“Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:39).
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