domingo, 7 de maio de 2017

A oposição a verdade.

Aqueles que se opõem à verdade buscam enganar os seguidores de Cristo e desviá-los de sua fidelidade. Distorcem a Bíblia a fim de alcançar seu objetivo.

A atitude que levou Cristo a morte instiga os maus a eliminarem seus seguidores. Tudo isso é prefigurado na primeira profecia bíblica: “Porei inimizade entre você e a mulher, entre a sua descendência e o descendente dela” (GN 3:15).

Por que satanás não encontra maior resistência? Porque os soldados de Cristo têm pouca comunhão verdadeira com Ele. Para eles, o pecado não é repulsivo como era para o Mestre. Não o enfrentam de maneira decidida. Não percebem o caráter do inimigo. Multidões não sabem que ele é um poderoso general, que luta contra Cristo.

Mesmo entre os ministros do evangelho existe desconhecimento sobre sua atividade. Parecem ignorar a própria existência dele.

Esse adversário se intromete em cada lar, em toda rua, nas igrejas, nos conselhos nacionais, nas cortes de justiça, confundindo, enganando, seduzindo, arruinando por toda parte mente e o corpo de homens, mulheres e crianças. Desfaz famílias semeando ódio, rivalidade, contenda desordem e assassinato.

E o mundo lhe parece olhar essas coisas como se fossem a vontade de Deus, e elas devessem existir. Quando os cristãos escolhem se unir aos ímpios, se expõem à tentação.

(Grifos do Pregador)

Extraído do Livro: A Grande Esperança – Ellen G. White.

sábado, 6 de maio de 2017

A Esperança de Triunfo.

Depois que Adão e Eva pecaram, Deus disse a serpente:

“Porei inimizade entre você e a mulher, entre a sua descendência e o descendente dela; este lhe ferirá a cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar.” (Gênesis 3:15).

Essa inimizade não é natural. Quando o ser humano transgrediu a lei divina, sua natureza se tornou má e em harmonia com o inimigo. Se Deus não tivesse intervindo, satanás e o ser humano teriam se unido contra o Céu, e toda a família humana teria se oposto a Deus.

Quando satanás ouviu que haveria inimizades entre ele e a mulher, e entre a descendência dele e o descendente dela, percebeu que, de alguma forma, o ser humano conseguiria resistir ao seu poder.

É Cristo quem põe no coração humano a inimizade contra satanás. Sem essa graça que converte, sem esse poder que transforma, as pessoas seriam incapazes de resistir à influência do inimigo.

Mas o novo princípio que atua na pessoa cria um conflito: o poder que Cristo concede habilita-a a resistir ao inimigo. Odiar o pecado, em vez de amá-lo, é evidência de um princípio celestial.

(Grifos do Pregador)

Extraído do Livro: A Grande Esperança – Ellen G. White.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

O Amor de Deus acima do pecado, inveja, orgulho...

Deus tolerou Lúcifer durante muito tempo.
Não foi rebaixado de sua posição elevada, nem mesmo quando começou a apresentar suas pretensões diante dos anjos. Inúmeras vezes lhe foi oferecido o perdão, com a condição de que se arrependesse e abandonasse seu orgulho.
Esforços, que apenas o amor e a sabedoria infinitos poderiam conceber, foram feitos para convencê-lo de seu erro. O descontentamento nunca antes havia sido conhecido no Céu. Inicialmente, nem o próprio Lúcifer compreendeu a verdadeira natureza de seus sentimentos. Depois de ser mostrado a ele que sua insatisfação era sem motivo, deveria se convencer de que as reivindicações divinas eram justas e de que deveria reconhecer esse fato diante de todos os habitantes do Céu.
Se Lúcifer tivesse feito isso, poderia ter sido salvo a si mesmo e a muitos anjos.
Caso houvesse desejado voltar a Deus, satisfeito por ocupar o lugar a ele designado, teria sido reintegrado em seu cargo.
Mas, o orgulho o impediu de submeter-se. Continuou a pensar que não necessitava se arrepender, e entregou-se por completo ao grande conflito contra o Criador.

(Grifos do Pregador).

Extraído do Livro: A Grande Esperança – Ellen G. White.
Nota do Pregador:
Deus criou o anjo, deu-lhe um posto um cargo, o ornou do que mais bonito e valioso existia entre as pedras preciosas, mas o desejo de ser maior, ou melhor, além do objetivo Divino para que foi criado, de querer algo que não estava preparado para assumir, o remeteu ao ORGULHO, e a INVEJAR Àquele a quem foi dado o direito de ser escolhido e que deveria desempenhar os desejos de Deus (Jesus).
Pense, Lúcifer TEM inveja de JESUS, o ORGULHO a INVEJA são sentimentos demoníacos que ferem e ofendem a JESUS, quando você nutre a INVEJA e o ORGULHO, está direcionando este mal ao Cristo Jesus que por mim, e por você, entregou a sua própria vida.
Vivemos em um mundo assim, nada mudou o homem não mudou, ao contrário a cada dia torna-se mais e mais ORGULHOSO, nutre pelo seu semelhante à INVEJA em ter a vida que o outro possui, sim, o invejoso não quer o(s) seu(s) bem (ns) materiais, ele quer a sua VIDA.

Ainda há tempo de recuperar o que está perdido dentro do seu ser, reflita sobre o AMOR INCONDICIONAL de Deus para conosco, Ele só quer que sejamos felizes com o que temos, pois, temos tudo o que necessitamos, se mais não possuímos é devido a nossa INCAPACIDADE de administrarmos a nossa própria vida física e principalmente ESPIRITUAL.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

O orgulho a inveja a meledicência a fofoca...

O orgulho alimentou o desejo de supremacia. As honras concedidas a Lúcifer não despertavam gratidão para como Criador.

A inveja
Ele desejava ser igual a Deus. Porém, o Filho de Deus era o reconhecido Soberano do Céu, igual ao Pai em autoridade e poder. De todas as reuniões divinas, Cristo participava, mas não era permitido a Lúcifer penetrar no conhecimento dos propósitos divinos. “Por que”, perguntava o poderoso anjo, “deveria Cristo ter a supremacia? Por que Ele é honrado acima de mim?”.

A maledicência, fofoca
Ao deixar a presença de Deus, Lúcifer saiu difundindo o descontentamento entre os anjos. Ele agia de maneira dissimulada e escondia seu verdadeiro propósito aparentando ter reverência a Deus. Também esforçava-se em provocar insatisfação pelas leis que governavam os seres celestiais, insinuando que elas impunham uma restrição desnecessária. Sendo que os anjos possuem uma natureza santa, Lúcifer insistia em que eles deveriam obedecer unicamente sua consciência. Pensava que Deus o tratara de maneira injusta ao conceder honra suprema a Cristo. Lúcifer alegava não pretender a exaltação própria, e sim liberdade para todos os habitantes do Céu, afim de que pudessem alcançar condição mais elevada de existência.

(Grifos do Pregador).

Extraído do Livro: A Grande Esperança – Ellen G. White.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

A Origem do Pecado.

 A lei do amor é o fundamento do governo de Deus, a felicidade de todas as criaturas dependia de sua perfeita harmonia com os princípios de justiça dessa lei, Deus não tem prazer na submissão forçada, mas concede a todos o poder da escolha, para que possam prestar-lhe obediência voluntária.

Houve, porém, alguém que preferiu deturpar essa liberdade.
O pecado se originou com aquele que, depois de Cristo, havia sido o mais honrado por Deus. Antes do pecado, Lúcifer era o primeiro dos querubins guardiões, santo e puro. A respeito dele, Deus afirma:

“Você era o modelo da perfeição, cheio de sabedoria e de perfeita beleza. Você estava no éden, no jardim de Deus; todas as pedras preciosas o enfeitavam [...]. Você foi ungido como um querubim guardião, pois para isso eu o designei. Você estava no monte santo de Deus e caminhava entre as pedras fulgurantes. Você era inculpável em seus caminhos desde o dia em que foi criado até que se achou maldade em você. [...] Seu coração tornou-se orgulhoso por causa da sua beleza, e você corrompeu a sua sabedoria por causa do seu esplendor. [...] Você pensa que é sábio, tão sábio quanto Deus”. Ezequiel 28:12-15,17,6.

“Você, que dizia no seu coração: Subirei aos Céus; erguerei o meu trono acima das estrelas de Deus; eu me assentarei no monte da assembleia, no ponto mais elevado do monte santo. Subirei mais alto que as mais altas nuvens; serei como o Altíssimo” Isaías 14:13,14. 

Ao cobiçar a honra que o infinito Pai havia concedido a Seu Filho, esse chefe dos anjos aspirou ao poder que pertencia somente a Cristo.

Naquele momento, uma nota dissonante desfez a harmonia celestial.

Na mente dos anjos, para quem a glória de Deus era suprema, a exaltação própria era um prenúncio de grandes males. Nas reuniões celestiais todos argumentavam com Lúcifer. O Filho de Deus lhe apresentava a bondade e justiça do Criador e a natureza sagrada de Sua lei. Ao afastar-se dela, Lúcifer desonraria seu Criador e traria ruína sobre si mesmo. Mas as advertências apenas despertavam atitude de resistência.

Lúcifer permitiu que prevalecesse sua inveja em relação a Cristo.

Extraído do Livro: A Grande Esperança – Ellen G. White.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Porque existe o sofrimento?


Muitas pessoas veem os resultados do mal, com suas misérias e desolação, e questionam como ele pode existir no reino de um Deus infinito em sabedoria, poder e amor.
Aqueles que estão dispostos a duvidar utilizam isso como desculpa para rejeitar os ensinos da Bíblia.
A tradição e a interpretação errônea têm obscurecido o ensino da Bíblia sobre o caráter de Deus, a natureza de Seu governo e a maneira como Ele trata com o pecado.
É impossível explicar a origem dos sofrimentos humanos de modo a dar a razão de sua existência. Apesar disso, pode-se compreender o suficiente sobre a origem e término do pecado, afim de que seja percebida a justiça e bondade de Deus.
Ele não é, de modo algum, o responsável pelo surgimento do pecado. Ele não retirou arbitrariamente Sua graça, nem houve qualquer imperfeição em Seu governo, para dar motivo à rebelião. O pecado é um intruso, e não pode ser oferecida razão alguma para sua existência.
Desculpá-lo significa defendê-lo. Se fosse possível encontrar uma justificativa para ele, deixaria de ser pecado. O pecado é a atuação de um princípio contrário à lei do amor, que é o fundamento do governo divino.
Antes da manifestação do mal, havia paz e alegria por todo o Universo. O amor a Deus era supremo, e era imparcial o amor de uns para com os outros. Cristo era um com o eterno Pai em natureza, caráter e propósito – o único que poderia entrar nas decisões e propósitos de Deus.
“Nele foram criadas todas as coisas nos céus e na Terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por Ele e para Ele.” Colossenses 1:16.

(Grifos do Pregador.)

Extraído do Livro: A Grande Esperança – Ellen G. White.