sábado, 21 de novembro de 2020

Jesus e a escola dos rabinos (III).

 As palavras de Jesus tocaram o coração dos doutores como nunca tinha sido tocado por palavras de lábios humanos. A modéstia juvenil e a simpatia de Jesus quebraram os preconceitos deles. Sem perceber, aquelas mentes se abriram à Palavra de Deus, e o Espírito Santo lhes falou ao coração.

Todo cristão sabe que Jesus é o Mestre dos mestres, mas com que frequência Ele é conhecido como o Aluno dos alunos?

Então, o que fez de Jesus o Aluno-modelo? Ele teve curiosidade e fome do conhecimento de Deus que O tornaram um ouvinte atento. Ele fez perguntas, mostrando que era um aprendiz ativo, não apenas passivo.

Além disso, não relutou em oferecer respostas. Mostrou que pode ser vulnerável e colocou Suas ideias sobre a mesa para que outros pudessem julgá-las, criticá-las ou confirmá-las.

Isso construiu a resiliência de que Ele precisaria quando adulto, quando Suas palavras trariam sobre Si acusações de possessão demoníaca (Jo 8:48) e ao exigirem a Sua morte (Jo 8:40). Mas para um garoto que falava de Deus desde os 12 anos (e provavelmente antes). Ele não podia Se intimidar. 

Bons alunos sempre se tornam os melhores professores.


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